Acervo da Tv Cultura do Amazonas será recuperado


Luiz Guilherme Melo*

Tv Cultura do AmazonasA importância da conservação de um acervo consiste em manter viva a memória histórica de determinados fatos. Um projeto, coordenado pelo professor doutor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Otoni Moreira de Mesquita quer organizar, higienizar e digitalizar 320 fitas do acervo audiovisual da TV Cultura do Amazonas. As fitas do acervo (a serem recuperadas) contêm registros e gravações de programas televisivos dos mais variados gêneros que foram ao ar entre os anos 1970 e 1990.

O projeto, chamado “Higienizar, digitalizar e catalogar o acervo da TV Cultura do Amazonas – 1970 a 1990”, conta com um apoio da Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) de R$ 298.760 mil, que serão investidos ao longo de 12 meses.

Mesquita falou um pouco a respeito da recuperação e digitalização do acervo audiovisual da TV Cultura do Amazonas.

Quem será o público-alvo que irá se beneficiar desses arquivos recuperados?

Otoni Moreira de Mesquita – Acreditamos que o produto resultante atenderá a um público bem amplo, pois além dos pesquisadores de várias áreas das ciências humanas, sobretudo história, comunicação, antropologia, artes e outras, atenderá aos profissionais de jornalismo, aos documentaristas e à população em geral, além de especialistas em outras áreas eventualmente abordadas pelas matérias e documentários. Para aqueles que viveram no período correspondente às gravações, terão uma rara oportunidade de reavivar a memória, não apenas como um sentimento de nostalgia, mas como reconhecimento e valorização de nossos traços culturais. Enquanto que para as novas gerações, o conteúdo destas gravações pode ser uma oportunidade ímpar de conhecer um pouco mais das manifestações locais que podem servir de referências e inspirações para as futuras produções das mais diferentes áreas. Em última instância, a recuperação deste material deverá estimular investigações que até então não ocorreram e poderão contribuir para a discussão em torno de nossa identidade cultural.

Devido ao estado de conservação em que se encontram, os conteúdos gravados permanecem ilegíveis. Quanto tempo demora para recuperar uma fita dessas?

O.M.M. – Não podemos precisar ainda; somente uma empresa especializada diante de cada uma das fitas poderia determinar com exatidão o tempo de recuperação. Mas o certo é que não é uma coisa muito rápida como gravar um CD ou baixar um dado da internet, pois o processo de transcrição de dados contidos em uma fita de vídeo corresponde ao mesmo tempo do registro da gravação que ela contém.

Já é possível prever quais serão as maiores dificuldades na recuperação dessas fitas? Há alguma fita em estado crítico?

O.M.M. – Em função do estado avançado de deterioração do referido acervo, é previsível que parte das fitas selecionadas para serem recuperadas venha demandar um pouco mais de tempo ou exigir um processo mais caro para sua desinfecção. Em função disso, o cronograma de limpeza foi dilatado e utilizou-se como base um cálculo mais aproximado e mais elevado para o serviço de recuperação. Acreditamos que as colônias de fungos instaladas nas fitas não sejam um grande problema a ser resolvido por uma empresa especializada. Contudo, nosso maior temor é que os conteúdos de algumas fitas não correspondam às indicações contidas em suas capas. Há menções a períodos de crise financeira na emissora, em que o único recurso era a reutilização indiscriminada das fitas gravadas. Assim, é possível que significativos registros tenham sido perdidos sob gravações de fatos corriqueiros.

As fitas a serem recuperadas contêm registros e gravações de programas televisivos dos mais variados gêneros. Há um gênero televisivo predominante nesse arquivo – por exemplo, telejornais?

O.M.M. – A identificação prévia não é completamente precisa, pois muitas fitas não se encontram identificadas e não há instrumentos que permitam ler os seus conteúdos. Mas a lista indica uma grande diversidade de programas. Porém, ressalta-se a produção de programas educativos, tanto para crianças quanto para adultos. Há uma grande quantidade de programas musicais apresentando valores locais, além de outras produções, que ressaltam os valores da cultura amazônica. Além de alguns documentários e muitas matérias jornalísticas com uma diversidade de temas e programas de entrevistas, destacando o debate com políticos locais.

Na sua visão, qual é a importância de se recuperar essas fitas?

O.M.M. – É inquestionável o valor histórico contido nesse material, antes mesmo de sua recuperação. São documentos sonoros e visuais (memória visual), carregados de informações e indícios a serem interpretados, pois ainda que se trate de uma história relativamente recente, parte dela já se diluiu na memória daqueles que a vivenciaram. Portanto, sua recuperação deve ser interpretada como uma significativa contribuição para a memória e a identidade cultural local. Para os pesquisadores, se trata de um material raro, sobretudo, se considerarmos a grande lacuna existente quanto aos estudos referentes ao período. Pois, devemos ressaltar, que entre os anos 1970 e 1990, ocorreram drásticas transformações em todos os segmentos da sociedade amazonense. Esse processo de atualização foi muito rápido e pouco pensado, provocando a exclusão de elementos culturais que deixaram um grande vácuo ou perderam completamente o sentido, perante os novos espaços e ritmos que a cidade configurou.

