CARTÓN, Festival Internacional de Cortos de Animación


timthumb (1)El 15 de marzo se abrió la convocatoria para CARTÓN 2014, 4º Festival Internacional de Cortos de Animación La Tribu.

CARTÓN convoca a animadores o realizadores de cine y video de animación a participar de su sección competitiva. Las obras no deben superar los 30 minutos de duración y tendrán que ser posteriores al año 2012. Las técnicas que se evaluarán serán tradicional/CGI, Stop Motion/Collage y Flash.

El 4to Festival Cartón se desarrollará en el mes de agosto, con epicentro en la sede de FM La Tribu, en el barrio de Almagro de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires y contará con muestras, charlas y talleres.

DEADLINE: 31 DE MAYO

Las bases y la ficha de inscripción la podrán descargar en www.fmlatribu.com/festival

Más información: animacioncarton@gmail.com

Convocatoria: Festival de Cine del Conurbano 5


timthumbDe cara a la quinta edición el Festival de Cine del Conurbano (FeCiCo), el Centro Cultural Padre Mugica lanzó la convocatoria dirigida a cortometrajes y largometrajes de realizadores locales e internacionales.

Hay cinco categorías: “Desde el cordón“, para películas realizadas en la provincia de Buenos Aires; “País real“, para los trabajos a nivel nacional; “Patria grande“, destinada a las realizaciones del resto de Latinoamérica; “Ultramar“, dedicada a los filmes producidos en Europa; y “Escuelas argentinas“, para las producciones de alumnos de instituciones educativas.

El primer festival del conurbano nació hace cinco años con el objetivo de generar un espacio de encuentro, difusión y discusión de las artes audiovisuales, entendiendo que el cine realiza un aporte fundamental a la construcción, conservación y transmisión de la cultura popular y la identidad de las ciudades.

La nueva edición se llevará a cabo entre el 20 y el 23 de agosto en el Mugica, ubicado en la calle Hipólito Yrigoyen 7923, de la localidad de Banfield, partido de Lomas de Zamora.

Para mayor información se puede visitar el sitio web de FeCiCo (www.fecico.com.ar), el del Centro Cultural Padre Mugica (www.ccpadremugica.com.ar), o llamar al 6379-5275.

Descargá haciendo clic la Ficha de Inscripción y también las Bases y Condiciones para participar del 5to Festival.

Deadline: 16 de junio

Fuentes: www.fecico.com.ar   /  www.facebook.com/fecico.cinedelconurbano

50 Anos do Golpe: O Regime Militar no Cinema


DE 26 DE MARÇO A 13 DE ABRIL.

CinuspMarcando o cinquentenário do golpe civil-militar que deu início aos vinte e um anos de ditadura no Brasil, a mostra e seminário 50 ANOS DO GOLPE: O REGIME MILITAR NO CINEMA BRASILEIRO busca apresentar os eventos e personagens marcantes desta história, reunindo filmes brasileiros sobre o assunto de diversos períodos e estilos, documentais e ficcionais, incluindo os recentes Hoje, Repare Bem, O Dia que Durou 21 Anos e Dossiê Jango, além do ainda inédito Em Busca de Iara, em SESSÃO DE PRÉ-ESTREIA no dia 26 de março, às 19h.

A programação, que ocupa a tradicional sala do CINUSP no Favo 4 da Colmeia, a sala Carlos Reichenbach do Centro Universitário Maria Antônia e também o auditório do edifício da Procuradoria Regional da República da 3ª Região do Ministério Público Federal, inclui ainda sessões seguidas de DEBATES COM REALIZADORES E PERSONAGENS DOS FILMES, HISTORIADORES, PESQUISADORES E ATIVISTAS, como Lúcio de Castro, Plínio de Arruda Sampaio, Ivan Seixas, Igor Fuser e Carlos Gianazzi, dentre muitos outros.

A mostra 50 ANOS DO GOLPE: O REGIME MILITAR NO CINEMA BRASILEIRO acontece durante a semana na Cidade Universitária e na Procuradoria Regional da República, e às sextas, sábados e domingos no Centro Universitário Maria Antonia. Para conferir a programação da mostra na Maria Antonia e na Procuradoria Regional da República, acesse:
https://www.facebook.com/events/244516605734039
https://www.facebook.com/events/659231104112127

E confira a programação completa da mostra , além de outras informações, sinopses e fichas técnicas de todos os filmes no site: http://www.usp.br/cinusp

PROGRAMAÇÃO – Cidade Universitária:

26/03 | quarta

19h00 PRÉ-ESTREIA | EM BUSCA DE IARA | DEBATE COM FLAVIO FREDERICO

31/03 | segunda

16h00 VLADO: 30 ANOS DEPOIS
19h00 LAMARCA

01/04 | terça

16h00 QUE BOM TE VER VIVA
19h00 MARIGHELLA | DEBATE COM MILTON PINHEIRO

02/04 | quarta

16h00 QUASE DOIS IRMÃOS
19h00 A MEMÓRIA QUE ME CONTAM

03/04 | quinta

16h00 MEMÓRIA DO MOVIMENTO ESTUDANTIL
19h00 O APITO DA PANELA DE PRESSÃO | A EXPERIÊNCIA CRUSPIANA | DEBATE COM MARCOLÂNDIO GURGEL PRAXEDES

04/04 | sexta
16h00 CABRA-CEGA
19h00 O DIA QUE DUROU 21 ANOS

07/04 | segunda

16h00 ZUZU ANGEL
19h00 O PROFETA DAS ÁGUAS

08/04 | terça

16h00 LAMARCA
19h00 VLADO: 30 ANOS DEPOIS | DEBATE COM IGOR FUSER E DANIEL CAMPOS DE CARVALHO

09/04 | quarta

16h00 HÉRCULES 56 | VOCÊ TAMBÉM PODE DAR UM PRESUNTO LEGAL
19h00 DOSSIÊ JANGO

10/04 | quinta

16h00 CABRA-CEGA
19h00 CIDADÃO BOILESEN | DEBATE COM IVAN SEIXAS

11/04 | sexta

16h00 O PROFETA DAS ÁGUAS
19h00 VERDADE 12.528 | O FIM DO ESQUECIMENTO

UCCBA lança projeto Segundas Cineclubistas


UCCBAO projeto Segundas Cineclubistas iniciou na última segunda (24), às 9h, na sala Walter Silveira, no Complexo Cultural dos Barris.

