Cineclube Amazonas Douro comemora 10 anos com muita NOIA


No próximo dia 3 de abril o Cineclube Amazonas Douro completa 10 anos. E para comemorar a data, a entidade trás a Belém o Festival de Cinema Universitário NÓIA (itinerante), que está em sua 11ª edição. A sessão acontecerá na Rua Cesário Alvim, 383, bairro da Cidade Velha. Nesse endereço funcionam a escola de Samba Deixa Falar, a quadrilha Arrastão Junino e o Terreiro afroreligioso Estrela Guia.

A mostra contará com exibição de 7 curtas, totalizando  1h20min. Na programação, os filmes “Europa” (Leonardo Mouramateus), “A Namorada do Meu Pai” (Luciana Vieira), “Cão” (Iris Junges), “Vó Maria” (Tomás von Osten), “O Garoto, o mar e o Velho” (Marisa Merlo), “Próxima Parada” (Samuel Brasileiro), e “Pétala” (Vitor Dourado).

O NOIA – Festival Brasileiro de Cinema Universitário é um espaço destinado à divulgação da produção cinematográfica realizada por universitários de todo o Brasil, à profissionalização de jovens e adultos por meio do audiovisual e à discussão e à democratização do cinema nacional.

Para quem não sabe, o NÓIA foi criado por estudantes do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC), em 2002, tendo – nesse tempo – exibido mais de 500 filmes e beneficiado cerca de 20.000 pessoas com oficinas, seminários e exibições especiais itinerantes realizadas em faculdades, centros culturais e comunitários de Fortaleza e em outras cidades brasileiras.

Amazonas Douro – O ato de criação do Cineclube Amazonas Douro ocorreu durante o Concílio Artístico Luso-Brasileiro, realizado no ano de 2003, na cidade de Belém, Estado do Pará, Região Norte, Amazónia, Brasil. Nesse período, o Cineclube Amazonas Douro percorre o mundo (Amazônia-Brasil, Porto-Portugal, Praia-Cabo Verde), realiza ações de intervenção artística e social, estabelece a comunhão artística entre poetas e realizadores, através de encontros em que se fazem projeções de filmes, exposições de fotografias, leituras de poemas e conferências artísticas e filosóficas, e também através de projetos editoriais, como revistas e livros, bem como outros projectos articulados com a Internet que tenham estes mesmos propósitos.

A ideia é articular encontros entre poetas e realizadores amazónicos e lusíadas para partilhar teorias e praxis artísticas. Tais objectivos tem sido conquistados através do cinema poético, que ainda resiste de forma independente e que se realiza fora do domínio da cultura técnico-comercial e ao leste de Hollywood, um cinema criado sem economia de esforços e com a coragem absoluta de afrontar o lugar comum das produções cinematográficas financiadas pela indústria cultural global.

SERVIÇO:

Festival de Cinema Universitário Nóia.

Aniversário do Cineclube Amazonas Douro.

Dia 3 de abril de 2013. 20H.

Escola de Samba Deixa Falar. Rua Cesário Alvim, 383, Cidade Velha.

Entrada franca.

Contato: Francisco Weyl. carpinteirodepoesia@gmail.com(91) 8837 9900

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