Quais são as suas expectativas quanto aos benefícios que a recuperação dessas fitas trará para a ‘memória cultural’ do Estado do Amazonas?

O.M.M. – Minhas expectativas quanto à recuperação desse material é bastante otimista, pois entendo que, ao torná-lo legível novamente, passamos a ter uma nova oportunidade de reler e interpretar nossa história recente. De qualquer forma, é uma maneira de recuperar parte da memória e fixar valores, refletindo um pouco mais sobre a identidade local e regional. Mesmo que haja o conflito entre um passado devidamente editado e um presente caótico e difícil de lidar perante as transformações que geraram a nova sociedade que se instalou e se desenvolveu no lugar. Do ponto de vista do futuro, penso que o material poderá contribuir com uma visão mais rica e representativa de uma população que era tão menor e tão expressiva em seus movimentos culturais. Portanto, poderá revelar algumas surpresas para as novas gerações e para aqueles que chegaram mais recentemente. Como matéria-prima para as futuras construções, penso que essas fontes a serem reveladas poderão gerar uma diversidade de trabalhos, documentários etc. Ainda que se trate de uma história relativamente recente, acreditamos que o material a ser revelado é bastante significativo para a memória de vários segmentos culturais e mesmo políticos. A música e o teatro locais são temas frequentemente abordados, com imagens raras, assim como entrevistas e documentários, cujas leituras certamente possibilitarão melhor compreensão de nossa realidade cultural.

***

Luiz Guilherme Melo é jornalista e estudante de Letras da Universidade Federal do Amazonas

ABPITV e APEX garantem participação no MIPCOM


abpitvCom uma delegação de 41 empresas, representadas por 71 profissionais, o programa internacional para promoção de conteúdo audiovisual independente Brazilian TV Producers (BTVP) – parceria da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – participa pela décima vez do MIPCOM, que este ano acontece de 7 a 10 de outubro, em Cannes, na França.

Vinte e quatro produtoras de São Paulo farão parte da comitiva organizada pela ABPITV, por meio do seu projeto internacional BTVP, e terão a oportunidade de impulsionar ainda mais a indústria brasileira de conteúdo audiovisual. São elas a 44 Toons, Boutique Filmes, Chatrone, Cinefilm, Cinema Animadores, Duo2, Elo Company, Estilingue Filmes, Grifa Filmes, Input | artesonora, LF & Associados, Martinelli Films, Mauricio de Sousa Produções, Medialand, Mixer, Moonshot Pictures, Mosquito Project, Playground Serious Fun, Prodigo Films, Sato Company, Split Studio, Studio Sumatra, Teleimage e TV PinGuim.

Durante todos os dias do evento, no estande do BTVP, serão promovidos encontros de negócios, sessões de networking e diversas ações de relacionamento estratégicas para as produtoras brasileiras. Durante a passagem do Brazilian TV Producers pela Europa, os representantes da associação irão ainda divulgar e convidar delegações internacionais para a quarta edição do RioContentMarket, evento de conteúdo audiovisual multiplataforma da América Latina, que acontece de 12 a 14 de março de 2014, no Rio de Janeiro.

Para estreitar o relacionamento com outros mercados e estimular o fechamento de parcerias com o Brasil, os produtores brasileiros terão rodadas de negócios com empresas do Reino Unido, Catalunha, Argentina e África do Sul. Esses encontros de negócios são previamente organizados pelo BTVP em parceria com a PACT (Reino Unido), Catalan Films&TV (Catalunha) e INCAA (Argentina) e ATFT (África do Sul) – entidades ligadas a empresas que atuam nos seguimentos de produção, distribuição, sales agent, crossmedia, publishing, production service.

Além do MIPCOM, empresas brasileiras especializadas em conteúdo infantil e de animação, estarão presentes no MIPJunior, que acontece nos dias 5 e 6 de outubro, e reúne executivos dos maiores canais e distribuidoras do mundo.

Rota Cine continua democratizando o acesso ao audiovisual


39089160_projetorotacinems640Nesta semana, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realizou exibições gratuitas para alunos do ensino fundamental das escolas públicas de Bonito. Na programação uma Mostra Brasileira de Animações Infantis.