Idealizado pela União de Cineclubes da Bahia (UCCBA) junto com a Diretoria de Audiovisual da FUNCEB (DIMAS) para formar novos cineclubistas em Salvador (BA) e sua abertura será com o filme “Um céu de estrelas” (1996), da cineasta Tata Amaral.

Mostra Lutas e Luto! – Cidadania no Brasil: uma história em construção, elaborou exibições semanais nas segundas e terças-feiras deste mês até setembro com programação que percorre as temáticas mulheres, diversidade, meio ambiente e movimentos sociais. Ao total, serão 25 sessões, com 25 exibições gratuitas, para dá gás aos novos cineclubistas do município.

Cineclubismo em expansão

O cineclubismo é uma prática que envolve a democratização do acesso a filmes, experimentação da linguagem cinematográfica, aprendizado social e cultural e que incentiva a produção de filmes de baixo custo. “Existe uma falta de acesso aos filmes que estão focados, em sua maior parte, em shoppings e não na rua ou na periferia”, afirma a coordenadora do projeto, Gleciara Ramos. Como exemplos de cineclubes que funcionam nas periferias de Salvador, fazendo uma mudança no cotidiano de jovens e adultos, a coordenadora lembra a parceria do projeto com o Cineclube Jaguatirica – itinerante, CineCeafro, atuante junto ao Centro de Estudos Afro no 2 de Julho, Cine Imaginário do Pelourinho, o Clã Periférico que exibe no Bairro da Paz e o Cine Manga Rosa na Ilha de Mar Grande, todos participantes da União de Cineclubes da Bahia. O projeto conta ainda com a parceria com a produtora Laboratório Audiovisual, responsável pela curadoria e para o material pedagógico impresso – críticas e aproveitamento pedagógico.

Cinema e educação

Para o professor e integrante do Cine Imaginário, Jorge Souza, debatedor convidado para as sessões do projeto, o cinema é a junção de imagem e som que traduz diversas expressões artísticas trabalhadas em sala de aula. “O conteúdo dos filmes tem diversidade cultural e artística de disciplinas escolares articuladas na linguagem cinematográfica”, explica o professor. “Porém, essa aproximação entre cinema e educação se pauta em compreensões pedagógicas libertárias e por este caminho a curadoria opta por filmes que viabilizem a abordagem de personagens sob as óticas da individualidade ou singularidades – se preferirem, da alteridade e da sociedade”, afirma uma das curadoras do projeto Daniela Fernandes.

Formação de Cineclubistas

O projeto prevê, além da exibição de filmes, a distribuição de material de aproveitamento pedagógico e crítica cinematográfica. Para a sessão desta segunda (24), o texto de aproveitamento pedagógico será elaborado pelo professor da rede municipal de ensino Danilo Cruz e a crítica cinematográfica por André Araújo, produtor e mestrando em Cultura e Sociedade. O passo da formação cineclubista também conta com apoio de redes sociais online para acompanhamento de interessados em formar seus próprios cineclubes.

Trabalho Interno, A Queda do Sistema


Cinemateca Diálogos do Sul*

trabalho InternoA veiculação do documentário Trabalho Interno é apropriado ao momento em que a agência Standard & Poors anunciou o rebaixamento da nota conferida ao Brasil.

Produzido em 2010 e dirigido por Charles H. Ferguson aborda a crise financeira global de 2007-2012 e é descrito por Ferguson como sendo sobre “a corrupção sistêmica dos Estados Unidos pela indústria de serviços financeiros e as consequências da corrupção sistêmica.”

Em cinco partes, o filme explora como as mudanças no ambiente político e as práticas bancárias ajudaram a criar a crise financeira. Trabalho Interno foi então bem recebido pela crítica que louvou seu ritmo, pesquisa e exposição de material complexo.

Foi exibido no Festival de Cannes de 2010 em maio e ganhou o Oscar de melhor documentário de 2011. Contou com entrevistas de George Soros,Barney FrankLee Hsien LoongChristine LagardeEliot SpitzerDominique Strauss-Kahn, entre outros.

http://www.youtube.com/watch?v=5nCvO6qEbJw

Sinopse

O documentário está dividido em cinco partes. Ele começa examinando como a Islândia estava altamente desregulada em 2000 e a privatização de seus bancos. Quando o Lehman Brothers foi à bancarrota e o AIG entrou em colapso, a Islândia e o resto do mundo entraram em uma recessão global.

Parte I: Como chegamos aqui

A indústria financeira americana estava regulada de 1940 a 1980, seguida de um longo período de desregulação. No fim da década de 1980, a crise de empréstimo e da economia custou aos contribuintes cerca de 124 bilhões de dólares. Nos final da década de 1990, o setor financeiro se consolidou em algumas firmas gigantes. Em 2001, a bolha pontocom explodiu porque os bancos de investimento promoveu companhias de Internet que elas conheciam faliriam, resultando em 5000 bilhões de dólares em perdas de investidores. Nos anos 90, os derivativos se tornaram populares na indústria e aumentaram a instabilidade. Esforços em regular derivativos foram contrariados pelo Commodity Futures Modernization Act of 2000, apoiado por vários funcionários-chave. Nos anos 2000, a indústria foi dominada por cinco bancos de investimento: (o Goldman Sachs, o Morgan Stanley, o Lehman Brothers, o Merrill Lynch e o Bear Stearns), dois conglomerados financeiros (o Citigroup, o JPMorgan Chase), três companhias de seguro securitizadas (AIG, MBIAAMBAC) e as as três agências de classificação de risco de crédito: (Moody’sStandard & Poors e Fitch).