As sessões aconteceram no período vespertino nas escolas de ensino fundamental Izaura Pinto Guimarães, Durvalina Dornelles Teixeira, Vitalina Vargas Machado, João Alves de Arruda e Manoel Inácio de Farias. De acordo com Lidiane Lima, coordenadora do Núcleo de Audiovisual da Fundação de Cultura.

O projeto Rota CineMS selecionou curtas que abordam assuntos, situações, paisagens, trilha sonora e personagens da cultura popular brasileira. Os filmes fazem parte da programação Mostra de Animação Infantil Brasileira, que proporcionam ao público o acesso a essa rica arte produzida em nosso país. Além dessa mostra de animação, o projeto também contempla o público com longas-metragens, sempre com a intenção de difundir o cinema brasileiro.

Por possuírem conteúdo sensível e inteligente, as produções nacionais selecionadas são ricas em mensagens positivas e reflexivas, que representam nossa sociedade e cultura e ajudam as crianças e os adultos a exercitarem a imaginação e a valorizar a cultura nacional.

Cinema no interior

O Rota CineMS, o cinema itinerante da Fundação de Cultura, tem como objetivo difundir o cinema brasileiro e regional. O projeto, que desde 2006 leva a arte do audiovisual para os municípios, já foi visto por mais de 30 mil moradores de cidades do interior que não tinham acesso a nenhuma sala de exibição, promovendo o conhecimento e o reconhecimento da nossa identidade cultural.

Serviço: Outras Informações no Núcleo de Audiovisual da Fundação de Cultura, com Lidiane Lima, pelo telefone 3316-9166 pelo e-mail audiovisual.fcms@gmail.com.

Sem conseguir financiamento TV privada fecha no Zimbábue


434222048_27193d880cUm canal de televisão privado do Zimbábue, fundado em julho para cobrir as eleições, vai suspender as suas emissões neste sábado por falta de financiamento, anunciaram os seus dirigentes num comunicado, citado pela AFP

“Devemos interromper as emissões para encontrar novos recursos e programas”, indicou First TV, que emite no Zimbábue por satélite e Internet.

O canal privado apresentou-se com a ambição de fornecer “informações factuais e imparciais” para fazer contrapeso ao audiovisual público.

O Zimbábue conta com um canal de televisão e quatro rádios públicos.

Nos anos 90, duas televisões privadas haviam tentado a sua sorte no Zimbábue, mais ambas renunciaram por dificuldades financeiras.

Argentina cobrará tarifa para filmes estrangeiros exibidos no país


downloadArgentina cobrará uma tarifa aos filmes estrangeiros que forem exibidos nas telas do país com o objetivo de promover o cinema nacional, segundo uma resolução publicada nesta terça-feira no Diário Oficial.

A presidente do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (INCAA), Liliana Mazure, assinou a resolução na qual se estabelecem taxas que as produtoras deverão pagar em função do número de salas onde os filmes estrangeiros serão exibidos, assim como de sua localização.

Na cidade de Buenos Aires os filmes estrangeiros deverão pagar uma tarifa desde o equivalente a 300 ingressos de cinema pelo total de telas nas quais serão exibidos, quando as cópias não forem mais de 40, até o valor de 12 mil ingressos quando forem distribuídas mais de 161 cópias do filme.

Para poder serem exibidos no resto do país, as taxas caem para a metade.

O valor do ingresso será uma média do preço de mercado das salas comerciais de exibição da capital argentina, que será publicado bimestralmente pelo INCAA.

As entradas para o cinema nas grandes cadeias comerciais de salas de exibição na Argentina custam entre US$ 3,8 e US$ 9, dependendo dos dias e horários.

do Acaso uma ova


Aline Bei*

li_cunxin-300x298Esse roteiro vai pra todos aqueles que não acreditam em coincidência, mas sim em desTino ou em qualquer coisa que fique entre sentir-se em sintonia com o mundo e estar de ouvido atento à inTuição.

Se temos algo de sagrado no Corpo,

essa Coisa é

 

por certo

a Intuição.

Eu sempre tentei ouvir a minha. E toda vez que consegui, prometo, milagres aconteceram. Não do ponto de vista da grandiosidade externa, claro,

mas

muito mais

da perspectiva da inTerna. É preciso

urgentemente

saber Perceber.

 

O ACASO UMA OVAComprei o DVD do filme O último dançarino de Mao em um momento totalmente atípico. Um dia de crise tremenda. Eram umas onze horas da manhã de uma quarta feira. Eu tinha acabado de ter uma discussão terrível com a minha mãe. Terrível mesmo,

uma das piores. Não por causa do volume ou da intensidade, mas

simplesmente

porque eu estava muito fraca naquele dia. Já não aguentava mais viver numa casa tão diferente de mim. Cheguei no meu limite e, no meio da confusão, decidi sair para tomar um ar. Fui a pé.