Os bancos de investimento empacotaram hipotecas com outros empréstimos e débitos em obrigações de dívida colateralizada (CDOs), que eles venderam aos investidores. As agências de classificação deram a muitos CDOs classificações AAA. Os empréstimos subprime levaram ao empréstimo predatório. A muitos proprietários de residência foram dados empréstimos que eles nunca poderiam saldar.

Parte II: A Bolha (2001-2007)

Durante o boom da habitação, a proporção de dinheiro pedida emprestada por um banco de investimento versus os próprios ativos do banco alcançaram níveis sem precedentes. A permuta padrão de créditos (CDS), era aparentada à uma política securitária. Os especuladores poderiam comprar CDSs para apostar contra CDOs que não possuíam. Numerosos CDOs foram apoiados por hipotecas subprime. O Goldman-Sachs vende mais do que valem os 3000 milhões de dólares de CDOs na primeira metade de 2006. O Goldman também apostou contra os CDOs de baixo valor, dizendo aos investidores que eram de alta qualidade. As três maiores agências de classificação contribuíram para o problema. Os instrumentos de classificação subiram direto de um mero punhado em 2000 para mais que 4.000 em 2006.

Parte III: A Crise

O mercado para CDOs colapsou e bancos de investimento foram deixados com centenas de milhares de milhões de dólares em empréstimos, os CDOs e o estado real que eles não poderiam se desfazer. A Grande Recessão começou em novembro de 2007 e em março de 2008 o Bear Stearns ficou sem dinheiro em espécie. Em setembro, o governo federal assumiu o Fannie Mae e oFreddie Mac, que tinham estado à beira do colapso. Dois dias mais tarde, o Lehman Brothers colapsou. Todas estas entidades tinham classificações AA ou AAA dias antes de serem socorridas. Merrill Lynch, na extremidade do colapso, foi adquirido pelo Bank of AmericaHenry Paulson e Timothy Geithner decidiram que o Lehman deveria entrar em falência, o que resultou em um colapso do mercado de notas promissórias. Em 17 de setembro, o insolvente AIG foi assumido pelo governo. No dia seguinte, Paulson e o presidente do Fed, Ben Bernanke, pediram ao Congresso US$ 700 bilhões para socorrer os bancos. O sistema financeiro global se tornou paralisado. Em 3 de outubro de 2008, o presidente Bush assinou o Troubled Asset Relief Program, mas os mercados de ações globais continuaram a despencar. Demissões e embargos continuaram com o desemprego crescendo a 10% nos EUA e na União Europeia. Por volta de dezembro de 2008, a GM e a Chrysler também enfrentaram a falência. Os embargos nos EUA atingiram níveis sem precedentes.

Parte IV: Responsabilidade

Os altos executivos das companhias insolventes se afastaram com suas fortunas pessoais intactas. Os executivos tinham escolhido a dedo seu quadro de diretores, que entregava bilhões em bônus após o socorro do governo. Os maiores bancos cresceram em força e duplicaram os esforços anti-reforma. Os economistas acadêmicos tinham defendido por décadas a desregulação e ajudaram a moldar a política dos EUA. Eles ainda se opuseram à reforma depois da crise de 2008. Algumas das firmas de consultoria envolvidas foram a Analysis Group, a Charles River Associates, a Compass Lexecon, e o Grupo Consultivo de Economia e Direito (LECG). Muitos destes economistas tinham conflitos de interesse, coletando dinheiro como consultores de companhias e de outros grupos envolvidos na crise financeira.2

Parte V: Onde estamos agora

Dezenas de milhares de trabalhadores de fábrica dos EUA estão demitidos. As novas reformas financeiras da administração Obama foram fracas e não havia nenhuma regulação importante sobre as práticas de agências de classificação, lobistas e compensação executiva. Geithner se tornou Secretário do Tesouro. Feldstein, Tyson e Summers também foram altos conselheiros econômicos de Obama. Bernanke foi reconduzido à presidência do Fed. As nações europeias impuseram regras limitantes na compensação bancária, mas os EUA resistiram a estas.

Ficha Técnica

Inside Job – Trabalho Interno
Estados Unidos – 2010 • 108 min

Direção – Charles H. Ferguson
Produção – Charles H. Ferguson e Audrey Marrs
Produção executiva – Jeffrey Lurie e Christina Weiss Lurie
Roteiro – Charles H. Ferguson
Narração – Matt Damon
Gênero – Documentário
Música – Alex Heffes
Cinematografia – Svetlana Cvetko e Kalyanee Mam
Edição – Chad Beck e Adam Bolt
Distribuição – Sony Pictures Classics

Recepção

O filme recebeu revisões positivas, alcançando uma classificação de 97% no site dos Rotten Tomatoes.3 

Roger Ebert descreveu o filme como “um documentário raivoso bem fundamentado sobre como a indústria financeira americana demonstrou deliberadamente espoliar o investidor americano ordinário.”4 

A.O. Scott do New York Times escreveu que “Mr. Ferguson tinha convocado a força moral flagelante de um sermão de sacudir o púlpito. Ao que ele entrega com rigor, restrição e bom humor faz deste caso todo o mais devastador.”5 

Logan Hill da revista Vulture da New York, caracterizou o filme como um “documentário indignado de tirar o fôlego,” observando a “presença effetiva” do narrador Matt Damon.6

Peter Bradshaw do The Guardian disse que o filme era “de prender a atenção tanto quanto qualquer suspense.” Ele prosseguiu dizendo que era obviamente influenciado por Michael Moore, descrevendo-o como “um filme de Moore com aos truques e piruetas removidas.”7

O filme foi selecionado para uma exibição especial no Festival de Cannes 2010. Um revisor escrevendo de Cannes caracterizou o filme como “um história complexa muito bem contada e com uma grande dose de raiva sem interrupção.”8

A revista política conservadora The American Spectator criticou o filme como intelectualmente incoerente e impreciso, acusando Ferguson de responsabilizar “um bando de pessoas más [com] pontos de vista econômicos e políticos à direita do [seu].”9

Ver também

Referências

  1. Ir para cima↑ Inside Job no boxofficemojo
  2. Ir para cima↑ (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  3. Ir para cima↑ Inside Job (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  4. Ir para cima↑ Inside Job (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  5. Ir para cima↑ Who Maimed the Economy, and How (em inglês) (7 de outubro de 2010). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  6. Ir para cima↑ Is Matt Damon’s Narration of a Cannes Doc a Sign that Hollywood is Abandoning Obama? (em inglês) (16 de maio de 2010). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  7. Ir para cima↑ Inside Job Review (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  8. Ir para cima↑ At Cannes, the Economy Is On-Screen (em inglês). The New York Times (16 de maio de 2010). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  9. Ir para cima↑ Inside Job (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  10. Ir para cima↑ Nominees for the 83rd Academy Awards (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  11. Ir para cima↑ [http://www.chicagofilmcritics.org/index.php? option=com_content&view=article&id=62&Itemid=60 Chicago Film Critics Awards – 2008-2010] (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  12. Ir para cima↑ DGA 2011 Award Winners Announced (em inglês). The Hollywood Reporter. Página visitada em 19 de julho de 2012.
  13. Ir para cima↑ 2010 Gotham Independent Film Award Nominations (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
    Adams, Ryan (29 de novembro de 2010). 20th Anniversary Gotham Independent Award winners (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  14. Ir para cima↑ Adams, Ryan (16 de dezembro de 2010). The Las Vegas Film Critics Society Awards (em inglês). Página visitada em 19 de julho de 2012.
  15. Ir para cima↑ Stone, Sarah (27 de dezembro de 2010). Online Film Critics Society Nominations (em inglês). AwardsDaily.com. Página visitada em 19 de julho de 2012.
    Stone, Sarah (3 de janeiro de 2011). The Social Network Named Best Film by the Online Film Critics (em inglês). AwardsDaily.com. Página visitada em 19 de julho de 2012.
  16. Ir para cima↑ Phoenix Film Critics Name The King’s Speech Best Film of 2010 (em inglês). Phoenix Film Critics Society. Página visitada em 19 de julho de 2012.
  17. Ir para cima↑ Writer’s Guild of America 2011 Awards Winners (em inglês). Writers Guild of America. Página visitada em 19 de julho de 2012.

Ligações externas

Fonte: Wikipédia.

O Dia que Durou 21 Anos


filmeditadura-308x400O Dia que Durou 21 Anos é um documentário brasileiro, dirigido por Camilo Galli Tavares (Cidade do México, 1971), sobre a participação do governo dos Estados Unidos na preparação, desde 1962, do golpe de estado de 1964, no Brasil.

O Dia que Durou 21 Anos produzido pela Pequi Filmes estreou nos cinemas brasileiros em 29 de março de 2013 e teve também uma versão para televisão, exibida anteriormente, dividida em três episódios de 26 minutos cada.

O filme tem como ponto de partida a crise provocada pela renúncia do presidente Jânio Quadros, em agosto de 1961, e prossegue até o ano de 1969, com o sequestro do então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, por grupos armados. Em troca de sua libertação, 15 presos políticos são soltos e posteriormente banidos do país. Um deles, o jornalista Flávio Tavares, 27 meses depois de se radicar na Cidade do México, seria pai de Camilo, o cineasta cujo nome é uma homenagem ao padre católico e guerrilheiro colombiano Camilo Torres, morto em 1966.

Inicialmente, o filme fora concebido para contar a história do pai do diretor, o jornalista Flávio Tavares, militante da oposição ao regime militar de 1964. Porém, ao ter notícia da existência de um fabuloso acervo documental sobre a deposição do presidente João Goulart que os Estados Unidos vêm franqueando ao público desde os anos 1970, Camilo Tavares mudou seus planos e decidiu abordar a participação do governo norte-americano na conspiração que resultou em uma ditadura de 21 anos (1964 a 1985) no Brasil.

O diretor se beneficiou de três volumosos pacotes de documentos, com divulgação autorizada pelo governo dos Estados Unidos, sendo que uma parte fora obtida pelo repórterMarcos Sá Corrêa e condensada no seu livro 1964 Visto e Comentado pela Casa Branca, de 1977. Havia também as gravações sonoras, liberadas para o público em 1999, pela Biblioteca Presidencial Lyndon Baines Johnson, e os papéis e áudios difundidos em 2004 pela organização não governamental The National Security Archive. Além disso, o cineasta buscou mais informações em outras bibliotecas que conservam a memória de dois presidentes norte-americanos – John Kennedy (1961-1963) e Lyndon Johnson (1963-1969) – e em emissoras de televisão dos Estados Unidos.

Prêmios

  • St Tropez International Film Festival (França) Melhor Documentário Estrangeiro
  • 22° Arizona International Film Festival (EUA) Prêmio Especial do Júri
  • 29° Long Island Film Festival (EUA) Prêmio Especial do Júri
  • Melhor Documentário Brasileiro 2013 – APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte)

Fonte: Wikipédia

Cinerama.BC


camburiúEvento será de 6 a 13 de abril em Balneário Camboriú.
O Festival Internacional de Cinema CINERAMA.BC encerrou a fase de seleção comemorando o recorde de inscrições das quatro edições: desta vez foram 809 curtas e 188 longas metragens inscritos, vindos dos mais variados países: Bulgária, Japão, Nepal, Argentina, Noruega, Austrália, México, Macedônia, Espanha, Áustria, Coréia, Russia, França, Paraguai, Venezuela, Cuba, EUA, Itália, Suíça, Bélgica, Alemanha, Venezuela, Síria, Congo, Irã, Chile e Sérvia.