Eu estava me sentindo bastante mal. Revirada, agonizante.  Não conseguia suportar nem o olhar dos Estranhos da rua. Saí completamente sem rumo e acabei descendo a esquina da minha casa.  Parei na frente da locadora de filmes.

Cacete.

Isso

Só pode ser meu corpo

Tentando me ajudar. Explico:

Os filmes

sempre me acalmaram. Nos momentos mais sufocantes eles me deram a resposta, nunca fácil, de seguir em frente. São como verdadeiras

bússolas

pra mim.

Dito isso,

prossigo: Eu parei na frente da locadora. E entrei, claro,  por tudo o que disse antes à vocês.  Comecei a dar uma olhada nos filmes pra vender e O último dançarino de Mao caiu na minha mão. Ou eu caí na dele, não

sei. Sei que,

no instante em que olhei pra capa e li a frase

 

Antes de poder voar,

você tem que ser livre.

 

cara,

nesse momento

eu soube que o filme

era pra mim. Estava ali me esperando, porra, absolutamente pra mim. E assim foi. Aprendi uma vida com ele.

O longa conta a história verdadeira do bailarino chinês Li Cunxin, que deixou o seu país Comunista para dançar nos EUA e lá

virou estrela.

Li se apaixonou pela liberdade que a América oferecia.  O filme

é inspirado na biografia do bailarino, escrita por ele mesmo, pra contar essa história tão bonita. Os conflitos políticos e ferrenhos, as diferenças culturais e o seu relacionamento com a família criaram diversos problemas pra ele, mas o seu amor pelo Balé o fez enfrentar tudo para conseguir estar aonde ele realmente queria.

Daí eu percebi o quanto a vida é feita de metáforas. E o quanto as história dos outros pode ajudar

Tremendamente

A nossa própria.

Não foi fácil para o Li, tão pouco será pra mim. Mas

como o Mestre do bailarino dizia,

devemos fortalecer nosso corpo. Só assim ele se tornará leve o suficiente para voar.

Fonte: Oitava Arte

http://www.oitavaarte.com/?p=2014

Cineserra – Festival do Audiovisual da Serra Gaúcha


logo_cineserra-01A primeira edição do Cineserra – Festival do Audiovisual da Serra Gaúcha contará com a exibição de 26 obras audiovisuais que estarão concorrendo na mostra regional, que acontece de 18 a 21 de outubro de 2013 em Caxias do Sul. São nove filmes de ficção (curtas e média-metragem), 11 documentários e seis videoclipes, produzidos nas cidades de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Flores da Cunha, Garibaldi e Carlos Barbosa entre janeiro de 2010 e dezembro de 2012. Haverá premiação aos melhores de cada categoria, num total de 20 prêmios.

Além da mostra, o evento terá dois workshops de capacitação para a produção cinematográfica, ministrados por profissionais reconhecidos pela indústria nacional do cinema, além de uma palestra com a cineasta Juliana Reis, seguida de exibição de seu primeiro longa-metragem, ‘Disparos’. Os nomes dos ministrantes dos workshops estão em processo de confirmação.

Roteiristas, produtores, diretores e cinéfilos em geral podem curtir a página do Cineserra no Facebook (www.facebook.com/festivalcineserra) e acessar o blog www.cineserra.blogspot.compara acompanhar todas as informações sobre o festival, incluindo a programação completa.

O Cineserra tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Caxias do Sul, com apoio cultural da Randon, Racon e FSG.

36º Festival Guarnicê de Cinema


GuarniceA Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais, divulga a relação dos 38 filmes e vídeos digitais de curta, média e longa-metragem que vão concorrer na 36a edição do Festival Guarnicê de Cinema, que começa dia primeiro de outubro na capital maranhense.

Auditório Central da Cidade Universitária da UFMA, no campus do Bacanga, será o centro de confluência de quem faz, estuda e aprecia Cinema durante os 4 dias em que o festival será realizado, com toda a programação gratuita.

Com apresentação da Petrobras, o 36º Festival Guarnicê de Cinema é uma promoção e realização da Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão e Fundação Sousândrade. Com patrocínio do Banco do Nordeste, Vale e Petrobrás o festival conta com apoio da Rádio Universidade FM.

A comissão de seleção foi formada pela professora do Departamento de Artes da UFMA, Luisa Maria Pereira Osório da Fonseca; as graduandas em Comunicação Social da UFMA e integrantes da equipe do Projeto Memória Guarnicê DAC/TV-UFMA/FAPEMA, Solange Barbosa de Araújo e Zoraia Orbacz (Rádio e TV), e Nathália Rodrigues Rocha (Relações Públicas), além do fotógrafo e membro da Associação Brasileira de Documentarista (ABD/MA), Paulo Socha.

Assembléia Legislativa de Pernambuco aprova projeto criando o Dia Estadual do Cineclubismo


foto (14)A Lei nº 15.072 foi sancionada pelo Governador do Estado, Eduardo Campos, no último dia 5 de setembro e publicada no Diário Oficial no dia seguinte.
O Dia Estadual do Cineclubismo virou Lei e será comemorada no dia 16 de julho, data que marca a fundação da Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) da qual o editor deste Observatório, João Baptista Pimentel Neto é um dos fundadores.

O dia 16 de julho passa assim a integrar oficialmente o calendário de eventos de Pernambuco, não sendo considerado, no entanto, feriado, porém, a data assume um importante papel ao referendar as ações que a FEPEC vem desenvolvendo desde 2008, ano de criação da entidade. Atualmente existem 87 cineclubes filiados, destes, cerca de 40 estão em atividade nas diversas regiões administrativas do estado.

“Nunca em sua trajetória o movimento cineclubista pernambucano teve tantos cineclubes coexistindo, e a maior parte deles interligados através da FEPEC, gerando assim um momento único na trajetória do cineclubismo nacional desde a década de 1930”, aponta o Presidente da FEPEC, Gê Carvalho.

foto (13)Ao longo dos últimos cinco anos, a entidade vem acumulando sucessivas conquistas que alçam a entidade como referência nacional de articulação e fomento da prática cineclubista. Carvalho enfatiza ainda a importância dos espaços cineclubistas na formação de realizadores audiovisuais. “Iremos comemorar todo ano, não só o Dia Estadual do Cineclubismo, mas uma história de formação da filmologia do cinema pernambucano, tendo em vista que a maioria dos cineastas pernambucanos é fruto do ambiente cineclubista em diferentes momentos históricos”.

O Projeto de Lei do Dia Estadual do Cineclubismo foi encaminhado pelo deputado Clodoaldo Magalhães (PDT), responsável também pelo Projeto de Lei nº 617/2011, que conferiu o título de Utilidade Pública à FEPEC, em 28 de março de 2012.

Lamentável: “Projetores provocam cancelamento da exibição de “Pobres Diabos” na abertura do Festival de Brasília


festival de brasília

Problemas na projeção provocaram a interrupções e, finalmente, o cancelamento da exibição do filme de Rosemberg Cariry na abertura do 44 Festival de Brasília. O fato revoltou o público presente  no recém reinaugurado Cine Brasília.

A sessão de abertura da mostra competitiva do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no recém-inaugurado Cine Brasília, foi interrompida por problemas técnicos, na noite desta quarta-feira (18/9). O diretor do longa de ficção cearense Os pobres Diabos, o amigo, cineasta, escritor e poeta Rosemberg Cariry, deixou o cinema aos prantos: “Lamento muito, peço desculpas ao público. Prezo muito o festival e infelizmente isso foi ocorrer comigo” – desabafou Cariry.

Segundo Sergio Fidalgo, coordenador do festival, o problema ocorreu em um novo projetor, que usa tecnologia chamada DCP (Digital Cinema Package). “Estou arrependido de ter adotado o formato. O problema pode voltar a ocorrer nas próximas sessões e não sabemos como vai ser. Não tenho nenhuma segurança de que vamos resolver a questão até o final do festival”, disse. Ainda segundo, Fidalgo, o filme será reexibido em sessões gratuitas (para imprensa, júri e públco em geral), ainda sem datas definidas.

O problema ocorrido e a resposta oferecida por Fidalgo, demonstram que infelizmente em Brasília a palavra incompetência não causa maiores consequências, já que caso a profecia de Fidalgo se realize, um dos mais antigos e importantes festivais do cinema brasileiro, simplesmente não acontecerá, gerando prejuízos culturais e financeiros aos cofres das viúvas que patrocinam o evento.

Segundo os técnicos de projeção o filme teria sido testado, sem problemas durante a tarde, mas não souberam detalhar o que ocorreu. Aguardam a chegada do supervisor para fazer uma avaliação. Lamentavél. Nossa solidariedade ao amigo Rosemberg Cariry.

 

Cine Ieda Beck comemora aniversário do Funcine de Florianópolis


CCIB_18 set 2013 WEBEm cartaz, dois os filmes que foram contemplados pelo edital do Fundo Catarinense.
 
Em comemoração aos 24 anos do Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis (Funcine), o Cineclube Ieda Beck realiza nesta quarta-feira, 18 de setembro, às 20 horas, uma sessão especial pela passagem do aniversário. Serão exibidos o premiado Qual queijo você quer?, de Cíntia Domit Bittar e Bolachas, de Marco Martins, realizados com recursos do Edital de Produção Audiovisual Armando Carreirão, realizado anualmente pelo Funcine.
Qual queijo você quer? narra a história de um casal. Margarete é uma senhora de setenta e cinco anos que tem um súbito ataque de raiva quando seu marido – de mesma idade – pergunta se ela pode trazer um queijo da venda. O documentário Bolachas aborda as bandas de rock de Santa Catarina, com foco nos grupos que conseguiram fazer sua marca e materializar sua música no disco de vinil, hoje valorizado pela cultura dos colecionadores de “bolachas”.
FUNCINE -SC
Criado em 2004 e instituído por decreto, o edital homenageia o cineasta catarinense Armando Carreirão, falecido em 2007. Carreirão foi um dos precursores do cinema em Florianópolis. Foi presidente do primeiro cineclube de SC e pôs em prática o que na época ainda parecia um sonho, rodar em Florianópolis um longa-metragem que se chamou O Preço da Ilusão, em 1957.
O edital do Funcine surgiu para suprir as necessidades de mercado, além de dar a oportunidade para novos realizadores, já que se trata de um edital de baixo orçamento. E vem se consolidando no cenário cultural da cidade de Florianópolis, já que a cada ano aumenta significadamente o número de projetos inscritos. Este ano ele ainda não foi lançado, mas a diretoria está dialogando com a prefeitura no sentido de realizar o prêmio em 2013.
O cineclube Ieda Beck funciona no casarão do Instituto Arco Íris/Cinemateca Catarinense, no Centro de Florianópolis. Criado em 2009 e voltado para a produção de cinema realizada em Santa Catarina, o Cine Ieda Beck é realizado pela Cinemateca Catarinense e pela Travessa Cultural, com o patrocínio do Fundo Municipal de Cinema (Funcine) e Prefeitura Municipal de Florianópolis.
 
O quê: exibição de Qual queijo você quer?, de Cíntia Domit Bittar e Bolachas, de Marco Martins. Quando: quarta-feira, dia 18 de setembro, às 20h. Onde: Cinemateca Catarinense/Instituto Arco-Íris. Travessa Ratclif, 56, Centro, Florianópolis.Quanto: gratuito.

Festival de Audiovisual de Belém


2013-09-16-fab-festival-de-audiovisual-belemFestival de Audiovisual de Belém (FAB) será realizado de 17 a 20 de setembro no Cinema Olympia e é patrocinado pelo Banco da Amazônia.

Durante as Mostras Competitivas o público poderá votar nas obras e definir quais os melhores vídeos do Festival. Além disso, os responsáveis pelas obras que estiverem presentes no Olympia serão convidados a comentá-las brevemente antes da exibição.

As inscrições para o Seminário de Audiovisual de Belém são gratuitas e todos os participantes receberão certificados.

Confira a programação completa do FAB 2013:

∎ 17 DE SETEMBRO

• 19h – Mostra Não Competitiva de Vídeos de Bolso

– “Ruídos”, 1’21”

– “Olho de Cutia”, 1’14”

– “O lado oculto da floresta”, 1’01”

– “Pessoal, vem ver a preguiça”, 1’16’

• 19h10 – Abertura oficial do Festival de Audiovisual de Belém

• 19h40 – Exibição de Curtas Paraenses Convidados

– “Ervas e Saberes da Amazônia”, 23’, Zienhe Castro;

– “Muragens – Crônicas de um muro”, 12’11”, de Andrei Miralha;

– Lançamento do curta-metragem “Eu moro aqui – histórias dos povos das florestas do Norte do Brasil”, de Fernando Segtowick e Pedro Afonso.

• 20h30 – Coquetel

18 DE SETEMBRO

• 15h – Seminário de Audiovisual de Belém (“Os desafios das Campanhas Publicitárias Audiovisuais”), com Ronaldo Salame, Luis Aravena Iturriaga (SB Virtual), Renato Malcher (Cesupa)

• 16h30 – Mostra Competitiva de Campanhas Publicitárias

– Dia dos Namorados Richards, 2013, Rio de Janeiro, 1’15”

– Livro Interativo sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta – ILFP, 2012, Pará, 0’35”

• 16h45 – Seminário de Audiovisual de Belém – Palestra e bate-papo com Sérgio Rizzo (Folha de S. Paulo/ Academia Internacional de Cinema/ FAAP-SP) sobre Crítica Cinematográfica na Contemporaneidade.

• 17h45 – Comentários sobre críticas cinematográficas selecionadas para o Festival

– “De boas intenções…” (sobre o filme “Belém aos 80”, 2007). Autor: Dário Façanha Neto;

– “O verde do jambeiro” (sobre o filme Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista, 2012). Autora: Aline Figueiredo de Albuquerque.

• 18h30h – Mostra de Videoclipes/ Votação do Público

– Memórias Mortas – Ut Opia, Pará, 3’29’’

– Time is Money – D’NAIPES, São Paulo, 4’33’’

– Abra os olhos – Kararoots, Sergipe, 4’26’’

– Passou e não me viu – Álibi de Orfeu, Pará, 5’09’’

– Forasteira – Robson Farah, Rio de Janeiro, 4’55’’

• 19h – Mostra de Curtas-Metragens/ Votação do Público

– Quebra de contrato – Ficção, Rio de Janeiro, 20’

– O anônimo – Ficção, São Paulo, 6’45’’

– Iara na terra do tecnobrega – Ficção, Pará, 5’30″

– Ópio – Ficção, Rio de Janeiro/Rio Grande do Sul, 13’16”

– Espelho e Silêncio – Experimental, Pará, 9’37’’

– Estação Bahia – Documentário/Experimental, Brasil/Cuba, 14’

– Tecnicolor – Pará, Ficção, 5’14’’

– Cancha – Antigamente era mais moderno – Documentário, Paraíba, 18’

– Epitáfio – Ficção, Pará, 8’28’’

19 DE SETEMBRO

• 15h – 16h30 – Seminário de Audiovisual de Belém (O ver e o viver através do Videomapping)

Roberta Carvalho, Enderson Oliveira (mediador)

• 16h45 – 18h15 – Seminário de Audiovisual de Belém – Cinema de animação e produção audiovisual contemporânea

Sérgio Rizzo (Folha de S. Paulo/ Academia Internacional de Cinema/ FAAP-SP), Andrei Miralha (Fundação Curro Velho), Ana Carolina Almeida (mediadora)

• 18h30 – Mostra de Videoclipes/ Votação do público

– O Bom – Banda Tipity, Pará, 5’32’’

– Obrigado Tempestade – Hateen, São Paulo, 5’36’’

– O que você quer escutar? – Gu Siqueira e Offbeat, Campinas, São Paulo, 3’40’’

– Verde Mar – Álibi de Orfeu, Pará, 4’20’’

– Verão na VR – Sistema Negro, Campinas, São Paulo, 6’26’’

• 19h – Mostra de Curtas- Metragens/ Votação do público

– Derredor – Ficção, Sergipe, 18’42

– Belém à vapor – Documentário, Pará, 5’

– Reencontro – Ficção, São Paulo, 18’06

– Non Plus – Ficção, Brasil/ França, 7’

– Cosp Tinta Crew – Arte, Cor e Luta – Pará, Documentário, 10’29’’

– A Grande Viagem – Ficção, São Paulo, 15’

– Gigantes da alegria – Documentário, Rio de Janeiro, 12’02’’

– Linear – Animação, São Paulo, 2012, 6’

– Espátula e Bisturi – Ficção, Pará, 7’30’’

20 DE SETEMBRO

• 15h – 16h30 – Seminário de Audiovisual de Belém (Chanchadas Pós Modernas?)

Marco Antônio Moreira (ACCPA/ Cinema Olympia), Paulo Dias (CLIC)

• 16h45 – Seminário de Audiovisual de Belém – Palestra e Bate-papo com Guilherme Bryan (Belas Artes/ Revista Rolling Stone/ B2 produções/ SP) sobre videoclipes e produção musical

• 18h15 – Mostra Não Competitiva de Videoarte

– Integração Lavoura-Pecuária-Floresta na Poesia da Amazônia, Pará, 4’25’’

– Spaghetti Eisenstein, Pará, 2’40’’

– Ondas curtas, São Paulo, 8’53’’

– Curtinha dos pés, Pará, 1’

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Daniel Díaz Torres falece aos 64 anos em Havana


Daniel Díaz TorresO cineasta cubano Daniel Díaz Torres, que em 1990 dirigiu a controversa sátira política ‘Alicia en el pueblo de Maravillas’, faleceu nesta segunda-feira (16) em Havana aos 64 anos, informou o site oficial Cubadebate.cu.

‘Na madrugada desta segunda-feira faleceu em Havana Daniel Díaz Torres, destacado e multipremiado diretor de cinema cubano, vítima de uma penosa enfermidade’, afirma o Cubadebate a respeito de um câncer.

Ele iniciou a carreira como documentariasta em 1975 e entre 1977 e 1981 dirigiu quase uma centena de edições do noticiário ICAIC Latinoamericano.

Em 1990 dirigiu ‘Alicia en el pueblo de Maravillas’, uma sátira política da sociedade cubana. Também dirigiu os filmes ‘Quiéreme y verás’ (1995), ‘Kleines Tropicana’ (1997), ‘Hacerse el sueco’ (2000), ‘Camino al Edén’ (2007) e ‘Lisanka’ (2009).

Díaz Torres, que ao longo da carreira recebeu muitos prêmios e menções em festivais internacionais, trabalhava desde 1986 na Escola Internacional de Cinema e TV de Havana, segundo o Cubadebate.

Também era membro do Comitê de Cineastas da América Latina e fundador do conselho superior da Fundação do Novo Cinema Latino-Americano.

Prensa Latina.

1ª Mostra de cinema de Gostoso


primeira-mostra-de-cinema-de-gostosoUma realização da Heco Produções e do CDHEC – Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania, a 1ª Mostra de cinema de Gostoso pretende agitar culturalmente a cidade de São Miguel do Gostoso (RN), instalando uma tela de cinema ao ar livre na Praia do Maceió. A população terá a chance de ver os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros. A primeira edição será realizada de 22 a 26 de novembro de 2013.

Também serão feitas sessões em ambientes fechados, com menor capacidade de público, que incluirão debates com personalidades, diretores e atores dos filmes, entre outros. A população também escolherá o melhor longa-metragem e o melhor curta-metragem da 1ª Mostra de cinema de Gostoso, que receberá o Troféu Luis da Câmara Cascudo, uma homenagem ao renomado folclorista e escritor potiguar.

Paralelamente, está sendo realizado em parceria com o CINEDUC – Cinema e Educação e o IFRN – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, uma série de cursos de formação técnica e audiovisual, abordando linguagem, cultura, e prática cinematográfica, oferecida a 40 jovens de São Miguel do Gostoso e distritos arredores ao longo de três anos. Os cursos têm como finalidade a formação cultural dos jovens e sua capacitação profissional para gerir eventos, e suprir a crescente demanda do mercado audiovisual no Brasil. Os jovens aplicarão o conhecimento adquirido nos cursos na produção da Mostra de cinema de Gostoso.

Clique aqui para acessar a ficha de inscrição. 

Sítio oficial: http://mostradecinemadegostoso.com.br/noticias.php

ABD-SP promove Ato Público pela Cinemateca Brasileira


Cinemateca BrasileiraConvidamos todos os profissionais e amantes do cinema brasileiro para no dia 14/09 (sábado), às 16:00, nos manifestarmos juntos pela Cinemateca Brasileira, cobrando ações do Ministério da Cultura para reverter a crise aguda que atinge a instituição desde o início de 2013. Desde então, metade dos funcionários foi demitido ou desligado, afetando gravemente o seu funcionamento.

Nossa demanda é por um plano emergencial para a retomada das atividades normais da Cinemateca Brasileira, e um projeto de longo prazo para sua reestruturação e fortalecimento. A Cinemateca é referência fundamental do audiovisual e da cultura do país, e o Ministério da Cultura tem a responsabilidade histórica de conduzir o processo de reconstrução da Cinemateca em bases sólidas, em amplo diálogo com a sociedade.

No dia 10/09, 5 representantes da ABD-SP compareceram a um encontro marcado pelo Secretário do Audiovisual Leopoldo Nunes. No encontro estavam presentes, além do próprio Secretário, outras autoridades do Ministério da Cultura. O Secretário do Audiovisual entregou-nos em mãos uma resposta a nossa carta aberta, divulgada há cerca de um mês. O encontro foi um gesto de abertura de um diálogo que esperamos que se amplie e aprofunde.

Na resposta, o Secretário se refere a processos de licitação de serviços em 3 áreas-chave de atuação da Cinemateca. Consideramos que processos de licitação são ações de emergência e não são uma solução para a crise de uma instituição pública com a importância estratégica da Cinemateca Brasileira. Por isso, reforçamos neste Ato Público a necessidade de um projeto de longo prazo que vise a efetiva reestruturação e fortalecimento do corpo técnico da Cinemateca Brasileira, que além de filmes, é composta por trabalhadores do audiovisual.

Até sábado!

Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas – São Paulo

Serviço:

ATO PÚBLICO PELA CINEMATECA BRASILEIRA14/09 (sábado) às 16:00
Largo Senador Raul Cardoso, em frente à Cinemateca Brasileira
São Paulo – SP

ABD-SP discutiu crise na Cinemateca com Leopoldo Nunes

A ABD-SP (Associação Brasileira dos Documentaristas – Seção SP) se reuniu na terça, 10, com o secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Leopoldo Nunes, na sede da Ancine em São Paulo. Em pauta, o ato público que a ABD-SP realiza, no sábado, 14, às 16h, em frente da Cinemateca Brasileira, no Largo Senador Raul Cardoso (foto). Segundo a associação, Nunes entregou documento de resposta à carta que a entidade publicou nesta quinta-feira, 12, (cobrando ações do MinC para a atual crise da Cinemateca) e conversou sobre soluções para a contratação de funcionários. Entre as opções, está a licitação pública e a instituição de concurso público.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.