A Seleção Oficial 2014 é composta por oito curtas e oito longas-metragens inéditos no Brasil, que serão anunciados na próxima semana. O CINERAMA.BC divulga o festival ao longo do ano através de sites, grupos e imprensa especializada, e também participando in loco de outros festivais, promovendo não só o seu trabalho como a cidade de Balneário Camboriú por todo o mundo. Em 2013 os organizadores estiveram em festivais como Cannes, San Sebastian, Veneza e já nesse ano foram realizadas ações em Roterdã e Berlim.

A exemplo da última edição do festival, em abril de 2013, que contou com diretoras alemãs Frederike Jehn e Hanna Doose, este ano uma delegação belga, formada por representantes institucionais como Embaixada Belga no Brasil e Wallonie Bruxelles International e outros 15 produtores, diretores e profissionais da indústria cinematográfica belga estarão no festival. É uma oportunidade única para profissionais brasileiros e catarinenses realizarem contatos.

Garanta sua credencial e apoie o festival

O CINERAMA.BC, festival de cinema que acontece de 8 a 13 de abril em Balneário Camboriú, está fazendo uma ação no sibite.com.br a fim de arrecadar verbas para a realização de atrações extras no festival. Qualquer pessoa pode ser um colaborador, basta entrar no site e escolher a opção que mais se adequar: todas oferecem retorno, seja a credencial para todas as sessões, kits com bolsa, camiseta e pôster, agradecimentos especiais, jantar com convidados e outras vantagens. O apoio mínimo é R$ 50,00 e a meta total, R$ 22 mil.

Veja informações emwww.sibite.com.br.

 

Cineclube Mário Gusmão promove distribuição do kit “Caixa Anjo Negro”


Logomarca do Cineclube Mario Gusmão

Logomarca do Cineclube Mario Gusmão

O Cineclube Mário Gusmão, projeto de extensão vinculado ao curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, está distribuindo o projeto “Caixa Anjo Negro”, kit com um box de 4 DVDs contendo 43 curtas-metragens, extras sobre o ator Mário Gusmão, catálogo com 27 críticas e um encarte voltado para educadores/as e a relação cinema-escola.

O projeto “Caixa Anjo Negro” foi concebido dentro de uma proposta de fomento à prática cineclubista, aliando isso com a difusão de produções audiovisuais baianas de curta-metragem.

Foram produzidos 1000 exemplares do kit que estão sendo disponibilizados de forma gratuita, para cineclubes, escolas, associações culturais e demais instituições que atuam nos campos da cultura, da educação e da comunicação.

O plano de distribuição contempla preferencialmente iniciativas e organizações da Bahia, e em especial do Recôncavo Baiano. Entretanto, uma parcela dos kits também será distribuída a iniciativas de outros estados e regiões do país.

Os cineclubes e entidades interessados devem efetuar o cadastro através do línk:

https://docs.google.com/forms/d/1AOOkUvoO3uLyqAuvFGZ0Nf1EgctpBqNQe2CRPIFBSms/viewform). 

Serão priorizados projetos e instituições que mantenham cineclubes com funcionamento periódico, pontos de cultura, instituições contempladas pelo Cine Mais Cultura e Cine Mais Educação, e escolas que realizem ações na área de cinema e educação.

Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o endereço: <projetoanjonegro@gmail.com>

Marcas da Memória e Curtas CreC no retorno das atividades do CreC


crec28500Após um período de inatividade, o CreC – Centro Rioclarense de Estudos Cinematográficos – CineVídeo Roberto Palmari voltará a promover atividades cineclubistas em Rio Claro. A retomada das atividades do cineclube rioclarense, que este ano comemora 28 anos da sua fundação, será marcada pela realização da Mostra Marcas da Memória prevista para acontecer no período de  07 a 13 de abril. A Mostra será promovida pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e em Rio Claro terá também apoio da Secretaria Municipal da Cultura, da Tv Cidade Livre – Canal Comunitário e da Revista Diálogos do Sul. 

Durante este período também acontecerá a retomada do projeto “Curtas CreC” através da exibição de um programa semanal dentro da grade de programação da Tv Cidade Livre – Canal Comunitário e de uma sessão semanal na Sala de Cinema Antonio Padula Netto no Centro Cultural “Roberto Palmari”. O projeto também conta a parceria da Secretaria Municipal de Cultura e da Tv Cidade Livre e com apoio cultural da SAv – Secretaria do Audiovisual do MinC – Ministério da Cultura, do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes e do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema.

túnel do tempoResponsável pela coordenação desta atividades, o jornalista e ativista cultural João Baptista Pimentel Neto, que atualmente exerce a presidência do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema afirmou que a retomada de ações e projetos pelo CreC, tem por principal objetivo democratizar o acesso dos rioclarenses à produções audiovisuais que de não encontram espaço de exibição dentro do circuito comercial de exibição cinematográfica. Desta forma, segundo Pimentel, a programação privilegiará a exibição de filmes brasileiros, que por conta do reduzido e insuficiente número de salas de cinema em funcionamento no país, não conseguem concorrer e ser programados nas salas do circuito comercial, que historicamente são “dominadas” pela exibição de filmes americanos.

“Pouca gente sabe, mas atualmente são produzidos no Brasil cerca de 120 filmes de longa metragem e milhares de curtas e médias metragens, que por conta das deficiências da infraestrutura do circuito exibidor e da dominação exercida pela indústria do audiovisual estadunidense no nosso mercado, nunca foram vistos pela maioria da população brasileira. Nem mesmo filmes brasileiros da melhor qualidade e premiados nos mais importantes festivais de cinema e audiovisual do mundo, conseguem remover as barreira e driblar os obstáculos existentes à exibição dos filmes realizados no nosso próprio país. Assim, a maior parte dos filmes de longa metragem e com certeza a totalidade dos filmes produzidos nas últimas décadas no Brasil, acabam sendo exibidos apenas nos circuitos formados por festivais e cineclubes, o que até do ponto de vista econômico esconde uma absoluta contradição, já que tais filmes, via de regra, são realizados com recursos públicos. Ou seja, mesmo pagando a conta, é negada ao povo brasileiro a possibilidade de acesso a esta enorme produção audiovisual”.

“Depois de ficar por quase uma década afastado de Rio Claro, para minha surpresa, ao retornar, constatei que as atividades do cineclube, estavam praticamente paralisadas, o que não fazia o menor sentido, já que o CreC durante toda a sua história, além de sempre ter sido considerado como um dos mais atuantes e importantes cineclubes do país, também faz parte do Circuito Cine+Cultura e portanto, possuí todo o equipamento necessário para a realização de suas atividades. Neste contexto, e como continuo mantendo minha militância cultural, em especial, em temas relacionados ao audiovisual, decidi conversar com o pessoal da Tv Cidade Livre para me informar sobre o que estava acontecendo e constatei que os problemas existentes para uma imediata retomada das atividades eram muito pequenos e simples de resolver. Depois conversei também com o Secretário Municipal de Cultura, Sergio Desiderá que imediatamente se mostrou, mais do que disposto, entusiasmado com a proposta da retomada das atividades do cineclube. E daí ficou ainda mais fácil concretizar a proposta. E é isso que coletivamente vamos fazer.”. – concluiu.

Curta Doze e Meia apresenta filmes com tema esportivo


Cartaz-MARÇO_Curta%20Doze%20e%20Meia[1]Nesta quinta-feira (20) o Curta Doze e Meia apresenta a segunda sessão com o tema “Cinema Esportivo”, trazendo à tona discussões relacionadas ao diálogo entre cinema e esportes. Serão exibidos os vídeos “Redondo como uma bola”, “O Som do Gol”, “Handebol” e “Mens Sana in Corpore Sano”.

A atividade acontece a partir das 12h30, no auditório do Centro Cultural Correios – CCC Recife, com entrada gratuita e bate-papo após a sessão.

O Curta Doze e Meia conta com o patrocínio dos Correios, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é uma realização da Arrecife Produções e conta com o apoio do Centro Cultural Correios, do Caroé e da Sambada Comunicação e Cultura.

ASSISTA A NOSSA VINHETA: https://www.youtube.com/watch?v=XrR1Z1NmGUA  

CONECTE-SE CONOSCO:

Facebook: http://www.facebook.com/CurtaDozeMeia

Twitter: http://twitter.com/curtadozemeia

YouTube: http://www.youtube.com/user/curtadozemeia

Inscrições para o FICA até 20 de março


fica-2-okContinuam abertas as inscrições de filmes para o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o Fica 2014, que será realizado de 27 de maio e 1º de junho, na cidade de Goiás.

Os interessados devem fazer a inscrição no site até as 18 horas do dia 20 de março. Serão destinados R$ 240 mil para a premiação de filmes da Mostra Competitiva. Podem ser inscritos filmes cinematográficos, vídeos e séries televisivas com temática ambiental realizados a partir de 1º de janeiro de 2012.

O festival, uma realização do Governo de Goiás, divulga, exibe e premia obras audiovisuais de curta (até 29 minutos), média (de 30 a 69 minutos) e longa-metragem (filmes com mais de 70 minutos), nos gêneros ficção, animação ou documental, com temática ambiental, produzidas em qualquer parte do mundo. O Fica também promove ações de difusão, produção, formação e capacitação na área audiovisual.

Acesse o regulamento e a ficha de inscrição CLICANDO AQUI!

Resultado

A lista das obras selecionadas estará no site do festival até o dia 8 de abril, sendo esse prazo prorrogável a critério da organização do Fica 2014 e devidamente informado no site. O Júri de Premiação será constituído de sete membros de destacada atuação audiovisual ou ambiental e coordenado por um presidente, responsável pelas atas de reuniões, sendo as decisões soberanas e irrecorríveis.

1ª Bicicletada Audiovisual de Santos


bicicletadaCom a proposta de unir pessoas com uma bicicleta e uma câmera de qualquer formato, será realizada a 1ª Bicicletada Audiovisual de Santos, um dos eventos que celebra os 10 anos do Cineme-se (Bienal Transmídia da Experiência do Cinema) e dos 15 anos de Cineclube Lanterna Mágica.

Em sua 8ª edição, a Bienal realiza essa intervenção coletiva sobre a ocupação urbana com o objetivo de chamar a atenção para questões sobre a mobilidade urbana e outros temas relacionados ao convívio nas cidades.

A mobilização acontecerá no dia 29 de março, sábado, com concentração às 19h30, na Estação da Cidadania, localizada na esquina das avenidas Ana Costa e Francisco Glicério. A concentração contará com exibição de curtas e a realização da performance Encontros e Despedidas

Durante o trajeto, os participantes farão registros fotográficos e audiovisuais de partes da cidade e postarão em redes sociais e no blog oficial da Bienal. Além dos ciclistas, poderão participar skatistas e patinadores, basta chegar no horário e participar. Haverá uma parada de 30 minutos na Praça da Independência e seguirá até a Praça em frente ao Sesc Santos, onde será o encerramento.

O evento conta com realização do Cineclube Lanterna Mágica, do Sesc-Santos e do grupo Pedal Noturno de Santos, em parceria com o Fórum da Cidadania de Santos.

Confira a programação do dia:

Ponto de Partida (Pça. da Estação da Cidadania) – 19h30

– Projeção de cenas urbanas e curtas

– Performance: Encontros e despedidas

– Saída às 20h30

Ponto de Parada (Pça. da Independência)

– 30 minutos de registros vídeo fotgráficos

Ponto Final (Pça. do Sesc) 

21h30 – Encerramento

VII Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe / Zózimo Bulbul


Na 7ª edição serão homenageados Zózimo Bulbul e Cheik Omar Sissoko.

Na 7ª edição serão homenageados Zózimo Bulbul e Cheik Omar Sissoko.

O VII Encontro acontece no Rio de Janeiro, de 21 a 30 de março de 2014, no Cinema Odeon e no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro Afro Carioca de Cinema e pela primeira vez, com seminários no Teatro da livraria Cultura, na Cinelândia.  E ampliando o seu público para a Baixada Fluminense, no município de São João de Meriti.

No Cinema Odeon, entrada a preço popular de R$ 4,00 e no Centro Cultural Justiça Federal e na Baixada Fluminense, senha uma hora antes da programação.

Os Encontros de Cinema, que a partir desta edição leva o nome de Zózimo Bulbul, tem em 2014 a curadoria do cineasta Joel Zito Araújo e conta com a participação de Mansour Sora Wade, doSenegal, Rigoberto Lopez de Cuba. E a Direção de Arte é de Biza Vianna. A curadoria está sendo feita visando a continuação da influência marcante do olhar de Zózimo Bulbul que ao criar este projeto acreditava no poder transformador do cinema que para ele era capaz de mudar a concepção de um país.  Zózimo realizou um grande trabalho de aproximação com o cinema de países africanos e incentivou o cinema realizado por cineastas afrobrasileiros, africanos e da Diáspora, fortalecendo uma ponte de parceria com o continente africano.

Nesta 7ª edição, iremos homenagear: no Brasil, Zózimo Bulbul; na África, o diretor do Mali Cheik Omar Sissoko.

Para Joel Zito Araújo, três eixos orientam a realização do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe / Zózimo Bulbul.

1) valorizar e o incentivar o protagonismo juvenil na área de cinema apresentando uma nova geração de realizadores/as negros/as que emergem em vários pontos do Brasil.

2) dar visibilidade para um cinema criativo que se beneficia do desenvolvimento tecnológico audiovisual e produz ficções e docs em múltiplas plataformas, a baixo custo, pelas mãos da juventude brasileira, africana e da diáspora negra de várias partes do mundo.

3) assegurar a exibição de um cinema da diversidade cultural e racial, destacando o cinema negro como um dos aspectos fundamentais deste cenário.

Para Biza Vianna, os Encontros de Cinema pretendem atuar na Preservação e Memória da obra de Zózimo Bulbul, que se tornou referência para a cultura negra através do cinema.

Programação

Neste ano 2014, temos vários filmes realizados por cineastas de ponta e premiados no FESPACO 2013 – Festival Panafricano de Cinema Ouagadougou: “One Men Show”, Newton Aduaka (Nigéria); “Moi – Zaphira”, Apoline Traore (Burkina Faso); “Toiles d’araignées”, Ibrahim Touré (Mali).

Outra novidade é a inclusão de vários filmes dirigidos por mulheres: “Noire ici Blanche Las Bàs”, Claude Haffner (República do Congo); “Calipso Rose”, Pascalle Óbolo (Camarões); “Um filme de Dança”, Carmem Luz (Brasil); “Dialemi”, Nadine Otsobogo (Gabão).

Também faremos um mapeamento de diversos pontos do Brasil, trazendo jovens cineastas com seus filmes de: Maceió, Sergipe, Minas Gerais e São Paulo. Os filmes são: “Outros Carnavais”, Luiz Paulo Lima (São Paulo); “O que lembro tenho”, Rafael Barbosa (Maceió); “Qui_lombo é esse?”, Everlane de Moraes (Sergipe).

Os diretores destes filmes serão convidados especiais e estarão presentes durante o 7º Encontro. E estarão disponíveis para eventuais coletivas com os jornalistas.

Produção do 7º Encontro

Biza Vianna – Diretora-Executiva do Centro Afro Carioca de Cinema conta com a colaboração de Cátia Cruz Ângelo, que realiza o trabalho de relações institucionais e políticas com patrocinadores e apoiadores, que viabilizam a realização do evento.

Equipe de produção: Sílvia de Mendonça, Neide Diniz, Marina Alves, Ana Maria Alves.

Equipe de divulgação: Naira Fernandes, Adriana Baptista, Janaína Refém.

Assessoria de Imprensa: Bia Saldanha e Rozangela Silva

Patrocínio: Prefeitura do Rio

 

Apoios

Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro
SUPIR – Superintendência de Igualdade Racial
Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos
Cinema Odeon Petrobras
Livraria Cultura
Cine Maison
Embaixada da França no Brasil
Centro Cultural da Justiça Federal

ESTRUTURA 2014

O VII Encontro, Zózimo dizia que seria o maior!!!

Não sei se é o maior, mas ele vem com uma FORÇA GRANDE DE TRANSFORMAÇÃO – DE CONTINUIDADE através das análises da importância e do pioneirismo deste projeto e também como os Encontros fortificaram a existência de outros projetos pelo Brasil que enfocam o cinema negro como prioridade. Segundo Zózimo, o cinema que privilegia o olhar do realizador negro.

Deste 21 de março, data que Zózimo tanto valorizava, até o dia 30 do mesmo mês, o Encontro terá características interessantes.

1)    Desta vez estará presente o Diretor-Geral do FESPACO, Michel Ouedreogo – já convidado outras vezes. Tenho certeza que sua presença é política, no sentido de reforçar o trabalho que Zózimo desenvolveu pela valorização do cinema africano no Brasil. Esta atitude nos dá esperança que através do Centro Carioca de Cinema possamos manter viva esta ponte levando mais pessoas à África.

2)    Temos o nosso convidado de honra, que é o Cheick Oumar Sissoko, do Mali, que é um dos mais importantes realizadores africanos – um militante como Zózimo – que faz do seu cinema um meio político de diálogo com o mundo.

3)    Temos o protagonismo feminino demonstrado através de cinco filmes realizados por mulheres africanas, onde três são premiados no último FESPACO.

4)    Pela primeira vez temos cineastas nigerianos do cinema de Nollywood, que virão falar deste movimento e da realidade do cinema da Nigéria.

5)    Quanto ao nosso Brasil, a Mostra Nova Geração é uma novidade (Viviane Ferreira, Rafhael Barbosa, Ceci Alves, entre outros).

6)    E com muito prazer, apresentamos os filmes de: Carmem Luz, Luís Antônio Pilar, Luis Paulo Lima, Flávio Leandro, Dudu Fagundes, entre outros.

7)    Todos estes itens sob a regência impecável de Joel Zito Araújo, que assina a curadoria do 7º Encontro.

O Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe / Zózimo Bulbul está recheado de boas oportunidades para desenvolver e seguir a luta e o sonho que Zózimo realizou e que nos deixou como herança de continuidade.

Fonte: Centro Afro Carioca de Cinema

Circuito de Exibição Marcas da Memória


Memórias reveladas 5A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça realiza na semana de 07 a 13 de abril de 2014, em todo o Brasil, exibições dos filmes que financiou as edições através de seus editais, sobre o tema das violações de direitos humanos por crimes de lesa humanidade praticados por agentes de estado durante os regimes autoritários e militares que vivemos no Brasil ao longo do século XX, com destaque para o período compreendido entre 1964 e 1985.

Para execução da tarefa, a Comissão está contactando produtores culturais, cineclubistas, cineastas, centros culturais comunitários, escolas, instituições de direitos humanos e de memória, propondo-lhes que na respectiva semana realizem essas exibições. Os filmes serão enviados a cada parceiro pelo correio. Para receber os filmes será necessário que o interessado remeta seu endereço para correspondência para o e-mail da coordenadora geral da atividade, Rosane Cavaleiro (rosane.cruz@mj.gov.br) ou que entre em contato pelos telefones  (61) 2025-9470 e/ou (61) 9167-4347.

Embora a primeira rodada de exibição dos filmes deva ser concentrada na semana de 07 a 13 de abril, as exibições podem ser feitas por tempo indeterminado.

A Comissão solicita ainda que, havendo possibilidades, os pontos de exibição registrem as atividades promovidas, já que os organizadores pretendem que estes registros façam parte da documentação e do acervo permanente do Memorial da Anistia que está sendo construído em belo Horizonte, MG.

Para maiores informações sobre o projeto e os filmes que estão sendo disponibilizados, CLIQUE AQUI!

Circuito Tela Verde


circuito-videoFilmes selecionados para o Circuito Tela Verde serão exibidos em 1.314 cineclubes e espaços culturais espalhados pelo País.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) selecionou 39 vídeos socioambientais que serão exibidos este ano em 1.314 espaços durante a 5ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente, o Circuito Tela Verde. Os filmes tratam de resíduos sólidos, preservação da fauna, consumo sustentável, biodiversidade, comunidades tradicionais, indígenas, unidades de conservação, agricultura familiar, desmatamento, entre outros temas.

A quinta edição está prevista para acontecer na Semana do Meio Ambiente, no começo de junho. “A cada edição os vídeos chegam até nós com mais qualidade, pois os filmes servem de instrumentos educadores que ajudam a potencializar as ações desenvolvidas nas instituições”, comemora a diretora substituta de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão. “Também estamos conseguindo ampliar e diversificar os espaços exibidores, priorizando aqueles ligados à cultura e à educação”. Ela lembra que esta edição esticou o prazo de envio dos vídeos e do cadastramento das instituições justamente para ampliar a participação.

Falta de água

Do total de 100 vídeos inscritos, 39 foram selecionados seguindo critérios como ligação com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), abordagem crítica, qualidade de som e imagem. Um exemplo é o documentário “Desafogando a água”, produzido pelos alunos do Ensino Fundamental II da Escola Governador André Franco Montoro de Itapevi (SP), que aborda o paradoxo entre a frequente falta de abastecimento de água na escola e a existência de uma nascente nas proximidades.

Outro curta-metragem conta a história de um antigo caçador que se tornou um forte aliado da conservação da biodiversidade. Já o filme “Albatroz – um projeto pela vida” fala dos albatrozes e petréis, que são aves ameaças de extinção, e apresenta atividades de educação ambiental marinha. A sinopse de cada filme está disponível neste link. Os vídeos selecionados fazem parte de um kit formado também por cartazes e orientações para realização da mostra, que o MMA enviará para cada instituição cadastrada como espaço exibidor.

Sem fronteiras

Para esta quinta edição, foram cadastrados 1.314 espaços – incluindo as Salas Verdes, projeto do MMA que consiste no incentivo à implantação de espaços socioambientais para atuar como potenciais centros de informação e formação ambiental. Uma novidade é a participação de uma instituição de Portugal. “Este ano contamos com um espaço fora do país e esperamos, assim, ampliar o alcance do circuito”, afirma Renata Maranhão.

Muitas instituições também usarão o material para capacitações internas e em suas TVs públicas, o que garante maior alcance do conteúdo. A diretora explica que as realizações passarão, inclusive, em espaços nas cidades-sedes da Copa do Mundo. “Isso mostra a importância de inserirmos a pauta socioambiental em eventos estratégicos”, enfatiza. Confira os espaços participantes.

Sobre o Circuito

O Circuito Tela Verde é uma iniciativa dos ministérios do Meio Ambiente e da Cultura, por intermédio da Secretaria do Audiovisual. A iniciativa atende à demanda por materiais pedagógicos multimídias sobre a temática socioambiental.

O objetivo é divulgar e estimular atividades de educação ambiental, participação e mobilização social por meio da produção independente audiovisual, no contexto da educomunicação.

A primeira Mostra do Circuito Tela Verde aconteceu entre julho e agosto de 2009. Foram exibidas 30 curtas-metragens em 250 espaços exibidores, alcançando 46 mil pessoas. Em 2010 aconteceu a segunda edição.

Foram exibidas 67 produções em 1.100 espaços espalhados Pelo país, atraindo mais de 300 mil pessoas. A 3ª Mostra Circuito Tela Verde aconteceu em 2011 em 2 mil espaços exibidores que exibiram 82 vídeos. Em dezembro de 2012 aconteceu a quarta edição, em 1.500 espaços.

>> Saiba mais.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente