Sobre o meu vento sul, cinema infantil e saudades


Viajo amanhã para Florianópolis. Interessante como atualmente tudo parece me levar para o sul. E acho isso muito bom. Tenho muitos amigos queridos no sul. Gosto de um friozinho. Da boa comida e dos bons vinhos. Para desespero dos gaúchos, não curto muito o chimarrão e nem sou torcedor do Internacional ou do Grêmio, apesar de achar bacana a paixão e a rivalidade destas duas torcidas que arrisco dizer dividem Porto Alegre ao meio.

Mas como dizia inicialmente estou de malas prontas para “Floripa”. Lá estarei, a convite de Luiza Lins e Guto Lima, participando do 7 Encontro do Cinema Infantil que acontecerá dentro da programação da 10 Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Dois eventos que considero da maior importância no contexto do audiovisual brasileiro.

Registro que gostei muito de ter sido convidado para participar deste encontro, não só pela importância que dedico ao tema, mas também e especialmente pela oportunidade que terei de compartilhar experiências e adquirir maiores conhecimentos que me serão oferecidos pelos vários amigos e convidados que também já confirmaram participação. Sei que terei muito a aprender com a amiga e atual Secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Santana; ou com o amigo e, como eu, também eterno cineclubista, Silvio Da Rin; ou ainda com o empresário/exibidor, mas também não menos cineclubista Adhemar de Oliveira; e com todos os outros participantes que ainda sequer conheço, mas que sei compartilham comigo das mesmas teses.

Sinto antecipadamente que voltarei de “Floripa” mais feliz e mais disposto a continuar lutando pelo fortalecimento e ampliação da produção audiovisual brasileira e dos espaços ocupados por esta produção no mercado interno. E ainda mais convicto de que para que isso realmente ocorra precisamos imediatamente dar mais atenção, implantar políticas públicas, formar pessoas, alavancar mais recursos, enfim, oferecer todas as condições necessárias para garantir uma significativa ampliação na produção de produtos audiovisuais destinados ao público infanto juvenil.

Esta é uma questão estratégica no contexto da revolução digital e das mudanças que esta revolução provoca nos processos pedagógicos e educacionais. Revolução que cria e amplia de forma dramática, acelerada e exponencial as demandas por produtos audiovisuais destinados a este público infanto juvenil. Revolução que, diante do atual quadro educacional brasileiro, se por um lado nos coloca diante de um quadro “dantesco” e quase desesperador, por outro nos oferece uma possibilidade única de superação e de fortalecimento do processo de construção de uma nação e civilização brasileira. De afirmação e reafirmação de nossas identidades e diversidades culturais. Da busca utópica de estabelecer um processo civilizatório justo e sustentável, com cor e gosto tupiniquim, capaz de definitivamente conquistar o mundo e colocar o Brasil no lugar que merece ocupar no cenário de um planeta mundializado.

E daí, de repente, mas não à toa, lembrei do quanto são importantes os conhecimentos tradicionais e as culturas populares dentro desse nosso processo civilizatório tropical/tupiniquim. E que minhas avós já me diziam (as duas) que é de pequeno que se torce o pepino. E que também e talvez de tanto escutar acabei acreditando na tese de que uma imagem vale mais do que mil palavras.

Aplicando à realidade o resultado desta mistura/miscigenação da sabedoria popular com o mais puro academicismo científico, me fica claro e inegável o fato de que se queremos mesmo construir uma grande nação, precisamos construir uma indústria audiovisual poderosa. E que para isso precisamos “educar” nossas crianças e nossos jovens oferecendo como suporte conteúdos que reafirmem e fortaleçam o sentimento de brasilidade e a auto-estima nacional. Precisamos formar e organizar o nosso público. E isso começa pela infância. Pelas nossas escolas e pela implantação de milhares de cineclubes conforme proposto pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros.

Registro que tenho total consciência de que não será nada fácil enfrentar os desafios e superar os obstáculos que se colocam num cenário nacional que, repito, é “dantesco”. E num cenário mundial dominado por guerras e conflitos nos quais cada vez mais o audiovisual é utilizado pelas potências hegemônicas com principal arma de subjugação dos povos e nações, de manutenção de seus poderes de ocupação territorial, através do extermínio das identidades e diversidades culturais.

Enfim, continuo o mesmo. Continuo cineclubista e acreditando piamente que como já dizia Paulo Emílio Salles Gomes: “Qualquer filme brasileiro me diz muito mais do que qualquer filme americano”. E daí, como militante que sempre fui, sou e continuarei sendo, completo: “Tudo bem, em respeito à diversidade cultural, juro que até gosto(ava) do Nacional Kid, do Batman e da Mulher Maravilha. E nem acho que nossas crianças não possam assistir (e até gostar também) dos Transformers, dos Pokemóns e das Mulheres Gatos da vida. Mas digo que gostaria muito que eles pudessem assistir também nas TVs brasileiras a filmes e desenhos animados contando “estórias” sobre o saci perere, a curupira, o boto (e tanto faz se azul ou se rosa), dos nossos xamãs e nossos orixás, de como era gostoso o meu francês, o nosso pão de queixo, nosso acarajé e nossa jabuticaba (que lembro a todos é um produto genuinamente nacional). Pelo menos que pudessem escolher em igualdade de condições se gostam mais do Menino Maluquinho ou do tal de Harry Porter. Num contexto no qual a produção brasileira pudesse também ser tão “criativa” e ter a sua disposição a possibilidade de também usar e abusar dos tais “efeitos especiais”. Bem como dos recursos e salas de cinemas mobilizados para o “lançamento” comercial do “produto”.

Resumidamente. Nada contra o He Man. Mas prefiro a nossa força. Até porque por pura intransigência até hoje, com 52 anos de idade, não aprendi e me recuso a falar inglês. Talvez porque eles não saibam o que quer dizer saudades.

Estava com saudades de Florianópolis. Amanhã acabo com ela.

João Baptista Pimentel Neto
Jornalista, gestor, produtor e ativista cultural.
Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Curta Canoa recebe inscrições para a sétima edição


O Festival será realizado de 12 a 17 de setembro em Canoa Quebrada (CE)

Realizadores brasileiros de produções em curta-metragem podem se inscrever até 30 de junho para a Mostra Competitiva do VII CURTA CANOA – Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada, que acontecerá de 10 a 17 de setembro na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, Ceará. As inscrições estão abertas para filmes e vídeos de documentário, ficção, animação ou experimental, com duração máxima de 20 minutos, concluídos no ano de 2009. As inscrições são gratuitas.

Para inscrever-se o interessado deve preencher e enviar a ficha de inscrição que está disponível na página do festival na Internet: www.jalimaproducoes.com.br . A ficha preenchida deverá ser enviada via e-mail e o original deverá ser impresso, assinado e remetido pelos Correios junto com o DVD da obra inscrita para: VII CURTA CANOA – Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada – Inscrição Mostra de Filmes e Vídeos. Endereço: Rua João Cordeiro, 2380 / 303 – Bairro Joaquim Távora – Fortaleza – Ceara CEP: 60.110-301.

A seleção das obras caberá a uma comissão integrada por três pessoas de notório saber na área do audiovisual, nomeadas pela diretoria do festival. A lista com os títulos selecionados será divulgada no site do festival a partir de 30 de julho de 2011.

No Curta Canoa 2011 serão agraciados com o troféu Lua Estrela os vencedores nas categorias a seguir. Mostra Competitiva de Filmes em Película 35mm: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Fotografia, Trilha Original, Direção de Arte, Ator, Atriz e Melhor Som. Mostra Competitiva de Vídeo: Melhor Vídeo, Direção, Roteiro, Fotografia, Trilha Original, Direção de Arte e Melhor Som.   Será concedido também prêmio em dinheiro ao melhor filme e melhor vídeo. O valor será fixado pela diretoria do festival após a avaliação dos resultados das parcerias.

Além das mostras competitivas de filmes e vídeos brasileiros de curta metragem, o Curta Canoa 2011 conta ainda com a Mostra Latino-Americana de Curta e a Mostra de Longa Metragem, que são de caráter não competitivo, compostas de vídeos e filmes convidados pela direção do festival. A programação terá também oficinas e seminários, tendo como foco, em especial a defesa ao meio ambiente.

O VII Curta Canoa é uma realização da J.A.Lima Produções, com patrocínio do BNB, COELCE e FAZAUTO. Apoio Cultural: Centro Técnico Audiovisual – CTAV, SEBRAE/CE, Instituto Social de Arte e Cultura do Ceará – ISACC; Este projeto é apoiado pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará – Lei Estadual Nº 13.811, e Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

SERVIÇO
Curta Canoa 2011
Inscrições abertas até 30 de junho
O festival que acontecerá de 10 a 17 de setembro de 2011 na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, Ceará.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.jalimaproducoes.com.br

Info: 85-3251.1105 / 85-9635.3880 / 85-3226.0751 / 88-9951.7070.
E-mail: curtacanoa@jalimaproducoes.com.br .

Mostra Outros Cinemas


Estão abertas até 22 de julho as inscrições para filmes e vídeos brasileiros de curta-metragem para a 4ª Mostra Outros Cinemas. Os interessados devem enviar as produções acompanhadas de ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada, além de fotos, release e autorização de exibição.

Podem ser inscritas produções de todo o País, realizadas na bitola 35mm ou vídeos no sistema NTSC, em qualquer formato de captação, exigindo-se, no ato da inscrição, o encaminhamento da cópia em mídia digital DVD-R, individual e identificado com nome do filme e do seu diretor. Os filmes selecionados pela curadoria da Mostra não são exibidos em nível competitivo.

Cada participante poderá inscrever até 2 (dois) filmes e/ou vídeos, de acordo com sua duração (curta metragem – até 23 minutos), sobre qualquer tema e que não tenha participado de edições anteriores da Mostra Outros Cinemas.

A Outros Cinemas possibilita uma mostra informativa e reflexiva sobre a produção de vídeos e filmes brasileiros contemporâneos de curta-metragem. Neste aspecto, as experiências de linguagem, as novas formas narrativas e as estéticas diferenciadas do cinema são valorizadas.

Material para incrição esta disponível no site oficial:
http://www.mostraoutroscinemas.blogspot.com/

Audiovisual, soberania, censura e liberdade


Inicio hoje esta coluna no Jornal Sul21. Um compromisso de tentar através deste espaço semanal refletir, articular, mobilizar e interagir com os leitores sobre cultura, sobre o audiovisual, o cineclubismo, e os direitos do público.

Começo me apresentado aos meus novos/futuros leitores.

Jornalista, produtor, gestor e ativista cultural. Defendo as identidades e diversidades culturais, o respeito a todos os direitos humanos e a universalização do acesso à informação, ao conhecimento, à cultura e aos bens culturais.  Ambientalista e convicto que sustentabilidade, cultura e direitos humanos já são palavras chaves prá quem quer entender este século XXI.

Sou presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema. Diretor de comunicação do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros. Produtor do FAIA – Festival Internacional do Audiovisual. Atuo e participo de diversas outras entidades e movimentos sociais. Blogueiro desorganizado do Observatório Cineclubista Brasileiro.

Minha palavra chave tem sido “direitos”. Direitos Humanos. Direitos do Público. Sobre isso é que pretendo escrever. Sob minha ótica pessoal e meus conceitos éticos. Opiniões. Quem sabe algum dia exponha aqui minha poesia, poeta que sou. Mas isso não será hoje, nem na próxima, quem sabe um dia.

Tivemos uma semana agitada. No audiovisual, o acontecimento da semana, foi a mega audiência pública no Senado sobre o PLC116 que trata de uma nova legislação sobre o serviço de TV a Cabo. Uma matéria que já tramita a anos no Congresso e que precisa ter um ponto final.  A qual, para além de apenas confrontar gigantescos interesses econômicos das telecomunicações e da radiodifusão, diz respeito à cultura, a soberania nacional, ao desenvolvimento sustentável do estratégico setor de produção e difusão audiovisual e aos direitos humanos e do público de acesso à informação e a cultura.

Escrevo esta coluna no exato momento em que se encerra a audiência e preciso de tempo para apresentar minha opinião e avaliação. De pronto digo que nossos representantes, os da produção independente e dos direitos do publico, escancaram as críticas que temos sobre a proposta apresentada. Esta feito, portanto o registro e chamada a atenção de nossos senadores sobre os problemas que restam a ser enfrentados em interesse da nação brasileira. O recado dado foi claro e objetivo.  É momento de aguardar os resultados e de continuar o trabalho de articulação e mobilizando social, de chamar a atenção dos brasileiros sobre sua importância para o nosso futuro.

Registro também minhas passagens pelo XXI Cine Ceará, em Fortaleza e pelo XIII FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, em Goiás Velho, onde estou sendo jurado da Mostra Competitiva da ABG GO. Agradeço aqui aos amigos e parceiros que me proporcionaram estas experiências que enriquecem minha vida e minha trajetória. Obrigado.

Tivemos também a entrevista da atual ministra da cultura, Anna de Holanda no Programa do Jô. Horrível. Não por causa e conta da Ministra, mas gostaria muito de me ter poupado de assistir a incompetência e despreparo do entrevistador. Confesso que foram poucas as vezes que assisti uma entrevista tão ruim. Uma babação de ovo e rasgação de seda tão ridículas. E daí acho que Anna não tem dado sorte. Tenho certeza que ela teria muito mais a dizer e esclarecer. Ou seja, “perderam” por ela, outra chance de mostrar que ela e sua equipe tomaram pé definitivamente da situação. De minha parte continuo acreditando que eles darão continuidade, aprofundaram, aperfeiçoaram e quem sabe, radicalizarão as políticas públicas construídas em parceria com a sociedade durante os oito anos do Governo Lula. É o que se espera de gestores responsáveis e contemporâneos. E no audiovisual isso já esta acontecendo na gestão de Ana Paula Dourado Santana. E esta é uma opinião pessoal.

Encerro a coluna finalmente focando um assunto preocupante. A ocorrência de várias tentativas de censura que vêm acontecendo por todo o país. Inclusive no campo da exibição audiovisual, como as ocorridas nos estados do Acre, do Pará, do Mato Grosso do Sul, entre outros, onde deputados estaduais e vereadores, movidos pelo autoritarismo, a intolerância e fundamentalismo religioso, rasgaram a Constituição Brasileira e censuraram a exibição de filmes realizadas por cineclubes.

E quando o tema é censura, acho sempre bom estar alerta. Portanto, repudio vigorosamente qualquer ato de censura que atente contra o mais elementar e fundamental dos direitos humanos como é o direito à livre expressão, mesmo que movidos aparentemente pelas melhores intenções, pela fé e religiosidade. Vivemos num país laico, assim está escrito na Constituição “Cidadã” de 88. É cláusula pétrea.

Como aliás, para nossa alegria, reafirmou o Supremo na histórica decisão desta quarta feira sobre as Marchas da Liberdade. E que esperamos sirva de freio de arrumação contra as sombras e fantasmas que pairaram sobre o tema nestes últimos meses.

Não nos basta, porém, a decisão do Supremo, é preciso que a sociedade civil sempre que confrontada reafirme clara e vigorosamente seu não à censura, a toda e qualquer tentativa, por menor e aparentemente pequena que seja. Temos que sempre reafirmar e dizer nosso não à censura.

E é assim que acabo minha coluna. Reafirmando meu não à censura. Não só o meu não, mas o não do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, de todas as demais 82 entidades associadas. O não do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, aos quais são associados os cineclubes vítimas do autoritarismo deste novo coronelismo fundamentalista religioso que avança e se espalha pelo Brasil. Um não à intolerância e à ignorância que se escondem por trás destes gestos.

Neste momento nós repudiamos, reagimos e nos manifestamos conclamando todos a resistir e confrontar estes e quaisquer outros atos de censura e a apoiar a luta destes companheir@s cineclubistas que lá na ponta estão enfrentando estas absurdas situações. Vários atos estão sendo articulados pelo país. Buscamos que o maior número possível deles possa ocorrer na noite do próximo dia 18, quando o movimento cineclubista acreano reagindo e confrontando a CENSURA fará a exibição pública, do premiado filme “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, na praça defronte das sedes do Executivo e Legislativo do Estado do Acre.  De minha parte estarei no mesmo dia lendo nosso Manifesto na solenidade de premiação do XIII FICA, em Goiás Velho.

Vamos tod@s nesta sexta feira caminhar pela liberdade e dizer um vigoroso não à censura! E um sim aos direitos humanos! Aos Direitos do Público! E a LIBERDADE!

Até a semana que vêm ou a qualquer momento em edição extraordinária.

João Baptista Pimentel Neto.
Jornalista, produtor, gestor, cineclubista e ativista cultural.
Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema.

Publicado no Jornal Sul21. 16.06.2011.

http://sul21.com.br/jornal/2011/06/blogs-impediram-manipulacao-durante-eleicoes-afirma-lula/

Direitos autorais dos comuns


Capitaneado pelo Ministério da Cultura, está em fase conclusiva um novo processo de consulta pública sobre os direitos autorais no Brasil. Se é para ampliar a democracia, coloco-me sempre a favor. Aqui, no entanto, faço a ressalva que essa consulta se desenvolveu, ao menos dirigida pelo próprio Ministério da Cultura, entre dezembro de 2007 e dezembro de 2009, e implicou na existência de um seminário internacional, sete seminários nacionais e mais de 80 reuniões setoriais, com diversos grupos de interesse de distintos setores artísticos.
Por Emiliano José
Deputado Federal
A maioria dos seminários foi transmitida em tempo real pela internet, e isso permitiu o envolvimento direto de mais de 10 mil pessoas no debate. Imaginava que a gestão Ana de Holanda simplesmente desse sequência a toda essa contribuição da sociedade, e não que reabrisse a consulta pública, embora, como já disse, a democracia pode reclamar mais debate, e vamos entender as coisas dessa maneira.

Estou entre os que defendem que o governo Lula, ao colocar em andamento uma revolução democrática profunda no País, situou a cultura como parte desse processo, e pela primeira vez começou a construir uma política cultural dirigida pelo Estado brasileiro. Uma política destinada a enfrentar, como diria o professor e hoje secretário de Cultura do governo da Bahia, Antonio Albino Canelas Rubim, as três tristes tradições das políticas culturais em nossa terra: ausências, autoritarismos e instabilidades, substituindo-as por uma participação ampla da sociedade, pelo diálogo e pelo respeito às diferenças. Em oito anos, houve mudanças profundas, sob a orientação do presidente Lula e condução dos ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira.

Entre as tantas mudanças promovidas pelo Ministério da Cultura, sob Gil e Juca, destaco, para não me alongar, o que considero essencial: procurar aproximar o Ministério daquilo que poderíamos denominar as forças vivas da cultura, descobrir, e é isso mesmo que quero dizer, as populações, os grupos até então invisíveis, e que tinham e têm extraordinárias contribuições a dar à nossa vida cultural. Dito de outra maneira, que davam essas contribuições havia muito tempo, mas que eram condenados, pela política, à invisibilidade.

O Ministério compreendeu as possibilidades da cultura digital, e de todo modo que pôde, procurou fazer chegar a essas populações e grupos as potencialidades dessa nova cultura, indo além do que eles próprios já haviam conquistado. O Programa Cultura Viva, com os Pontos de Cultura, simbolizam muito desse movimento. E naturalmente, esperamos todos nós, os Pontos de Cultura devem continuar a ser estimulados por tudo que significam para a cultura brasileira.

Compreendemos, por natural, que o governo da presidenta Dilma é continuidade e aprofundamento da revolução democrática em curso no Brasil. Tem sido, inegavelmente. Especialmente quando a presidenta situa como absolutamente prioritário o combate à desigualdade e à miséria, seguindo as conquistas já realizadas nos oito anos anteriores.

E é também quase óbvio que o acesso à cultura é parte do combate às desigualdades, é parte da construção continuada da democracia, da revolução democrática. Sem isso, sem a ampliação do acesso à cultura, a democracia fica aleijada, a cidadania é expropriada, ao menos num aspecto que é essencial. Não dá para pensar a cidadania sem a fruição e a realização da cultura, e sem que o Estado desenvolva políticas destinadas a possibilitar uma e outra.

É nesse contexto que queremos pensar a questão dos direitos autorais. Quero falar como cidadão e como autor, escritor que sou de muitos livros. Aqui, também, para não parecer original, recorro ao que já foi construído pelo próprio Ministério da Cultura nas duas gestões anteriores. Vamos, antes, lembrar que o Fórum Nacional de Direito Autoral, lançado em 2007, e que contou com a participação de todos os interessados, fez uma intensa e profunda discussão sobre o assunto, envolvendo os próprios direitos autorais e o papel do Estado. O que se quer insistir é que esse processo está permeado por intensos e amplos debates.

Creio, antes de tudo, que vivemos numa sociedade marcada pelas redes, pela presença da internet, por uma intensa participação da sociedade ou ao menos por um esforço sistemático das pessoas e dos povos de todo o mundo em participar, participação facilitada, insistamos, pela rede mundial de computadores. Querer bloquear esse processo, querer barrar a fruição da internet, do seu conteúdo, é um equívoco grave, que os defensores da democracia não podem admitir, sob nenhuma hipótese ou argumento. Embora não seja este o nosso tema, passo por ele, como uma digressão, mas sabendo que há, inegavelmente, alguma ligação, especialmente porque pela internet o nosso povo tem acessos que antes lhe eram negados, especialmente acessos a obras culturais.

No processo de aperfeiçoamento da lei vigente, de 1998, relativa aos direitos autorais, o Ministério da Cultura levou em conta pelo menos três princípios essenciais. O primeiro deles é que havia, há, um óbvio desequilíbrio na relação entre criadores e investidores. Os criadores fazem a cessão total de direitos para os investidores, e qualquer hipótese de revisão contratual fica praticamente impossibilitada. Destaque-se, nesse caso, a cessão de direitos de criadores nacionais para investidores internacionais.

Vamos lembrar que a importância econômica das indústrias direta ou indiretamente relacionadas ao direito autoral atinge, segundo estimativas da Organização Mundial da Propriedade intelectual, mais de 7% do PIB mundial. E, de fato, apesar de grande produtor de conteúdos protegidos, os autores brasileiros, titulares originários de direitos, por exemplo, no campo da música e do audiovisual, ainda não possuem uma inserção significativa no mercado mundial.

Creio que a legislação autoral pode estimular novos modelos de negócio e de contratos que possibilitem uma expressão muito maior da riqueza da produção cultural brasileira em escala internacional, em benefício de autores nacionais, de forma autônoma e não subordinada à lógica dos grandes grupos hegemônicos em escala mundial. Trata-se de produzir uma legislação que dê, nesse caso, mais poderes ao autor, de modo que ele tenha maior controle sobre a exploração econômica de suas obras e possa obter, assim, uma remuneração justa pelo seu trabalho.

O segundo princípio considerado pelo Ministério da Cultura foi o de que há um desequilíbrio entre os direitos conferidos pela lei aos titulares de direitos autorais e os direitos dos membros da sociedade de terem acesso ao conhecimento e à cultura. Se é verdade que a Constituição brasileira situa a proteção dos direitos autorais entre os direitos fundamentais, não se pode esquecer que a nossa Carta estabelece, também, o direito de acesso à informação, o direito à educação, o direito de acesso dos cidadãos à cultura, o direito à livre manifestação artística e cultural. Como se vê, um elenco de direitos da cidadania, que precisam ser contemplados pela mudança da lei, e que o Ministério da Cultura, na consulta anterior, levou em conta.

Afinal, a lei de 1998 de direitos autorais, representa um obstáculo a muitos daqueles direitos. Ela impossibilita a realização de cópia integral de obra sem autorização prévia para uso privado, a reprodução de obras para restauração e preservação, a reprodução de obras destinadas a pessoas com deficiência física, ou mesmo, em alguns casos, a reprodução destinada a atividades de ensino. Tudo na contramão dos tempos que vivemos, em que essas proibições, por mais esforços que se façam, se tornam inócuas, ou vão se tornando crescentemente inócuas, sobretudo pela emergência da internet.

Não dá para criminalizar a vida. As regras atuais têm colocado na ilegalidade atos como gravar um filme exibido em TV aberta ou copiar música de um CD para o computador, impondo sempre a necessidade de autorização prévia dos titulares de direitos sobre as obras. A lei navega contra a dinâmica da contemporaneidade de uma sociedade cada vez mais midiatizada e em rede. Consideremos os muitos absurdos cometidos pelo ECAD, estranha figura privada que se arvora direitos que não tem, e isso por conta da falta de clareza do papel do Estado. Recente decisão do Superior Tribunal de Justiça recoloca em patamar justo os direitos da sociedade em oposição aos direitos privados, ao contrariar pretensão do ECAD. Tratava-se de tentativa do ECAD de cobrar direitos autorais num ato religioso sem fins lucrativos, negado pelo STJ. A sociedade tem precedência em relação ao ECAD.

O terceiro princípio observado na consulta anterior realizada pelo Ministério foi o da ausência de um papel claro do Estado na proteção e promoção dos direitos autorais no País. A ausência do Estado tem impedido a formulação e concretização de políticas públicas que respondam às necessidades e problemas da sociedade no que se refere aos direitos autorais, deixando tais direitos ao arbítrio de entidades privadas, que não consideram nem os direitos legítimos dos autores e, muito menos, os direitos da sociedade consagrados na Constituição. É um vácuo absolutamente inaceitável, que dá espaço a entidades como o ECAD e congêneres a fazerem o que bem lhes aprouver, afrontando direitos legítimos, voltamos a insistir, tanto de autores como da cidadania, que para elas parece não existir.

Não dá mais para o Estado deixar de regular, de formular e acompanhar políticas públicas relativas aos direitos autorais. E sempre com o duplo olhar. Proteger os direitos dos autores, de modo justo. E proteger, também de modo justo, e até com mais ênfase, os direitos do cidadão comum, que não pode deixar de fruir e de produzir cultura. É essencial que tenhamos critérios mais justos de arrecadação e distribuição quando se trata de direitos autorais. Não podemos continuar submetidos aos critérios absolutamente aleatórios, sem transparência, do ECAD.

O admirável mundo novo das novas mídias, da internet, o papel cada vez maior dos povos na configuração da sociedade mundial e da sociedade brasileira em particular não admite mais restrições tão obsoletas, tantas tentativas de bloquear o acesso da população, particularmente dos mais pobres, à cultura. Os autores serão tanto mais reconhecidos e com mais possibilidades de remuneração quanto mais forem conhecidos, assimilados pelos comuns, pelas multidões.

Publicado no site da Carta Capital (02/06/2011)

http://www.emilianojose.com.br/?event=Site.dspNoticiaDetalhe&noticia_id=822

Recuperar o Espaço Cineclubista / Um Balanço Crítico da Ação do CNC


Companheir@s Cineclubistas

O texto e as propostas “do documento abaixo intitulado “RECUPERAR O ESPAÇO CINECLUBISTA” constituíram de 2005 a 2010 o programa de trabalho e ação de todas as Diretorias que estiveram à frente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, inclusive da Gestão “Os Inconfidentes” eleita na 27 Jornada Nacional de Cineclubes realizada em 2008, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O texto é de autoria do companheiro Felipe Macedo e as propostas foram elencadas com as contribuições de diversos outros cineclubistas.

Encerrado o mandato da Gestão “Os Inconfidentes” e ao formatar os ANAIS DA 28 JORNADA NACIONAL DE CINECLUBES achei adequado realizar um balanço crítico sobre o documento, no qual aponto quais metas, no meu entendimento, foram alcançadas e qual as tarefas que se colocam aos novos dirigentes da Gestão Nação Cineclube.

Espero com isso estar dando mais uma modesta contribuição ao CNC e ao movimento cineclubista brasileiro.

Boa leitura.

João Baptista Pimentel Neto
Diretor de Comunicação do CNC
Gestão “Nação Cineclube”

RECUPERAR O ESPAÇO CINECLUBISTA
CONSTRUIR E CONSOLIDAR UMA REDE NACIONAL DE CINECLUBES

Globalização e resistência

O movimento cineclubista em todo o mundo foi duramente atingido pelos aspectos mais negativos do processo que se convencionou chamar de globalização, iniciado por volta dos anos 70 e cujos efeitos mais decisivos passaram a ser sentidos na última década do século passado.

Esse período foi marcado por uma grande expansão geográfica do capitalismo, isto é, de suas formas de organização da produção e circulação de mercadorias. O capitalismo conquistou uma enorme parcela do planeta antes organizada sob uma economia planejada e, nos países mais atrasados, provocou um processo gigantesco de privatizações, ampliando ainda mais o espaço da economia privada e alterando profundamente a estrutura produtiva dessas nações. Outra característica igualmente fundamental é a extensão vertical dessa forma de produção, que se estendeu a setores antes orientados segundo outros princípios que não exclusivamente o lucro.

Esse processo foi dirigido política e ideologicamente por uma versão semi-atualizada do liberalismo setecentista que, mesmo estabelecendo uma realidade econômica mundial bastante diferente e até, em alguns casos, dando origem a novas relações sociais, não conseguiu – ou sequer pretendia – criar novas formas institucionais.

Pelo contrário, de uma maneira geral, estas últimas décadas foram principalmente um tempo de recuo institucional, de cancelamento de direitos civis já consagrados, de eliminação de conquistas sociais, de enfraquecimento de formas de representação.

Vivemos uma época de privatização dos interesses sociais, de mercantilização da cultura, de apropriação da criação.

Nos últimos anos, contudo, uma reação mundial e popular de dimensões também inéditas, vem criando novos espaços de organização, formas revitalizadas de cooperação e intercâmbio, construindo uma resistência planetária contra a exploração econômica, a injustiça social, a uniformização e banalização cultural, a alienação e a guerra. O Brasil é um dos principais centros irradiadores desse sopro de renovação e de democracia.

Movimento cineclubista mundial e brasileiro

Como outros movimentos sociais e culturais, o cineclubismo foi atingido duramente pela globalização. Em todo o mundo, cineclubes tiveram seus espaços de atuação ocupados por empresas comerciais – geralmente subsidiadas, apesar de seu pretenso caráter “competitivo” e comercial. Concomitantemente, perderam conquistas institucionais e legais. Viram reduzidas ou mesmo eliminadas as formas de fomento e apoio estatal – nunca substituídos pela falácia do marketing cultural privado, voltado quase exclusivamente para o fortalecimento e reprodução de atividades cinematográficas e/ou culturais de natureza comercial.  O cineclubismo se enfraqueceu, perdeu força política e organizativa, suas entidades representativas minguaram ou até desapareceram.

Em nosso País, que sempre teve um movimento cineclubista vigoroso e original, mas sujeito a crises periódicas – tal como o próprio cinema brasileiro que o anima – não foi diferente. Esse enfraquecimento generalizado foi, talvez, mais acentuado, já que vivemos nesse período uma importantíssima transição institucional – da ditadura à democracia – e uma sucessão de crises econômicas que praticamente paralisaram o Brasil durante as últimas décadas, exprimindo exatamente a forma particular, brasileira, desse fenômeno geral da globalização. Como todos sabem, o movimento cineclubista brasileiro se desarticulou quase por completo no final da década de 80.

Mas tal como em outras crises do movimento cineclubista, ou do cinema brasileiro, a perplexidade e a paralisia duraram um lapso de poucos anos.  Com a vitalidade que é própria – e sob diversas formas, exclusiva – dos cineclubes, logo novas formas de atuação nasceram, experimentando novas técnicas e linguagens, inventando e ocupando novos espaços cineclubistas.

Levou um pouco mais de tempo, no entanto, para o reconhecimento mútuo dessas novas experiências e formas de cineclubismo e para se estabelecer uma rede de intercâmbio nacional. Para que amadurecessem, enfim, a experiência e a vontade de novamente nos apresentarmos como protagonistas do cinema brasileiro, como representantes legítimos da sociedade e interlocutores do Estado. Para reassumirmos nossa identidade de movimento cineclubista organizado. Para reorganizarmos nossa entidade representativa nacional: o Conselho Nacional de Cineclubes. Mas o dia chegou.

Uma Política Nacional de Cineclubismo: Tarefa do conjunto do movimento

O programa de trabalho que se segue, aprovado por unanimidade na plenária da 25a. Jornada Nacional de Cineclubes, constitui a proposta de trabalho da chapa Brasil, eleita nessa mesma ocasião para a direção do Conselho Nacional de Cineclubes.

Além de compromisso dos eleitos, este programa expressa a visão da Jornada – isto é, da Assembléia Geral Nacional do movimento cineclubista – tal como foi elaborada durante os dias do Encontro, em grupos de trabalho e sessões plenárias. Juntamente com a reforma e atualização dos estatutos do CNC e a eleição da sua Diretoria para o biênio 2004/2006, este programa consubstancia a base inicial e geral de uma Política Nacional de Cineclubismo a ser implantada no Brasil. Esse Projeto pressupõe o engajamento de cada cineclube brasileiro e de todos que neles militam, no sentido de desenvolvê-lo, adaptá-lo a cada realidade concreta e ajudar a implementá-lo em todo o País.

100% Brasil!

Muito se tem falado sobre o fato que a rede de cinemas só atinge 8% dos municípios brasileiros. Além disso, é notório que o ingresso médio de cinema, hoje – mais que o dobro do valor médio histórico até os anos 80 – é fator de exclusão da imensa maioria da população. Encastelado em suas “multitorres” de marfim e plástico ordinário, estruturado segundo um paradigma impingido por Hollywood e unicamente em função de seus interesses, o cinema, no Brasil, segue um modelo elitista, excludente e alienante. Que em nada contribui para o desenvolvimento do País e do seu povo. E tem como corolário fundamental a expulsão da maior parte do cinema brasileiro das telas brasileiras, do imaginário brasileiro e da formação contínua de nossa identidade cultural.

A vocação dos cineclubes brasileiros é contrapor-se a esse modelo que, afora o lucro de pouquíssimos oligopólios, tudo exclui: a maior parte do público, o cinema diversificado do Brasil e do mundo, e até os pequenos empresários independentes nacionais e estrangeiros.

A missão e disposição dos cineclubes brasileiros é levar o cinema, e em especial o cinema brasileiro, a todos os cantos do País, em todos os níveis sociais, como elemento de informação, formação, cultura e entretenimento.

O talento e a capacidade dos cineclubes brasileiros é de criar, em todos os meios sociais, experimentar, inovar e levar a toda a nação, um cinema independente, livre de quaisquer cânones ou sujeições econômicas.

Recuperar o espaço cineclubista,
Construir e consolidar uma rede nacional de cineclubes

Dois eixos principais podem resumir os objetivos imediatos, inadiáveis e indispensáveis dos cineclubes brasileiros. Eles devem concentrar nossos esforços durante o período desta gestão, sendo reavaliados continuamente nas instâncias e ocasiões de que dispõe o movimento:

1) a legalização e institucionalização do cineclubismo, recuperando os espaços que lhe foram roubados nos últimos anos,

2) a criação e consolidação de uma ampla rede de cineclubes em todo o País. Como corolário desta segunda tarefa, coloca-se a nossa integração com o movimento cineclubista latino-americano e mundial, em cuja reorganização nos envolvemos desde dias antes da Jornada, através das deliberações do 1o. Encontro Ibero Americano de Cineclubes e do compromisso de realização no Brasil, em 2005, da Assembléia Geral da Federação Internacional de Cineclubes.

Legalização e institucionalização do cineclubismo

As tarefas apontadas pela 25a. Jornada Nacional de Cineclubes incluem três aspectos principais:

Jurídico-institucional:

Lutar pela recuperação dos direitos de Exibição Cultural:

Os cineclubes brasileiros exigem a regulamentação de seus direitos adquiridos (Lei 5536/68, Resolução Concine 64/80, etc) e o restabelecimento da distinção entre exibição comercial e exibição cultural sem finalidade lucrativa.

(Com a aprovação da IN 63 da ANCINE – Agência Nacional de Cinema, de 02 de outubro de 2007, o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros conquistou, ao menos em parte, este objetivo. A regulamentação definitiva, porém, só será alcançada através da aprovação de legislação específica pelo Congresso Nacional. Ou seja, a luta continua.)

Detalhes sobre esta luta podem ser acessados em:

Aprovar as propostas cineclubistas para a Ancinav

Os cineclubes lutarão pela aprovação das propostas que encaminharam em 2004 ao Ministério da Cultura e ao Conselho Superior de Cinema, por ocasião das consultas para o aperfeiçoamento do anteprojeto de lei que cria a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual (ANCINAV) e regulamenta aspectos fundamentais do audiovisual no País. Essas propostas passam, portanto, a fazer parte deste Programa.

(Infelizmente, não só o cineclubismo, mas todo o cinema brasileiro saiu derrotado deste triste episódio, no qual, merece registro, o recuo do governo foi fundamental para o resultado observado.)

Participar da regulamentação da ANCINAV

O texto do referido anteprojeto, contudo, é de caráter geral. Diversas reivindicações fundamentais do cineclubismo brasileiro só serão tratadas na posterior regulamentação da Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual e de outros textos da legislação do audiovisual. Nesse sentido, os cineclubes exigem, de imediato:

a)     Reconhecimento e regulamentação do conceito de cineclube;

b)     Participação no Conselho Superior do Audiovisual (ou órgão equivalente, conforme a definição legal), e

c)      Participação nos conselhos gestores do PRODECINE e PRODAV, assim como outros órgãos ou instâncias de elaboração, gestão e controle de atividades audiovisuais e cinematográficas, em particular as de caráter cultural.

(Merece registro o fato de que o movimento cineclubista teve uma participação ativa e digna na luta pela implantação da ANCINAV. Tendo se mobilizado e oferecido suas contribuições e subsídios dentro do processo.)

Veja a nota oficial do CNC sobre a ANCINAV:

Constituir uma Frente Parlamentar de Apoio ao Cineclubismo

Os cineclubes se propõem a reunir uma ampla frente parlamentar suprapartidária envolvendo as duas casas do Congresso Nacional, no sentido de apoiar nossas reivindicações e ampliar a repercussão social e cultural do movimento.

(Outra tarefa ainda pendente apesar de vários esforços realizados.)

Buscar participação na elaboração de diretrizes públicas, bem como nos organismos de política cultural e/ou audiovisual nos estados e municípios.

(A nível federal esta tarefa foi integralmente cumprida, já que atualmente o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros está representado no CNPC – Conselho Nacional de Políticas Culturais e no Comitê Consultivo da SAV – Secretaria do Audiovisual.

Merece também registro que o CNC participou ativamente na I e II Conferência Nacional de Cultura. Na I Conferência Nacional de Comunicação. No Fórum Nacional de Direito Autoral. Entre outras iniciativas do gênero.

Quanto a elaboração de diretrizes e programas públicos vale lembrar que a implantação da Programadora Brasil, dos editais de PDDs – Pontos de Difusão Digital e posteriormente, da Ação Cine Mais Cultura atenderam, mesmo que não integralmente e com grandes conflitos, a propostas apresentadas pelo CNC ao MinC.

Merece registro ainda que um grande número de atividades realizadas pelo CNC e/ou por entidades filiadas tem recebido apoio e recursos do MINC através de várias secretarias, em especial da SAV e da SPC.

Neste aspecto, vale ressaltar que esta deve ser uma luta permanente e contínua da entidade.)

Social, Cultural e Audiovisual:

Participação nos debates, nas lutas e nas entidades do cinema brasileiro, da cultura e da sociedade civil

Os cineclubes, suas entidades representativas de caráter regional e o Conselho Nacional de Cineclubes declaram-se desde logo empenhados na democratização da cultura e da comunicação nos seus sentidos mais amplos e comprometem-se a participar de todas as manifestações, atividades e entidades representativas com objetivos afins. Em especial, o CNC se compromete a participar do Congresso Brasileiro de Cinema e das lutas em defesa do cinema brasileiro em todos os horizontes.

(Esta é outra tarefa que consideramos estar sendo integralmente cumprida, já que o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros vêm atuando lado a lado com suas entidades estaduais e cineclubes isolados um sem número de lutas e mobilizações promovidas pela sociedade civil brasileira.

Também a proposta de participação no CBC – Congresso Brasileiro de Cinema foi alcançada e até mesmo superada, como comprova o fato de que atualmente o secretário geral do CNC (João Baptista Pimentel Neto) é diretor de articulação e comunicação da entidade e o vice presidente do CNC (Luiz Alberto Cassol) é membro de seu Conselho Consultivo. )

Estabelecimento de relações de intercâmbio e trabalho com as entidades do cinema brasileiro

Os cineclubes, suas entidades representativas e, especialmente, o Conselho Nacional de Cineclubes, procurarão se relacionar com todas as entidades de cinema que partilhem de compromissos e objetivos semelhantes aos nossos – como as ABDeCs, cinematecas e filmotecas, entre muitas outras – criando, sempre que possível, projetos e atividades conjuntas.

(Esta foi outra tarefa integralmente cumprida, já que o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros estabeleceu parcerias e realizou atividades conjuntas com um sem número de entidades do audiovisual brasileiro, merecendo destaque as realizadas com:

O CBC – Congresso Brasileiro de Cinema;

A CBDC – Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural;

A ABDn – Associação Brasileira de Documentaristas;

As ABDs Estaduais – Associação Brasileiras de Documentaristas Estaduais;

A ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação;

O Fórum dos Festivais e diversos festivais por todo o país;

Enfim, a lista é grande.)

Relação com o Estado:

Consolidação da interlocução com os governos federal, estaduais e municipais

Mais que o estabelecimento de sua plena legalidade e da participação em órgãos de representação da sociedade junto ao Estado, em todos os níveis, tal como referido mais acima, os cineclubes e suas entidades representativas deverão estabelecer, sempre que possível, uma relação mais produtiva com as instâncias e órgãos públicos, no sentido do desenvolvimento de projetos e ações concretas de enriquecimento e democratização da cultura e, em especial, do cinema brasileiro.

Para tanto procurarão:

O estabelecimento de projetos de fomento (criação de novos cineclubes) e apoio (consolidação dos existentes) ao cineclubismo.

Esses projetos deverão ser estudados e deliberados nas instâncias adequadas – em nível municipal, estadual e/ou regional, e nacional. O Conselho Nacional de Cineclubes deverá organizar e promover seminários e encontros que embasarão melhor os projetos de âmbito nacional já sugeridos nas discussões da Jornada e em outras instâncias do movimento como:

o Mapeamento Nacional de Cineclubes;
(EM ANDAMENTO)

a criação de Centros Técnicos Cineclubistas, para a digitalização e disponibilização de acervos;
(PENDENTE)

a realização de Editais Nacionais para Projetos Cineclubistas, visando consolidar experiências concretas e diversificadas;
(EM ANDAMENTO)

o Projeto Cineclube-Escola, promovendo a integração entre o ensino e a comunidade através da organização de cineclubes;
(EM ANDAMENTO)

o projeto de cineclubes em comunidades brasileiras no exterior do País, entre outros.
(EM ANDAMENTO)

Integração com os projetos já existentes

Principalmente através do CNC, o movimento cineclubista procurará sistematizar e ampliar o aproveitamento da sua participação em projetos já existentes de iniciativa do Governo Federal, como os Pontos de Cultura – através da proposição de Pontos de Cultura Cineclubista -;
(EM IMPLANTAÇÃO ATRAVÉS DO PONTÃO DEMOCRATIZANDO O AUDIOVISUAL)

o Projeto Escola Aberta;
(PENDENTE)

o financiamento de novas salas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e/ou outros agentes financeiros, entre outros.
(PENDENTE)

Da mesma forma, cineclubes e entidades representativas de caráter local ou regional deverão buscar a colaboração e participação em projetos municipais e estaduais.
(EM ANDAMENTO COM O ESTABELECIMENTO DE PARCERIAS EM VÁRIOS ESTADOS.)

Criação e consolidação de uma ampla rede de cineclubes em todo o País.

A valorização institucional do cineclubismo, sua plena inserção na sociedade e na cultura brasileira, o reconhecimento dos cineclubes e suas entidades representativas pelo Estado, só são possíveis com a mobilização solidária de todos os cineclubes do Brasil em torno de seus interesses comuns, de uma política e de um programa de ação coletivos e em apoio a sua entidade nacional, o Conselho Nacional de Cineclubes. Reciprocamente, o CNC só se constituirá forte, inovador e atuante se efetivamente representar o conjunto dos cineclubes brasileiros, de todos os matizes, regiões e formas de atuação; se souber criar e garantir os espaços de construção e reelaboração permanente dessa Política Nacional de Cineclubismo que se propõe a realizar de maneira plural e coletiva.

(Esta foi outra tarefa a qual foi dedicada grande esforço e que está lentamente sendo construída. Isso porque apesar de o CNC contar atualmente com seis (6) entidades estaduais associadas e quase que 500 cineclubes filiados, a construção de uma rede real enfrenta diversos problemas, causados especialmente por uma “despolitização” dos militantes e pela diversidade dos cineclubes e dos locais em que atuam.)

A principal tarefa que se coloca, agora, para o CNC é se firmar como instrumento, agente e articulador da consolidação do movimento cineclubista existente e da sua expansão para todos os espaços geográficos e sociais do País, criando uma Rede Nacional de Cineclubes. Uma rede composta de centenas ou mesmo milhares de entidades diversificadas e autônomas, mas articuladas em um circuito alternativo para um cinema livre e plural, um espaço nacional de relacionamento crítico público com o cinema brasileiro, uma malha permanente de gestação de cultura e democracia.

(Mesmo que lentamente, porém, a construção e consolidação desta rede está acontecendo e aponta para uma melhor qualificação dos quadros cineclubistas.)

Os dois instrumentos mais imediatos para a viabilização deste ambicioso plano, assim como dos diversos projetos já mencionados neste Programa – e outros que deverão surgir pelas iniciativas do movimento – são:

Desenvolver e consolidar as disposições estatutárias:

a)     Estimular, implantar e dar condições de pleno funcionamento ao Conselho de Representantes do CNC – órgão de fiscalização da Diretoria Executiva, instância fundamental de articulação e participação dos cineclubes na política nacional do movimento e instrumento indispensável na expansão do cineclubismo em bases regionais;

(Tal estímulo foi implementado pelas várias diretorias. E o CR – Conselho de Representantes reuniu-se nas duas últimas Jornadas. O número de entidades estaduais é, porém, ainda insignificante e pouco valor se é dado a esta instância. Neste sentido é necessário maior politização do movimento e um trabalho mais constante da direção nacional no sentido de valorizar e estimular ainda mais quer a organização de novas entidades estaduais, quer a escolha dos membros do CR.

O CR – Conselho de Representantes deve por seu turno buscar criar mecanismos de funcionamento contínuo para que possa participar efetivamente e acompanhar a gestão da entidade.)

b)     Estruturar em bases funcionais as diretorias do CNC, provendo funcionários e equipamentos necessários;

(Infelizmente esta foi uma tarefa que não foi possível concretizar, até porque, mesmo as diretorias (e seus diretores), com poucas e raras exceções, tiveram até o momento participações descontínuas e pouco produtivas no que se relaciona ao dia a dia da entidade.

Neste contexto, merece registro a dedicação e o trabalho realizado pelo presidente Antonio Claudino de Jesus e pelo secretário geral João Baptista Pimentel Neto, que em vários momentos tiveram que dar conta das demandas praticamente sozinhos.

Tal situação acabou ainda provocando um grau de centralização que julgamos inapropriado e que, portanto, deve sofrer modificação na próxima gestão, na qual se espera que os dirigentes eleitos assumam na prática e no dia a dia os compromissos firmados quando de suas eleições.)

c)       Criar formas voluntárias – assessorias, comissões – de trabalho e participação na realização das políticas e projetos da entidade e do movimento, e

(Apesar das tentativas, poucos e raros foram aqueles que se dispuseram a contribuir voluntariamente e sem qualquer remuneração e este é outro problema que terá que ser superado.)

d)      Constituição de sede própria para a entidade, como referencial para o movimento, espaço de memória e arquivo, e base logística de projetos e outras ações.

(Apesar de ter conseguido inaugurar uma sede própria neste ano de 2010 em Vila Velha (ES), o funcionamento da entidade continua precário e sem fontes de sustentabilidade contínua.)

Promover seminários e encontros regionais, nacionais, setoriais ou temáticos para o desenvolvimento de propostas, programas e projetos, entre as organizações cineclubistas e destas com atividades, instituições e movimentos próximos dos cineclubes:

  • Escola, Educação
    (Foram realizados alguns projetos sobre o tema, merecendo destaque o realizado pela Associação de Cineclubes de Vila Velha, ES.)

  • Rádios Comunitárias
    (Apesar dos esforços de aproximação com a ABRAÇO não se verificou até o mmomento qualquer resultado mais concreto.)
  • Produção Independente (ABDeCs)
    (A aproximação com a ABDn e com as ABDs Estaduais vêm acontecendo de forma lenta, porém, contínua e várias atividades conjuntas já foram realizadas.)
  • Festivais de Cinema
    (A aproximação com o Fórum dos Festivais esta hoje consolidada e foram estabelecidas parcerias com vários festivais, muitos dos quais estão sendo realizados pelos próprios cineclubes. Dentre os festivais parceiros merecem destaque o FAIA – Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual, o SMCV – Santa Maria Cinema e Vídeo, a Mostra Produção Independente da ABD Capixaba e o Goiamun Audiovisual, que tem proporcionado espaços e financiado a realização de muitas atividades do CNC.)
  • Pontos de Cultura
    (Apesar do grande número de cineclubes que participam deste programa, a aproximação e maior participação do CNC encontrou grandes obstáculos impostos principalmente pelos gestores governamentais do programa e por entendimento equivocado de grande parte das entidades participantes. Talvez com o funcionamento do Pontão Democratizando o Audiovisual estes obstáculos possam ser superados. É ao menos o que se espera.)
  • Movimentos : Hip Hop, Capoeira, Teatro, Música, Leitura, etc
    (A aproximação com o outros setores está acontecendo de forma lenta, gradual e não muito organizada.)

Compromisso com o movimento cineclubista mundial.

A 25a. Jornada e o Conselho Nacional de Cineclubes referendam e se comprometem com as tratativas encaminhadas anteriormente pela Comissão Nacional de Reestruração do Cineclubismo, junto à Federação Internacional de Cineclubes – FICC, e com as deliberações do 1o. Encontro Ibero-americano de Cineclubes, que passam a integrar este programa:

(Cumprida integralmente. Basta registrar que o CNC ocupa hoje a vice Presidência da FICC – Federação Internacional de Cineclubes e tem sido o principal protagonista da organização do movimento a nível mundial, em especial, junto à comunidade ibero americana, como comprova o fato de que todos os 5 (cinco) EIACs – Encontros Ibero Americanos de Cineclube foram financiados e organizados no Brasil.

Fomos também responsáveis pelo resgate da Carta de Tabor e pelo lançamento e manutenção da CAMPANHA MUNDIAL PELOS DIREITOS DO PÚBLICO que no Brasil já recebeu apoio de mais de 250 entidades.)

a)     Realização da Assembléia Geral da FICC no Brasil
(TAREFA CUMPRIDA)

b)     Realização do II Encontro Ibero-Americano
(TAREFA CUMPRIDA)

c)      Realização do Festival Ibero-Americano
(TAREFA NÃO CUMPRIDA NA SUA TOTALIDADE)

d)     Consolidação do espaço mundokino.net
(TAREFA CUMPRIDA)

e)     Criação do acervo compartilhado latino-americano
(TAREFA CUMPRIDA)

Comentário Final do Autor

Após a leitura e balanço crítico sobre as propostas estabelecidas pelo plano/programa de trabalho assumido e reassumido desde 2005 pelas várias diretorias que estiveram à frente do CNC, julgamos que as metas estabelecidas foram quase que plenamente alcançadas, o que demonstra que a decisão de eleição de dirigentes comprometidos com a continuidade foi acertada e resultou num formidável crescimento, fortalecimento e na recuperação e ampliação dos espaços ocupados anteriormente pelo CNC e pelo movimento cineclubista brasileiro.

É certo que muito ainda existe a ser feito e que as lutas, quer para a manutenção do atual status quo, quer pela ampliação do movimento, continuarão sendo permanentes e dependentes da participação de tod@s, sejam dirigentes ou militantes.

De minha parte, enquanto militante e dirigente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros desde à década dos 80 e, em especial, desde o início do atual processo iniciado em 2004, acredito ter oferecido minha modesta, porém, permanente e contínua contribuição. E também satisfeito com os resultados alcançados.

Fui, sou e serei eternamente CINECLUBISTA. Esta é uma condição que faz parte do meu ser/estar/fazer e isso me faz feliz!

FILMES SÃO FEITOS PARA SEREM VISTOS!

PELOS DIREITOS DO PÚBLICO!

O PÚBLICO SOMOS NÓS!

Viva o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros!

Viva o Movimento Cineclubista Brasileiro e Mundial!

João Baptista Pimentel Neto
Apenas mais um cineclubista.

CBC lança Manifesto em Defesa da Cultura e das Entidades Culturais Brasileiras


Pela aprovação de mudanças na LDO / Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012 permitindo a celebração de convênios entre entidades privadas e o MINC – Ministério da Cultura para a realização de eventos culturais.

Amig@s do audiovisual e da cultura brasileira,

Como é do conhecimento de tod@s, aprovada pelo Congresso Nacional em 2010, a LDO / Lei de Diretrizes Orçamentária 2011 atualmente em vigor, determinou a proibição da celebração de convênios e repasse de recursos pelos Ministérios da Cultura e do Turismo para entidades privadas durante todo o atual exercício.

Esta determinação “legal” está causando imensos prejuízos à cultura brasileira, em especial, as entidades culturais sem fins lucrativos, que mesmo que possua toda a sua documentação legal na mais completa ordem e não tenham qualquer pendência quanto à prestação de contas de convênios celebrados anteriormente, estão impedidas de propor projetos e receber novos recursos do MINC – Ministério da Cultura através do FNC – Fundo Nacional de Cultura.

A medida é inédita na história brasileira e penaliza no atacado todo o segmento cultural, por conta de situações que deveriam ser tratadas no varejo, ou seja, caso a caso.

Para piorar ainda mais esta situação, fomos novamente surpreendidos com o fato de que a proposta da LDO / Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012 encaminhada pelo Executivo à apreciação e aprovação do Congresso Nacional, mantêm o mesmo dispositivo, apontando para a possibilidade de que todo o setor permaneça por mais um ano impedido de celebrar convênios e acessar recursos fundamentais, colocando desta forma em risco à continuidade da realização de um sem número de atividades, muitas das já tradicionais no calendário de eventos culturais e que desfrutam de enorme credibilidade construída ao longo dos muitos anos durante os quais vêm sendo realizadas.

Neste contexto é que o CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, entidades associadas e parceiras e ainda dirigentes e militantes de entidades civis sem fins lucrativos do setor audiovisual, decidiram iniciar uma mobilização nacional objetivando sensibilizar os deputados e senadores que participam da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura, solicitando aos mesmos que apresentem coletivamente uma emenda supressiva afastando do texto da LDO 2012, qualquer possibilidade de manutenção de mecanismos que continuem injustamente penalizando nosso setor.

O prazo para apresentação da referida emenda se encerra no próximo dia 10 de junho, sendo, portanto, urgente que tod@s se mobilizem no sentido de fortalecer nossa justa reivindicação.

Neste contexto, estamos encaminhando abaixo cópia do documento que deverá ser entregue a presidenta da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura, Deputada Jandhira Fegalli no próximo dia 8 de junho, por ocasião da realização de reunião da referida Frente.

O documento pode ser acessado em

LDO 2012: MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA E DAS ENTIDADES CULTURAIS BRASILEIRAS

e permanecerá em aberto para novos apoios e subscrições até o próximo dia 06 de junho e para manifestar seu apoio basta apenas o envio de e-mail para

cbc.mobilizacaoLDO2012@cbcinema.org.br

Solicitamos que as entidades informem na mensagem o nome, estado e cidade sede.

Já as pessoas físicas devem informar ainda sua profissão e/ou área de atuação.

Certos de podermos contar com tod@s no fortalecimento desta luta.

Agradecemos antecipadamente

A DIRETORIA
CBC – Congresso Brasileiro de Cinema.

Confira o documento e quem já o subscreveu:

Atibaia, 02 de junho de 2011.

Aos Deputados e Senadores da
Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura
Att. Deputada Jandhira Fegalli

Assunto: Artigo 20 da LDO / Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012

Excelentíssima Senhora
Deputada Jandhira Fegalli
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura

A atividade cultural brasileira está enfrentando em 2011 talvez a sua maior escassez de investimentos públicos dos últimos anos para a produção cultural. Isto se deve, dentre outras causas, à proibição pela LDO / Lei de Diretrizes Orçamentárias 2011 que impede a celebração de convênios entre o MINC – Ministério da Cultura e entidades privadas para eventos culturais. Assim, sofrem os festivais de cinema, cineclubes, eventos musicais, de artes cênicas, teatro, dança, mímica, circo, exposições de artes visuais, mostras culturais, etc. Inúmeros eventos de grande porte têm sido cancelados por conta desta determinação legal.

Para perplexidade da classe cultural brasileira, a proposta da LDO / Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2012 repete a mesma vedação. Esta determinação, que consta do Artigo 20 do Projeto de Lei encaminhado pelo Executivo, caso venha a ser aprovado, provocará uma verdadeira asfixia no setor, descontinuando projetos sérios e regulares, que não terão condições de absorver dois anos consecutivos sem investimentos através de convênios.

Registrando que a apresentação de emendas parlamentares ao texto da LDO 2012 tem seu prazo final fixado para até o próximo dia 10 de junho, solicitamos a especial atenção e empenho da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura ao tema, e neste sentido, a apresentação de emenda supressiva conjunta visando à supressão do Artigo 20 do Projeto de Lei da LDO 2012, que mantém a referida proibição da celebração de convênios e repasse de recursos pelo MINC – Ministério da Cultura.

Cordialmente,

João Baptista Pimentel Neto
Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Subscrevem o documento:

Subscrevem o documento:

ENTIDADES FEDERAIS, ESTADUAIS & MUNICIPAIS DO AUDIOVISUAL

  1. CBC – Congresso Brasileiro de Cinema
  2. ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação
  3. ABD Nacional – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas
  4. ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas
  5. ABRAFIC – Aliança Brasileira de Film Commissions
  6. AMC – Associação Mineira de Cineastas
  7. APRO – Associação Brasileira dos Produtores de Obras Audiovisuais
  8. ABCV DF – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo / Seção Distrito Federal
  9. ABD GO Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Goiás

10.  ABD AL – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Alagoas

11.  ABD&C AP – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Amapá

12.  ABD&C ES – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Espírito Santo

13.  ABD MA – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Maranhão

14.  ABD MG – Associação Curta Minas

15.  ABD MS – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Mato Grosso do Sul

16.  ABD&C PA – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Pará

17.  ABD PB – Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Paraíba

18.  ABD / APECI PE – Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Pernambuco

19.  ABD PI – Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Piauí

20.  ABD&C RJ – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Rio de Janeiro

21.  ABD&C RN – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Rio Grande do Norte

22.  ABD RO – Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Rondônia

23.  ABD SE – Associação Brasileira de Documentaristas / Seção Sergipe

24.  ABD SP Associação Brasileira de Documentaristas / Seção São Paulo

25.  ABD SC – Associação Cultural Cinemateca Catarinense

26.  ABD SE – Associação Brasileira de Documentaristas de Sergipe

27.  ABPI-TV – Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão

28.  ACC RJ – Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro

29.  ACCV / ABD CE – Associação Cearense de Cinema e Vídeo

30.  ACCV / ABD BA – Associação de Cinema e Vídeo de Brasília

31.  ACVA – Associação de Cinema e Vídeo do Amazonas

32.  APBA – Associação das Produtoras Brasileiras de Audiovisual

33.  APCNN – Associação dos Produtores de Cinema do Norte e Nordeste

34.  APTC / ABD RS – Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul

35.  APROECE – Associação das Empresas e Produtores de Cinema do Ceará

36.  APROCINE – Associação dos Produtores e Realizadores de Longas Metragens de Brasília

37.  AVEC / ABD PR – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná

38.  AMAV / ABD MT – Associação dos Profissionais de Cinema e outras Tecnologias Audiovisuais de Mato Grosso

39.  APIJOR – Associação de Propriedade Intelectual dos Jornalistas

40.  AR – Associação Brasileira de  Roteirista e Profissionais de Televisão Cinema Brasil

41.  ASCINE RJ – Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro

42.  ASCINES ES – Associação de Cineclubes do Espírito Santo.

43.  CBDC – Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural

44.  CINEMA BRASIL

45.  CINEMA NO INTERIOR – Instituto de Pesquisa e Produção Audiovisual – Petrolina, BA;

46.  CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

47.  CPCB – Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro

48.  FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes

49.  FÓRUM DOS FESTIVAIS

50.  FPC – Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo

51.  FID – Fórum Internacional da Dança

52.  FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

53.  FRENAVATEC – Frente Nacional Pela Valorização das Tvs do Campo Público

54.  FUNDACINE – Fundação de Cinema do Rio Grande do Sul

55.  IECINE – Instituto Estadual de Cinema do Rio Grande do Sul

56.  INSTITUTO GERAÇÃO – Vitória, ES

57.  PARACINE – Federação Paraense de Cineclubes

58.  SANTACINE – Sindicato das Indústrias do Audiovisual de Santa Catarina

59.  SATED MG – Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado de Minas Gerais

60.  SIAV RS – Sindicato da Indústria Audiovisual do Rio Grande do Sul

61.  SINDCINE – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica do Estado de São Paulo

62.  SINTRACINE – Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Cinematográfica e do Audiovisual em Santa Catarina

63.  SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema

64.  UCB – União de Cineclubes da Bahia

65.  UNINFRA – União Nacional de Infraestrutura Cinematográfica

FESTIVAIS DE AUDIOVISUAL

  1. ARARIBÉOIA FILME – Festival de Niterói – Niterói, RJ;
  2. BAIXADA ANIMADA – Mostra de Cinema de Animação da Baixada Fluminense – RJ
  3. CINE CEARÁ – Fortaleza, CE;
  4. CINE CHINELO – Recife, PE;
  5. CINE EXU – Festival de Cinema e Vídeo do Sertão do Araripe – Petrolina, BA;
  6. CINE FOOT – Rio de Janeiro, RJ;
  7. CINE PE – Festival do Audiovisual – Recife, PE;
  8. CINEMA E PROSA NA MELHOR IDADE – Salvador, BA;
  9. CURTA ATIBAIA – Atibaia, SP;

10.  CURTA CANOA – Festival Latino-Americano de Curta-Metragem de Canoa Quebrada – Canoa Quebrada, CE;

11.  CURTA SANTOS – Festival Santista de Curtas Metragens – Santos, SP;

12.  CURTA SE – Aracaju, SE;

13.  FAIA – Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual – Atibaia, SP;

14.  FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino – Rio de Janeiro, RJ;

15.  FESTIVAL DE CINEMA DE TRIUNFO – Triunfo, PE;

16.  FESTIVAL DE CINEMA NA FLORESTA – Alta Floresta, MT;

17.  FESTIVAL DE GRAMADO – Gramado, RS;

18.  FESTIVAL INTERNACIONAL DE VÍDEOS EM CREATIVE COMMONS – Salvador, BA;

19.  GOIAMUN AUDIOVISUAL – Natal, RN;

20.  GOIÂNIA MOSTRA CURTAS – Goiania, GO;

21.  MFL – MOSTRA DO FILME LIVRE – Rio de Janeiro, RJ;

22.  MOSTRA CURTA ENCONTRO – Salvador + 12 cidades, BA;

23.  MOSTRA DE CINEMA INFANTIL DE FLORIANÓPOLIS – Florianópolis, SC;

24.  MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES – Tiradentes, MG;

25.  MOSTRA MIRAGEM – Miracema, TO;

26.  MOSTRA PRODUÇÃO INDEPENDENTE – Vitória, ES;

27.  SANTA MARIA CINEMA e VÍDEO – Santa Maria, RS;

28.  TUDO SOBRE MULHERES – Chapada dos Guimarães, MT;

29.  VITÓRIA CINE VÍDEO – Vitória, ES;

CINECLUBES

  1. FICC – FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CINECLUBES
  2. CINEOCA – Porto Velho, RO;
  3. CINEOLHO – Niterói, RJ;
  4. CINE CALIFÓRNIA – Jaboatão dos Guararapes, PE;
  5. CINE GASTRÔ – Fortaleza, CE;
  6. CINE GUARÁ – PR;
  7. CINE ITINERRANTE -Santa Maria da Vitória, BA;
  8. CINE MOLOTOV – Fortaleza, CE;
  9. CINECLUBE ABELIN NAS NUVENS –

10.  CINECLUBE AMOEDA DIGITAL – Recife, PE;

11.  CINECLUBE APÔITCHÁ – Lucena, PB;

12.  CINECLUBE AQUIRY – Rio Branco, AC;

13.  CINE CLUBE ARTE E CULTURA – São Raimundo Nonato, PI;

14.  CINECLUBE ATLÂNTICO NEGRO – Rio de Janeiro, RJ;

15.  CINECLUBE BARÉ – Manaus, AM;

16.  CINECLUBE CINEMA NOS BAIRROS – Lins, SP;

17.  CINECLUBE CURTA DOZE E MEIA – Recife, PE;

18.  CINECLUBE DA ADB&C ES – Vitória, ES;

19.  CINECLUBE DA LAIA – Camaragipe, PE;

20.  CINECLUBE D(E) HORROR – Campo Grande, MS;

21.  CINECLUBE CENTRAL – Vila Velha, ES;

22.  CINECLUBE FLORESTA – Alta Floresta, MT;

23.  CINECLUBE FLORESTANO – Floresta, PE;

24.  CINECLUBE FUNEC – Contagem, MG;

25.  CINECLUBE GUADALA – Vila Velha, ES;

26.  CINECLUBE IDEÁRIO – Maceió, AL;

27.  CINECLUBE IMAGINÁRIO – Salvador, BA;

28.  CINECLUBE INDEPENDENTE – Caçador, RS;

29.  CINECLUBE LAGUNA – Laguna, SC;

30.  CINECLUBE LANTERNINHA AURÉLIO – Santa Maria, RS;

31.  CINECLUBE NANGETU – Belém, PA;

32.  CINECLUBE NATAL – Natal, RN;

33.  CINECLUBE NPD ORLANDO VIEIRA – Aracaju, SE;

34.  CINECLUBE PARATY – Paraty, RJ;

35.  CINECLUBE PARTICIPAÇÃO – Vila Velha, ES;

36.  CINECLUBE PROJETO KALU – Belém, PA;

37.  CINECLUBE REDE [APARELHO] – Belém, PA;

38.  CINECLUBE SMCV – Santa Maria, RS;

39.  CINECLUBE VOZES DO MORRO – Vila Velha, ES;

40.  CREC – CENTRO RIO-CLARENSE DE ESTUDOS CINEMATOGRÁFICOS – Rio Claro, SP;

41.  DIFUSÃO CINECLUBE – Atibaia, SP;

42.  ESTAÇÃO CINECLUBE – Rio Grande, RS;

43.  IAPÔI CINECLUBE – Goiana, PE;

44.  PONTO CINE – Salvador, BA;

45.  TELA TUDO CLUBE DE CINEMA – Maceió, AL;

ENTIDADES CULTURAIS DE CULTURA & CIDADANIA

  1. Associação Carnavalesca As Piriquetes – Salvador, BA;
  2. Associação Cidade de Palha – Salvador, BA;
  3. ACLB – Associação Cultural Liberdade é Barra – Salvador, BA;
  4. Associação de Artistas e Animadores Culturais de Cachoeira – Cachoeira, BA;
  5. Associação dos Barraqueiros de Amélia Rodrigues – Salvador, BA;
  6. Associação do Culto Afro Itabunense – Itabuna, BA;
  7. Associação de Difusão Cultural de Atibaia – Atibaia, SP;
  8. Associação Estrela Guia – Salvador, BA;
  9. Associação Iarense de Amigos da Infância – Iara/Barro, CE;

10.  Centro de Estudos em Animação Cultural Darcy Ribeiro, RJ;

11.  Clube das Mães D’Avelar – Salvador, BA;

12.  Clube Ur=H0r – Belo Horizonte, MG;

13.  Filarmônica 5 de Março – Muritiba, BA;

14.  Fundação Casa Paulo Dias Adorno – Cachoeira, BA;

15.  Fundação Cultural Professora Ludetana Araujo – Campo Maior, PI;

16.  Fundação Qorpo-Santo – Triunfo, RS;

17.  Instituto Bahia Mulher – Salvador, BA;

18.  Instituto de Cultura e Cidadania Femina – Rio de Janeiro, RJ;

19.  Núcleo de Incentivo à Cultura de Santo Amaro – Sto Amaro, BA;

20.  Sambada Comunicação e Cultura – Olinda, PE;

21.  Sociedade Orfeica Lyra Ceciliana – Cachoeira, BA;

22.  Teatro Dona Canô – Sto Amaro, BA;

23.  Teatro Experimental de Alta Floresta – Alta Floresta, MT;

24.  Uni Escola Cinema – Belém, PA;

PONTOS & PONTÕES DE CULTURA

  1. Ponto de Cultura ArtEstação – Rio Grande, RS;
  2. Ponto de Cultura Jovem Artista
  3. Ponto de Cultura Sertão Itaparica Mundo – Itaparica, PE;
  4. Ponto de Cultura Quintal da Aldeia – Pirenópolis, GO;
  5. Pontão Ação Griô Guaimbê das Nascentes & Veredas
  6. Pontão Democratizando o Audiovisual – Vila Velha, ES;

PRODUTORAS

  1. CEC – Centro do Empreendedor Cultural – Salvador, BA;
  2. Dezenove Som e Imagens – São Paulo, SP;
  3. Tabuleiro Produções – Santo Amaro – BA
  4. WS Produções e Eventos – Cachoeira – BA

TVs COMUNITÁRIAS

  1. TV CIDADE LIVRE – Rio Claro, SP

COLETIVOS CULTURAIS

  1. Coletivo Cultural de Arcoverde – Arcoverde, PE;

OUTROS & DIVERSOS

  1. Curta o Curta – Rio de Janeiro, RJ;
  2. Observatório Cineclubista Brasileiro (blog) – Atibaia, SP;
  3. Projeto CineArt Popular – Penedo, AL;

PESSOAS FÍSICAS

  1. Adriano Lima, documentarista e produtor cultural – Fortaleza, CE;
  2. Affonso Gallindo, produtor cultural – Belém, PA;
  3. Agostinho Bizinotto, ator e produtor cultural – Alta Floresta, MT;
  4. Aílton Franco, produtor cultural – Rio de Janeiro, RJ;
  5. Alex Nunes Barroso, produtor cultural e cineclubista – Fortaleza, CE;
  6. Alexandre de Jesus Serafini, curtametragista – Vitória, ES;
  7. Alfredo Bertini, produtor – Recife, PE;
  8. Alice Campos – produtora audiovisual – Brasília, DF;
  9. Alvarito L. Baratieri, Coordenador da Rede de Bibliotecas da UNOESC – Joaçaba, SC;

10.  André Gatti, professor universitário e pesquisador – São Paulo, SP;

11.  Antonio Claudino de Jesus, médico, produtor e cineclubista – Vila Velha, ES;

12.  Antonio Leal, produtor e consultor cultural – Rio de Janeiro, RJ;

13.  Antonio Paiva Filho, editor da Revista Sombras Elétricas – Niterói, RJ;

14.  Arthur Leandro, produtor cultural e cineclubista – Belém, PA;

15.  Assumpção Hernandez, produtora – São Paulo, SP;

16.  Beth Verdeguay, artista plástica e produtora cultural – Atibaia, SP;

17.  Bruno Cabús, biólogo, produtor cultural e cineclubista – Vila Velha, ES;

18.  Caio Dornelas, cineclubista – Goiana, PE;

19.  Calebe Augusto Pimentel, produtor cultural e documentarista – Atibaia, SP;

20.  Carine Araújo – Produtora Cultural – Bahia

21.  Carla Francine, produtora e gestora cultural – Recife, PE;

22.  Carla Lobo, produtora cultural – Belo Horizonte, MG;

23.  Carla Osório, jornalista e produtora cultural – Vitória, ES;

24.  Carlão Reinchembach, cineasta – São Paulo, SP;

25.  Carlos Brandão, crítico e pesquisador – Rio de Janeiro, RJ;

26.  Carlos Dowling, cineasta e produtor cultural – João Pessoa, PB;

27.  Carine Araújo , Produtora Cultural -Salvador – Ba;

28.  Carolina Paiva, produtora – Rio de Janeiro, RJ;

29.  Carolina Sartomen, mestranda e cineclubista – Campo Grande, MS;

30.  Carolline Vieira – produtora cultural e cineclubista – Fortaleza, CE;

31.  Cássio Renato Cerqueira, produtor cultural – Miracema, TO;

32.  Célia Pereira, produtora cultural e cineclubista – Rio Grande, RS;

33.  Cesar Cavalcanti, cineasta e produtor – Florianópolis, SC;

34.  Cícero Arágon, gestor e produtor – Porto Alegre, RS;

35.  Claudia Nunes, jornalista e cineasta – Goiás, GO;

36.  Clementino Junior, cineasta e cineclubista – Rio de Janeiro, RJ;

37.  Cynthia Falcão – curtametragista – Recife, PE;

38.  Cristina Maria Alves de Jesus, produtora cultural – Salvador, BA;

39.  Dane Nazareno – publicitária e produtora audiovisual – Manaus, AM;

40.  Daniela Maria Teixeira, produtora cultural e cineclubista – Vila Velha, ES;

41.  Daraína Pregnolatto, produtora cultural – Pirenópolis, GO;

42.  Darcel Andrade, professor e cineclubista – Belém, PA;

43.  Davy Alexandrisky, professor e cineclubista – Niterói, RJ;

44.  Eber Novo, cinegrafista e editor de TV – Rio Claro, SP;

45.  Edson Gonçalves, artista plástico, professor e gestor cultural – Atibaia, SP;

46.  Edilson da Costa Araujo, gestor cultural – Campo Maior, PI;

47.  Edina Fuji, produtora – São Paulo, SP;

48.  Elenor Cecon Junior – ator e produtor cultural – Alta Floresta, MT;

49.  Eliane Lages da Silveira- Jornalista – Belo Horizonte- MG

50.  Felipe Macedo, pesquisador e cineclubista – Toronto, CA;

51.  Fernanda Hallack, produtora – Belo Horizonte, MG;

52.  Francisco César Filho, cineasta e produtor cultural – São Paulo, SP;

53.  Flávio Machado, produtor e cineclubista – Rio de Janeiro, RJ;

54.  Gê Carvalho, produtor cultural e cineclubista – Recife, PE;

55.  Geraldo Moares, cineasta – Salvador, BA;

56.  Geraldo Veloso, cineasta – Belo Horizonte, MG;

57.  Gilvan Veiga Dockhorn, professor universitário e cineclubista – Santa Maria, RS;

58.  Gizely Cesconetto, pesquisadora e cineclubista – Laguna, SC;

59.  Graziele Andrade Ferreira, produtora cultural e cineclubista, Aracaju, SE;

60.  Guigo Pádua, curtametragista – Belo Horizonte, MG;

61.  Guilherme Whitaker, produtor cultural – Rio de Janeiro, RJ;

62.  Helen Maria Psaros, cineclubista – São Paulo, SP;

63.  Henrique Dantas, cineasta -Salvador – BA;

64.  Isidoro Cruz Neto, professor universitário e cineclubista – São Luís, MA;

65.  Itamar Borges, curtametragista, produtor e cineclubista – Goiânia, GO;

66.  Jair Alberto Brassalotti Junior, produtor cultural – Santos, SP;

67.  João Batista de Andrade, cineasta – São Paulo, SP;

68.  João Baptista Pimentel Neto, jornalista, gestor cultural e cineclubista – Atibaia, SP;

69.  João Baptista Pimentel Junior, advogado – Rio Claro, SP;

70.  João Moraes Machado, realizador de audiovisual e produtor musical – Vitória, ES;.

71.  Jorge Conceição, professor universitário e cineclubista – Salvador, BA;

72.  Jorge Moreno, produtor – Belo Horizonte, MG;

73.  José Carlos Sibila, cineasta e dramaturgo – São Paulo, SP;

74.  José Espenheira, cineasta – Salvador, BA;

75.  José Luiz Fernandes, diretor, músico, cinegrafista e cineclubista – Lins, Sp;

76.  Juliana Machado, estudante e cineclubista – Rio Branco, AC;

77.  Lauro Monteiro, artista plástico e cineclubista – Paraty, RJ;

78.  Leandro José Mendonça, Produtor, pesquisador e advogado – Rio de Janeiro, RJ;

79.  Lilia Gallana, jornalista – Campinas, SP;

80.  Lis Paim, montadora e cineclubista – Maceió, AL;

81.  Liége Nardi, produtora – Porto Alegre, RS;

82.  Lourenço Aparecido Favari, curtametragista e cineclubista – Rio Claro, SP;

83.  Lúcia Caus, curtametragista e produtora – Vitória, ES;

84.  Luciana Rodrigues, professora universitária e pesquisadora – São Paulo, SP;

85.  Ludimilla Carvalho – produtora de tv e audiovisual

86.  Luíza Lins, produtora – Florianópolis, SC;

87.  Luis Cavalari, administrador da Tv Cidade Livre – Rio Claro, SP;

88.  Luiz Alberto Cassol, cineasta e cineclubista – Santa Maria, RS;

89.  Luiz Alberto Rodrigues, cineasta e produtor – Porto Alegre, RS;

90.  Luiz Carlos M. Dantas, produtor cultural – Itabuna, BA;

91.  Manfredo Caldas, cineasta – Brasília, DF;

92.  Marcilino de Jesus, Dirigente da Fundação Casa Paulo Dias Adorno – Cachoeira – BA

93.  Marcos Carvalho, produtor cultural – Petrolina, BA;

94.  Maria Abdalla, produtora – Goiânia, GO;

95.  Maria Clara Fernandez, produtora – São Paulo, SP;

96.  Maria Mutti, Diretora do NICSA – Santo Amaro – BA;

97.  Maria Rachel da G. Pezzotti Pimentel – Rio Claro, SP;

98.  Mariza Teixeira, produtora cultural e cineclubista – Vila Velha, ES;

99.  Myrna Brandão, pesquisadora – Rio de Janeiro, RJ;

  1. Ney Ricardo da Silva, curtametragista – Rio Branco, AC;
  2. Nelson Marques, professor universitário e cineclubista – Natal, RN;
  3. Odila Vasconcelos, produtora cultural – Triunfo, RS;
  4. Orlando Bonfim Netto, cineasta – Vitória, ES;
  5. Paula Alves, produtora de cinema, diretora de festivais de cinema – Rio de Janeiro, RJ;
  6. Paulo Cannabrava Filho, jornalista e escritor – São Paulo, SP;
  7. Paulo José de Jesus, presidente da Filarmônica 5 de Março – Muritiba – BA;
  8. Pedro Lacerda, cineasta – Brasília, DF;
  9. Pedro Pablo Lazzarine – diretor de fotografia e sindicalista – São Paulo, SP;
  10. Nicole Kubli, artista plástica e gestora cultural – Atibaia, SP;
  11. Noilton Nunes, cineasta – Rio de Janeiro, RJ;
  12. Raimundo Cerqueira, Presidente da Lyra Ceciliana – Cachoeira – BA;
  13. Renata De Oliveira Ramos, professora e cineclubista – Contagem, MG;
  14. Reno Luiz Caramori Filho, produtor cultural e cineclubista – Caçador, SC;
  15. Roberto Abdala Junior, professor da UFGO – Goiânia, GO;
  16. Roberto Gonçalves de Lima, dramaturgo
  17. Roger Madruga, produtor – Brasília, DF;
  18. Rosângela Rocha, produtora cultural – Aracaju, SE;
  19. Rosemberg Cariry, cineasta – Fortaleza, CE;
  20. Ruth Maria Coelho de Pinho, Cineclubista e Produtora Audiovisual – Recife, PE;
  21. Sara Silveira, produtora – São Paulo, SP;
  22. Saskia Sá, cineasta, cineclubista e mestre em educação – Vitória, ES;
  23. Sergio Onofre Seixas de Araújo, professor – Maceió, AL;
  24. Sergio Santeiro, cineasta – Rio de Janeiro, RJ;
  25. Silvio Da Rin, cineasta – Rio de Janeiro, RJ;
  26. Simão Augusto, Produtor Cultural – Salvador – BA;
  27. Simone Norberto, jornalista e cineclubista – Porto Velho, RO;
  28. Sylvia Palma, roteirista – Rio de Janeiro, RJ;
  29. Sofia Stallbaum Mafalda, produtora de cinema e cineclubisma – Florianópolis, SC;
  30. Solange Lima, produtora – Salvador, BA;
  31. Thaís Brito, produtora cultural e cineclubista – Santa Maria da Vitória, BA;
  32. Télcio Brezolin, administrador e cineclubista – Santa Maria, RS;
  33. Tetê Mattos, professora e produtora cultural – Rio de Janeiro, RJ;
  34. Valdecir Marques , poeta, produtor cultural e cineclubista – Hortolândia, SP;
  35. Valmir Pereira, Produtor Cultural – Cachoeira – BA;
  36. Virgínia Lúcia Monteiro, Diretora Teatro Dona Canô – Santo Amaro – BA;
  37. Vitor Carvalho, fotógrafo e gstor cultural – Atibaia, SP;
  38. Victor Cayo, cineclubista – Lucena, PB;
  39. Wilton Montenegro, fotógrafo – Rio de Janeiro, RJ;
  40. Wilson Heidenfelder, animador – RJ;
  41. Wolney Oliveira, cineasta e produtor – Fortaleza, CE;
  42. Zita Carvalhosa, produtora – São Paulo, SP;

Revista de Cinema entrevista o novo Presidente do CBC, João Baptista Pimentel Neto


Entrevista de Gabriel Carneiro com João Baptista Pimentel Neto, novo presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema.

–  Quais os desafios a serem superados em sua gestão?

“Acredito que sejam os mesmos enfrentados nas gestões anteriores. Buscar encaminhar e concretizar as resoluções do CBC.

E para que isso ocorra buscar que as entidades associadas realmente participem do dia a dia do CBC. Que manifestem suas opiniões de forma franca. Que realizem o debate necessário à construção de consensos. Que efetivamente apóiem e se envolvam nas lutas coletivas. Que lembrem que é a soma e não a divisão que confere maior ou menor força ao CBC.

Por outro lado, acho que o desafio é dar conta da agenda legislativa, que se relaciona e afeta de modo importante todo o setor cultural e, em especial, o audiovisual. Precisamos ficar atentos e mobilizados. E novamente esta tem que ser uma tarefa coletiva. Não pode e não dá prá ser cumprida apenas por um presidente, uma diretoria e pelos conselhos.

Somos uma federação. O CBC está hoje presente em todos os estados e, portanto de certa forma esta agenda legislativa se replica nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Então, como se vê é tarefa coletiva e o CBC pode de certa forma articular e organizar isso. Serei apenas um dos coordenadores disso.

Gosto muito das palavras: articulação, parceria, compartilhamento!”

– De que maneira o fato de ser um cineclubista histórico influenciará sua gestão?

“A eleição de um cineclubista para presidir o CBC é realmente um fato histórico. Como é histórico o fato de as entidades que participam, apoiaram e votaram nesta chapa entenderem que o cineclubismo é importante neste momento do cinema brasileiro. Afinal, somos nós cineclubistas que temos buscado levar a produção audiovisual brasileira para os 92% de brasileiros que não freqüentam os cinemas de shoppings centers e que portanto não tem acesso a produção nacional.

Por isso afirmo que à gestão será coletiva. Foi isso o que aprendi no movimento cineclubista. Como também foi na militância cineclubista que aprendi a gostar e a dar a devida importância ao cinema e ao audiovisual brasileiro. E ao público brasileiro.

E daí, como cineclubista, apenas continuo dizendo que FILMES SÃO FEITOS PARA SEREM VISTOS e que precisamos fazer com que o povo brasileiro tenha acesso ao audiovisual brasileiro. E que essa é a principal luta. Quanto maior o número de brasileiros com acesso ao audiovisual brasileiro, mais forte ficará o nosso audiovisual. Isso me parece que hoje é consenso. Os problemas estão na infra estrutura, na distribuição e na exibição. E não podemos deixar de ficar atentos aos problemas que ainda resistem no setor da produção, principalmente de falta de recursos, da infernal burocracia, enfim, das mazelas que nos afligem a todos. Problemas que são de conhecimento de todo o setor e que tem que ser resolvidos.

É o que penso como cineclubista e o que estou propondo as entidades associadas. O norte será dado pelas entidades. “Pelos consensos que conseguirem construir.”

– Você acredita na mudança de paradigmas ao votarem num cineclubista para presidente de uma das mais importantes entidades audiovisuais do país?

“Acho que falar em mudança de paradigmas é muito forte. Mas acredito na tomada de consciência das entidades no sentido de união e reconhecimento de que o Brasil é um país imenso e diverso. E que o CBC tem que dar conta disso. Não é mero acaso que a nova diretoria conte com a participação de várias entidades representativas e de companheir@s espalhados por todo o Brasil. Acredito esta ser a maior prova de que o país está se conectando de norte a sul.

O CBC foi adentrando o Brasil de forma gradativa. Desde a sua retomada, ele teve na Presidência, o “carioca”Gustavo Dahl, depois, a “paulista” Assumpção Hernandez, com Geraldo Moraes contemplou os “gaúchos”, “candangos”, o centro oeste. Com Paulo Boccato, tivemos uma animador na presidência. Com Paulo Ruffino, um homem de TV. Com Jorge Moreno, sentimos os ares das alterosas e lembro que Rosemberg Cariry foi o primeiro presidente do CBC vindo do nordeste. E isso à época também foi um fato histórico. E ele fez uma das melhores gestões do CBC. Generosa. Pacificadora. Democrática. Franca e aberta. A favor do coletivo e do audiovisual brasileiro. Tenho orgulho de ter participado disso. Quero dar continuidade a isso.

Tivemos portanto presidentes das mais diversas origens e perfis. E cada um ofereceu sua contribuição à história do CBC. Espero estar à altura e oferecer também a minha contribuição.”

– Em que medida, haverá uma continuidade das gestões anteriores, em especial a última?

“Bem, o nome da Chapa foi Continuidade e Compromisso com o Audiovisual Brasileiro. E praticamente todos os membros da Diretoria e dos Conselhos da gestão anterior continuam participando. Portanto, será uma gestão de continuidade.”

– O que se pode aprender com o 8º CBC e que será levado em conta na nova gestão?

“Reafirmo que a nova gestão do CBC terá por norte dois documentos: as resoluções do 8º CBC e a Carta dos Realizadores Brasileiros. São as diretrizes das ações que devemos empreender. Manual de vôo. Lembrando sempre a todos que uma andorinha só não faz verão. E portanto só celebraremos conquistas se nos empenharmos coletivamente na luta. O resultado do trabalho dependerá do que cada uma das entidades associadas ajudar a construir.”

– Qual encaminhamento pretende dar ao CBC?

“O de continuidade na busca de construção de um coletivo forte. Não dá prá fazer um CBC forte sem a participação e envolvimento efetivo das entidades associadas. Volto a dizer é a soma e não a divisão que interessa ao CBC.

Então vamos continuar buscando construir consensos. Articular parcerias. Construir pontes com o poder legislativo e com o executivo.”

– Quais as principais reivindicações?

“Todas. Pelo menos aquelas que estão nas Resoluções do 8 CBC e na Carta dos Realizadores Brasileiros.

Todas elas são importantes e frutos de consensos. Defendemos todas. Sabemos que o setor é complexo e que cada atividade necessita de atenção e soluções especiais para cada um dos problemas. E valorizaremos isso dando igual atenção e nos colocando a disposição de todas.

E também sabemos que de certa forma todas estão contempladas pela agenda legislativa que se coloca pela frente. Que precisamos ficar atentos e mobilizados aos interesses da cultura e do audiovisual brasileiro.

PLC 116, PROCULTURA, VALE CULTURA, PEC 150. DIREITO AUTORAL. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. A lista é longa e posso ter esquecido algumas.

Vamos também fortalecer e apoiar a idéia da implantação dos Fundos Setoriais Regionais utilizando recursos dos Fundos Constitucionais. Uma idéia lançada pelo Rosemberg e que a cada dia ganha força.

Mas para enfrentar estes desafios precisamos de todos.”

– Que postura manterá frente à gestão da ministra da Cultura Ana de Hollanda?

“Estou certo que a nova Diretoria do CBC manterá uma postura republicana e respeitosa em relação ao Ministro (a) da Cultura. Seja ele quem for. A relação não pode se basear em nomes ou se gostamos mais ou menos do estilo de quem está Ministro.

A relação e o diálogo deve se pautar sobre os temas de interesse do audiovisual e da cultura.

Não nos envolveremos em manifestos nem pró, nem contra. Não cabe esse papel ao CBC, até porque sobre esse tema não temos consenso interno.

Por outro lado, a presença da Secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana e dos diretores da ANCINE, Mario Diamante e Glauber Piva, na Assembléia do CBC, em Atibaia, demonstram a vontade da atual gestão do MINC em construir o diálogo com o CBC e com todas as entidades associadas.”

– Como sente que será o diálogo com as diversas frentes do audiovisual, como a SAV e a Ancine?

“Disse na resposta anterior que a presença de dirigentes da SAV e da ANCINE aponta para o diálogo.

Ele está estabelecido. Não só com o CBC, mas também com as entidades associadas. Existem muitos temas específicos que devem ser dialogados entre a SAV e a ANCINE, diretamente com as entidades associadas, apoiadas pelo CBC.

O CBC não pode exercer este papel. Tem que cuidar dos interesses maiores. De todos. Tem que lutar pela ampliação dos recursos e não de como eles serão depois divididos. É assim que entendo o papel do CBC. E acho que sobre estes temas maiores, do interesse de todos – inclusive dos gestores governamentais – que o CBC deve concentrar seus esforços contando com um efetivo apoio e participação das entidades associadas.

A nova diretoria do CBC quer somar! “Quer ir a busca de novas conquistas e de preservar todas aquelas alcançadas nas gestões anteriores.”

João Baptista Pimentel Neto
Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Acreditar no Futuro – Carta de Atibaia do CBC / 2011


ESTA FOI A PREMISSA QUE NORTEOU A ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DO CBC, DURANTE O SEXTO FESTIVAL DE ATIBAIA INTERNACIONAL DO AUDIOVISUAL.

A DIRETORIA RECÉM-SAÍDA DEIXA O CBC COM UM SALDO POSITIVO GERADO POR TRABALHO ÁRDUO.

POR SUA VEZ, AS PROPOSTAS DA NOVA DIRETORIA ASSEGURAM QUE AINDA HÁ UM LONGO CAMINHO PELA FRENTE.

ESTAS DUAS PERSPECTIVAS DEIXAM CLARO QUE, APESAR DA CAMINHADA SER FEITA DE AVANÇOS E APARENTES RETROCESSOS, O SEGMENTO NÃO SE INTIMIDADIANTE DOS DESAFIOS GERADOS A PARTIR DO OITAVO CBC, OCORRIDO EM PORTO ALEGRE.

NESTE MOMENTO, COMPARTILHAMOS DO MESMO SENTIMENTO DE ESPERANÇA, DIANTE DAS PROPOSTAS NASCIDAS DO DIÁLOGO ENTRE AS ENTIDADES QUE AQUI COMPACTUARAM COM A PROPOSTA DE TRANSFORMAÇÃO DA POLÍTICA AUDIOVISUAL NACIONAL.

AQUI AS SUGESTÕES DISCUTIDAS E ORGANIZADAS, DE MANEIRA SÉRIA E DEMOCRÁTICA FORAM FORMULADAS.

ESSE PROCESSO NOS POSSIBILITOU VISLUMBRAR QUANTO AINDA PRECISAMOS AVANÇAR, NO SENTIDO DE ALCANÇAR O ESPAÇO HÁ MUITO MERECIDO PARA O AUDIOVISUAL BRASILEIRO, QUE PERSISTE, CADA DIA MAIS FORTALECIDO, MESMO DIANTE DO GRANDE DRAGÃO QUE QUER DESTROIR A NOSSA DIVERSIDADE.

ACREDITAMOS QUE O AUDIOVISUAL BRASILEIRO OCULPARÁ SIM, O ESPAÇO QUELHE É DEVIDO EM TODAS AS TELAS E PLATAFORMAS.

ACREDITAMOS QUE PARA TANTO, HAVERÃO SIM, OS RECURSOS E INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS, PARA NÃO DIZER URGENTES, PARA O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS DE TODOS OS SEGUIMENTOS QUE COMPÕEM A COMPLEXA CADEIA PRODUTIVA DO AUDIOVISUAL.

ACREDITAMOS NO PAPEL ESTRATÉGICO DA CULTURA E EM ESPECIAL DO AUDIOVISUAL, NO DESEJADO PROCESSO DE DESENVOVIMENTO SUSTENTÁVEL E DE APRIMORAMENTO DO PROCESSO CIVILIZATORIO DA NAÇÃO BRASILEIRA.

VIVA ATIBAIA!

VIDA LONGA AO FESTIVAL DE ATIBAIA INTERNACIONAL DO AUDIOVISUAL!

VIVA O CBC!

VIVA O AUDIOVISUAL BRASILEIRO!

ASSEMBLÉIA GERAL DO CBC – CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA

ATIBAIA, 14 DEMAIO DE 2011

  • O CBC- Congresso Brasileiro de Cinema agradece a Prefeitura da Estância de Atibaia / Secretaria Municipal de Cultura e Eventos, à Associação de Difusão Cultural de Atibaia / Difusão Cineclube e a SAV – Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura que viabilizaram a realização desta Assembléia Geral do CBC.

Campanha Salve o Dia da Animação


A mobilização estimulada pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros solicitando a adesão e participação do movimento na Campanha SALVE O DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO alcançou seus objetivos e ultrapassou até mesmo as melhores expectativas. Isso porque segundo os organizadores da campanha mais de 100 cineclubes de todo o país já manifestaram seu apoio, enviando cartas e divulgando a campanha em seus Blog e Listas.

O resultado desta mobilização pode ser conferido num álbum especialmente criado pelos organizadores no PICASSA

https://picasaweb.google.com/diadanimacao/CartasDeApoioAoMinCESAvEmFavorDaRealizacaoDoDiaInternacionalDaAnimacao#

e ainda num vídeo postado no Youtube

Boa notícia: Proposta do MinC de reforma da LDA contempla propostas do CNC


A proposta de anteprojeto de lei sobre a reforma da atual legislação de direito autoral apresentada pelo MinC – Ministério da Cultura na abertura do Seminário A Modernização da Lei de Direitos Autorais: Contribuições Finais para o APL, contemplou todas as propostas apresentadas pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros durante o processo de consulta pública. Presente ao evento, o editor deste Observatório divulgou a notícia em primeira mão aos dirigentes do CNC que imediatamente postaram a seguinte comunicação na lista CNC Diálogo:

O CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros informa que o texto final do anteprojeto de lei apresentado hoje pelo MinC, na abertura do Seminário A Modernização da Lei de Direitos Autorais: contribuições finais para o APL contempla integralmente a proposta apresentada pela entidade durante o processo de consulta pública realizado durante 2010.

Informa também que nossa proposta além de ter sido utilizada por vários palestrantes como exemplo dos possíveis e necessários avanços que poderão ser alcançados pela aprovação da proposta apresentada pelo MinC, não sofreu qualquer crítica ou oposição, sinalizando portanto que sua aprovação final pelo legislativo federal poderá ocorrer de forma tranquila e sem grandes sobresaltos desde que continuemos mantendo nossa atenção e mobilização durante o processo de tramitação na Câmara e no Senado Federal.

Acreditamos assim que o CNC e o movimento cineclubista brasileiro deram hoje mais um grande passo no processo de nossas luta para que a nova legislação brasileira sobre o direito autoral reconheça a importância da atividade cineclubista e contemple as garantias legais necessárias ao seu pleno funcionamento e ao fortalecimento dos Direitos do Público!

É hora portanto de comemorar mais esta grande vitória construída coletivamente pelo movimento cineclubista brasileiro através do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes.

Confiram abaixo o texto da proposta divulgada pelo MinC que no inciso XIX de seu artigo 45, conforme já mencionado contempla integralmente a proposta apresentada pelo CNC:

“Art. 45.

XIX – a exibição pública sem finalidade comercial, realizada por associações cineclubistas, assim reconhecidas pelo Ministério da Cultura, feita a partir de cópia legalmente obtida, exceto por meio de locação ou empréstimo, desde que a associação não tenha finalidade lucrativa, por si própria ou por vínculo com empresas ou entidades, e que a exibição não concorra com a exploração comercial da obra;”

Finalmente, ressaltamos novamente que apesar de podermos hoje comemorar mais esta vitória, continuaremos atentos e mobilizados até nossa vitória final.

Saudações Cineclubistas

A DIRETORIA

CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES BRASILEIROS
GESTÃO NAÇÃO CINECLUBE – 2010/2012


João Baptista Pimentel Neto
Diretor de Comunicação
CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

e-mailcomunicacao2010.cnc@cineclubes.org.br
skipe: pimentel43
msnpimentel439@hotmail.com
twitter: pimentel43

Banda Larga é Um Direito Seu!


O Observatório Cineclubista Brasileiro soma-se as dezenas de entidades e cidadãos brasileiros na Campanha “Banda Larga é um Direito Seu! lançada no dia 25 de maio em todo o país. Participe você também.

O Brasil está em um momento chave nas discussões de políticas para banda larga. Ministério das Comunicações e Anatel negociam com as empresas de telecomunicações as condições para implementação do Plano Nacional de Banda Larga, e os contratos das empresas de telefonia serão renovados até o final de junho.

Frente a esse quadro, a sociedade civil se organiza. No dia 25, foi lançada em cinco capitais a campanha “Banda Larga é um direito seu! Uma ação pela banda larga barata, de qualidade e para todos”. Ao mesmo tempo, 41 entidades divulgaram texto em que criticam a negociação do governo com as empresas de telecomunicações. O CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros também apóia esta campanha:

Veja mais abaixo:

Campanha “Banda larga é um direito seu!”

Lançamento nacional da campanha ocorreu em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Campo Grande e Brasília. Objetivo da Campanha é a internet barata, de qualidade e para todos.

Quem Somos

A banda larga no Brasil é ruim, cara e para poucos. Essa situação precisa mudar. É indiscutível que a banda larga configura, hoje e cada vez mais, um meio para a realização de direitos fundamentais, tais como direito à comunicação, direito de participação política, direito de ter voz e existir ao mundo. Em razão disso, não há mais tempo a perder: o Estado precisa garantir que todas as pessoas, independentemente da condição socioeconômica ou da localidade, tenham acesso a um serviço de banda larga de qualidade, barato e rápido.
Para isso, apresentamos um manifesto com princípios que devem balizar as ações do Executivo e do Legislativo, sejam elas de regulamentação, regulação ou de políticas públicas para o setor.

A Campanha está aberta a adesões daquelas organizações e indivíduos que concordarem com o manifesto inicial.

Para se juntar a nós é só mandar um e-mail de adesão para: campanhabandalarga@gmail.com

Entre outras atividades, a campanha se propõe a:-Manter site de referência com notícias e documentos sobre o tema, garantindo agregação de conteúdo relacionado (comentários, vídeos etc.) por meio da hashtag #pnbl;

-Fortalecer a rede CulturaDigital.br como espaço de referência para discussões sobre o tema, interligando-o e cruzando links com o site da campanha;

-Apurar e reunir informações concretas e indicadores nacionais e internacionais que deem materialidade às demandas da campanha;

-Promover debates e outras atividades em todo o país;

-Estabelecer parcerias em eventos de entidades parceiras;

-Trabalhar em diálogo com o Executivo e com o Legislativo, especialmente em âmbito federal;

-Participar do Fórum Brasil Conectado e de outros espaços de construção de políticas para o setor, traduzir a pauta, formular e discutir a intervenção da sociedade civil por meio do CulturaDigital.br;

As instituições envolvidas nessa iniciativa são:

ABCCom – Associação Brasileira de Canais Comunitários

ABJ – Associação Brasileira dos Jornalistas

ABRAÇO – Associação Nacional das Rádios Comunitárias

ABUSAR – Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido

ADECCON – Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor

AEPPSP – Associação dos Especialistas em Políticas Públicas do Estado de São Paulo

AMARC Brasil – Associação Mundial de Rádios Comunitárias

AMARRIBO – Amigos Associados de Ribeirão Bonito

ANPG – Associação Nacional dos Pós-Graduandos

ANEATE – Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão

ARPUB – Associação das Rádios Públicas do Brasil

Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras

ARTIGO 19

Associação de Difusão Cultural de Atibaia

Associação de Imprensa Campista

Associação de Mulheres da Zona Leste

Blog http://kdabandalarga.blogspot.com

Boletim Fronteira da Paz

CADESC – Comunidade Ativa no Desenvolvimento Sócio-Cultural Educacional de Cidade Tiradentes

Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania

Casa da Cultura Digital

CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

CEDECA Interlagos – Centro de Defesa dos Direito da Criança e do Adolescente – SP

CEDENPA – Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Cidadania e Saúde

Cineclube Cultura Jorge Comassetto

Ciranda Independente de Comunicação Compartilhada

Clube de Engenharia do Rio de Janeiro

CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

COJIRA – Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (DF, RJ, BA, AL, PB e SP)

Coletivo Digital

Comissão de Ciência e Tecnologia da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo

Conen – Coordenação Nacional de Entidades Negras

Conselho Federal de Psicologia

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo

CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

CUFA – Central Única das Favelas – Itapuã/BA

CUT – Central Única dos Trabalhadores

Difusão Cineclube

Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe

FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas

FITERT – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão

Fittel – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações

FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

FNECDC – Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa dos Consumidor

Fórum CONEN-BA

Geledés – Instituto da Mulher Negra

Gpopai – Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação

Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

INTERVOZES – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Instituto Alana

Instituto Bem Estar Brasil

Instituto D’ Brasil

Instituto de Estudos Sócio-Políticos

Instituto Imersão Latina

Instituto NUPEF – Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação

Instituto Patrícia Galvão

Instituto Telecom

IPJ – Instituto Paulista de Juventude

Laboratório Brasileiro de Cultura Digital

LBL – Liga Brasileira de Lésbicas

Movimento Software Livre Guarulhos

MPB – Movimento Música pra Baixar

MNU – Movimento Negro Unificado

Núcleo de Jornalistas Afrodescendentes (RS)

Observatório Cineclubista Brasileiro

Observatório de Controle do Setor Público de Campos

ONGNET BRASIL

Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo

Outras Palavras

Ponto de Cultura Caiçaras

Ponto de Cultura Escola Livre de Comunicação Compartilhada

Projeto Pescadores Online – UFPB

PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor

Rede Estadual de Inclusão Digital do Mato Grosso do Sul – REID MS

SEESP – Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo

Seleção Paulista

Sindicato dos Bancários da Bahia

Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região

Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados, Informática e Tecnologia da Informação do Estado do Amapá

SinTPq – Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de Campinas e Região

SINTTEL- Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Piauí

Sociedade Ecológica

SOS CORPO – Instituto Feminista para a Democracia

Teia Casa de Criação

TVLAN

UBM – União Brasileira de Mulheres

UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense

UNE – União Nacional Dos Estudantes

Adesões individuais:

Adailton Souza dos Santos

Ademar Cordeiro de Sousa

Ademar Roque Lorenzon Junior

Aian Cotrim

Aline Rabelo

Ana Cristina de Araújo Silva

Anderson Dias Pignata Cruz Macêdo

Antônio José Honório

Antônio Martins

Aparecida Nunes da Silva Honório

Assis Barros

Augusto Marreiros

Calebe Augusto Pimentel

Cida Toledo

Cleber Tinoco

Cleverson Oliveira

Cristiane Antunes Zapelini

Daniel Fabrício Freitas

Daniel Teixeira

Dariane Labres

Darwin Ribeiro

Diego Marcelo

Dino Macedo Amaral

Edenilson Freitas Silva

Edi Carvalho Novaes

Edimar Alves

Edson Franklin

Elisa Honório Sousa

Elizabeth Seno

Elvys Marchon

Emerson Araújo

Enock Cavalcanti da Silva

Evandro Rocha Rodrigues

Fabiana G. Da Fonseca

Fernando da Silva Honório

Flávio Augusto Carneiro

Flávio Henrique

Flávio Sousa Vasconcelos

Francine Hoffman

Fr3d Vázquez – Tuxáua Ativismo Midiático

Gabriel Honório Sousa

Gabriela Barbosa

Guilherme Bueno

Henrique Parra

Jamison Sampaio

João Baptista Pimentel Neto

João Cordeiro de Sousa

Johnatan Ivini Vieira

Jonathan Henrique Honório

Jorge Maia

Joseph Albert Medeiros Evaristo

Juliana dos Santos

Juliano da Silva Honório

Kenndel Zuanazzi

Lauro Faria

Lígia Braga

Livia Cruz

Lucas Alves

Lúcia Rodrigues

Luís Felipe Giampaulo Sarro

Luisa Stern – Ativista transexual – http://culturacd.blogspot.com

Luiz Claudio Souza

Marcelo Delfino – editor do portal Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro

Márcio Gomes

Marcos Dantas

Marcos Pinto Basto

Marcos Santilli

Maria Ignez Régis

Marilena Pinto França

Marisa Demarzo

Miuda Macedo

Paulo Antunes de Oliveira

Paulo Café

Paulo Geraldo Tessarioli

Pedro Luna Nogueira

Pedro Porfírio

Priscila Carolina Virginio dos Santos

Rafael Barussi

Raquel Porangaba

Renato Sau Rios

Renato Souza de Almeida

Reniany Cristina Santiago Raimundo

Rísia Lima

Rita Valente

Roberto Moraes

Robson Machado

Rodolfo Avelino

Rosana Aniceto de Macedo

Rossana Florencio

Ruth Alexandre de Paulo Mantoan

Saulo Izaguirry

Sérgio Amadeu

Sulamita Esteliam

Thais Garcia

Vanessa Cristina Sodré Honório

Wille Marcel Lima Malheiro

CNC lança Seminários Estaduais de Cineclubismo, Cinema e Educação


O Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros – CNC lançou esta semana um projeto objetivando articular e concretizar a realização de “SEMINÁRIOS ESTADUAIS DE CINECLUBISMO, CINEMA E EDUCAÇÃO”. O projeto apresenta as linhas e sugestões gerais para que as entidades e núcleos coletivos estaduais filiados ao CNC realizem ações e busquem as parcerias necessárias à realização de Seminários Estaduais para tratar da inserção do audiovisual na Educação através do viés cineclubista.

Segundo a Vice Presidente do CNC e coordenadora nacional desta ação, Saskia Sá a proposta apresentada prevê a realização de seminários com ao menos dois dias de duração em cada Estado brasileiro e a programação deve contemplar o debate de propostas e a apresentação de cases sobre a implantação do audiovisual na educação sob a perspectiva cineclubista do público. “Estamos apresentando uma proposta apontando alguns caminhos, possibilidades de articulação de parcerias e um formato básico para a realização desta atividade em todos os estados brasileiros. Não se trata, porém, de uma proposta fechada, já que esperamos contribuições do conjunto do movimento cineclubista brasileiro visando seu aprimoramento. Temos ainda a certeza que a realização da atividade acabará incorporando e contemplando a diversidade e as especificidades relacionadas a cada um dos estados e das várias regiões brasileiras. Fato que, em nosso entendimento, enriquecerá ainda mais o processo e fará com que o resultado final contemple e apresente caminhos capazes de abranger e oferecer soluções às várias realidades observadas no processo educacional brasileiro”.

Segundo Saskia, os Seminários Estaduais resultarão na compilação de propostas que serão organizadas e contempladas num documento básico que será apresentado e debatido quando da realização do “Seminário Nacional de Cineclubismo, Cinema e Educação” que deve ser promovido pelo CNC e entidades parceiras em junho de 2012 no Maranhão, visando aprovar e propor às várias instâncias governamentais a implantação de um projeto nacional que concretize a implantação de cineclubes em todas as escolas brasileiras.

O projeto básico já conta com apoio de diversas entidades em todo o país. A proposta prevê o estabelecimento de parcerias e de desenvolvimento de processos que contemplem a gestão coletiva e compartilhada.

Cineclubes, cineclubistas, entidades e todos aqueles que tenham interesse em participar do processo coletivo de debate e das ações que viabilizem a concretização dos objetivos propostos devem solicitar inscrição na lista

nação cineclube. gt cineclubismo e educação
inscreva-se!

Encaminhando solicitação à coordenação do projeto através do e-mail:

vicepresidente2010.cnc@cineclubes.org.br

Com o título:

“SEMINÁRIOS ESTADUAIS DE CINECLUBISMO, CINEMA E EDUCAÇÃO”

Saudações Cineclubistas

Saskia Sá

Vice-presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Coordenadora dos “SEMINÁRIOS ESTADUAIS DE CINECLUBISMO, CINEMA E EDUCAÇÃO”

Contatos:
E-mail: vicepresidente2010.cnc@cineclubes.org.br
Celular: 27.9277.1727

Visite também e conheça as propostas aprovadas sobre o tema aprovadas pela Plenária da 28 Jornada Nacional de Cineclubes.
http://cncbrasil.wordpress.com/educacao/

JBPN/2011.
Diretoria de Comunicação CNC.

Observatório participa de Encontro de Cineclubes do Vale do Pantanal


Na condição de diretor de Comunicação do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, o editor deste observatório participará do Encontro de Cineclubes do Vale do Pantanal que será realizado neste final de semana em Cáceres, Mato Grosso – dentro da programação do I Festival de Cinema de Cáceres “Olhares do Pantanal”.

O encontro conta ainda com o apoio da Ação Cine Mais Cultura desenvolvida pelo MINC – Ministério da Cultura.

Segundo os organizadores, o encontro proporcionará aos participantes o conhecimento de todas as informações necessárias à criação e manutenção das atividades de um cineclube e tem ainda por objetivo debater a ampliação de ações conjuntas, a consolidação de núcleos cineclubistas já em atividade na região do Vale do Pantanal e a possível criação de uma entidade representativa dos cineclubes do vale do Pantanal.

Ainda segundo os organizadores, será permitida a participação de até 02 (dois) representantes por cineclube ou CINE inscrito e para participar é necessário o preenchimento e envio da ficha de inscrição através do mensageiro eletrônicocontato@olharesdopantanal.com.br.

As despesas referentes à hospedagem e alimentação ficarão por conta da produção do festival.

O CNC participará e será representado no evento por seu Diretor de Comunicação, João Baptista Pimentel Neto.

Serviço
Encontro de Cineclubes do Vale do Pantanal
1° Festival de Cinema de Cáceres “Olhares do Pantanal”
Cine Teatro Xin – Calçadão da Praça Barão do Rio Branco, 184, Centro
28 e 29 de Maio de 2011
www.olharesdopantanal.com.br

CNC reafirma propostas para reforma da LDA


MANIFESTAÇÃO DO
CNC – CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES BRASILEIROS
SOBRE A PROPOSTA DE
REFORMA DA LEI DE DIREITO AUTORAL

Porto Alegre, 26 de maio de 2011.

Excelentíssima Senhora
Ana de Hollanda
DD. Ministra de Estado da Cultura

A/C Diretoria de Direitos Intelectuais

Assunto: Reforma da Lei de Direito Autoral.

Excelentíssima Senhora

CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, entidade nacional sem fins lucrativos, suas entidades estaduais e cineclubes filiados em plena atividade em municípios localizados nos 27 estados da federação brasileira, vêm através desta manifestar seu posicionamento sobre a proposta apresentada em dezembro de 2010 por este Ministério da Cultura de reforma e modernização da Lei do Direito Autoral e, em especial, ao então disposto nos itens a e b do inciso XV do artigo 46 da proposta de  anteprojeto de lei, cujo texto atual registramos abaixo:

“Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais a utilização de obras protegidas, dispensando-se, inclusive, a prévia e expressa autorização do titular e a necessidade de remuneração por parte de quem as utiliza, nos seguintes casos:

XV – a representação teatral, a recitação ou declamação, a exibição audiovisual e a execução musical, desde que não tenham intuito de lucro, que o público possa assistir de forma gratuita e que ocorram na medida justificada para o fim a se atingir e nas seguintes hipóteses:

a) para fins exclusivamente didáticos;

b) com finalidade de difusão cultural e multiplicação de público, formação de opinião ou debate, por associações cineclubistas, assim reconhecidas;

Porém, no sentido de tornar ainda mais claro o alcance e dimensão do previsto no item b do inciso acima referido, propomos que ao final de seu texto atual, seja acrescida a seguinte expressão: “conforme o previsto na IN – Instrução Normativa 63, de 02 de outubro de 2007, da ANCINE – Agência Nacional de Cinema”

O texto consolidado do referido item desta forma apresentaria a seguinte redação:

b) com finalidade de difusão cultural e multiplicação de público, formação de opinião ou debate, por associações cineclubistas, assim reconhecidas, de acordo com o disposto na IN – Instrução Normativa 63, de 02 de outubro de 2007, da – Agência Nacional de Cinema.

Informamos também, que cientes de que ocorreram manifestações contrárias a manutenção destes dispositivos no texto do anteprojeto de lei, o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, apoiado pelas entidades cineclubistas estaduais, pelos mais de 450 cineclubes filiados em atividade em municípios localizados nos 26 estados e no distrito federal e ainda, por dezenas de entidades representativas dos mais diversos campos da sociedade civil o movimento cineclubista brasileiro, continuará atento e mobilizado em defesa dos Direitos do Público e da grande maioria da população brasileira, que certamente serão os grandes beneficiários pela aprovação do texto originalmente proposto por este Ministério.

Cientes ainda de que a ampliação e fortalecimento de mecanismos, programas e ações voltados à democratização do acesso a cultura e aos bens culturais tem sido uma das principais metas deste Ministério, temos a certeza de que os referidos itens serão mantidos na proposta final, já que beneficiarão todos os brasileiros e brasileiros que hoje, pelas mais diversas razões, encontram imensos obstáculos ao pleno exercício de seus direitos fundamentais e constitucionais de acesso à cultura, aos bens culturais e a informação

Finalmente, tendo nossa entidade, bem como mais de uma centena de entidades a ela filiadas, participado de todo o processo de debate e consulta pública relacionada à proposta de reforma e modernização da Lei de Direito Autoral conduzido por este Ministério, gostaríamos de registrar o reconhecimento de todo o Movimento Cineclubista Brasileiro ao comportamento ético e democrático dos gestores do MINC – Ministério da Cultura, em especial, os pertencentes a sua Secretária de Políticas Culturais e a sua Diretoria de Direitos Intelectuais na condução deste processo que julgamos de fundamental importância à garantia, manutenção, fortalecimento e ampliação dos Direitos dos Autores e dos Direitos do Público.

Sendo só pelo momento e na certeza da atenção de Vossa Excelência à nossa manifestação, renovamos nossos votos de estima e consideração, apresentando-lhe nossas mais cordiais e fraternas

Saudações Cineclubistas

Luiz Alberto Cassol
Presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiro

Subscrevem este documento:

Entidades Estaduais Filiadas ao CNC:
ASCINE – Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro
ASCINES – Associação de Cineclubes do Espírito Santo
FPC – Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo
FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes
PARACINE – Federação Paraense de Cineclubes
UCB – União dos Cineclubes da Bahia

Cineclubes Filiados ao CNC

ACRE:
CINECLUBE AQUIRY – Rio Branco, AC;
CINECLUBE GUARANY – Mancio Lima, AC;
CINE MAIS CULTURA HÉLIO MELO – Rio Branco, AC;
CINEMACRE – Rio Branco, AC;

ALAGOAS:
BARRACÃO CINECLUBE – Maceió, AL
ASSOCIAÇÃO DO POVOADO OLHO D ÁGUA DO MEIO – Feira Grande, AL
CINECLUBE CANDEEIRO ACESO – Arapiraca, AL;
CINECLUBE CRIS DE PARIS – Maceió, AL;
CINECLUBE ESPELHO MÁGICO – Maceió, AL
CINECLUBE IDEÁRIO – Maceió, AL;
CINECLUBE CLÁUDIO LUIZ GALVÃO MALTA – Boca da Mata, AL;
CINECLUBE OLHAR PERIFÉRICO – Maceió, AL;
CINEJUS – Maceió, AL;
CINE PEDRA – Delmiro Gouveia, AL;
TELA TUDO CLUBE DE CINEMA – Maceió, AL;

AMAPA:
ASSOCIAÇÃO CULTURAL – Macapá, AP;
CINE MAIRI – Macapá, AP;
CINECLUBE CINEMANDO NA AMAZÔNIA – Macapá, AP;
UNIVERCINEMA – Macapá, AP;

AMAZONAS:
CINECLUBE BARÉ – Manaus, AM;
CINECLUBE COLETIVO DIFUSÃO – Manaus, AM;
CINECLUBE MANAÓS – Manaus, AM;
CINECLUBE SAUIM DE MANAUS – Manaus, AM;
PONTO DE DIFUSÃO DIGITAL ISA – Manaus, AM;

BAHIA:
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE TANQUE NOVO – Tanque Novo, BA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL LIBERDADE É BARRA – Salvador, BA;
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE PITUAÇU – Salvador, BA
ASSOCIAÇÃO DO CULTO AFRO ITABUNENSE – Itabuna, BA;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL TARCÍLIA EVANGELISTA DE ANDRADE – Capim Grosso, BA
CENTRO DE AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA – Itabuna, BA;
CENTRO CULTURAL CHIC CHIC – Andaraí, BA;
CINECAOS – Cachoeira, BA;
CINE CIDADÃO – Vitória da Conquista, BA;
CINECLUBE AMÉLIA RODRIGUES – Amélia Rodrigues, BA
CINECLUBE ALTERNATIVO – Livramento, BA;
CINECLUBE AVENTURA – Salvador, BA;
CINECLUBE BAMBOLÊ DE CULTURA – Lauro de Freitas, BA;
CINECLUBE BERIMBAU – Conceição do Jacuípe, BA;
CINECLUBE PORTA DO CONHECIMENTO BIBLIOTECA INFANTIL – Salvador, BA;
CINECLUBE BONFIM – Salvador, BA
CINECLUBE BOM DESTINO – Feira de Santana, BA;
CINECLUBE CAATIBA – Caatiba, BA;
CINECLUBE CACHOEIRA CIDADÃ – Cachoeira, BA;
CINECLUBE CAATIBA – Caatiba, BA;
CINECLUBE CARAVELAS – Salvador, BA;
CINECLUBE CLÃ PERIFÉRICO – Salvador, BA;
CINECLUBE CINECASE – Salvador, BA;
CINECLUBE CORAÇÃO DE MARIA – Coração de Maria, BA;
CINECLUBE CPM LANTERNINHA – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA FAMA – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA GLAUBER ROCHA – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA MANOEL DEVOTO – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA LUIS VIANA – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA PARATODOS – Salvador, BA;
CINECLUBE LANTERNINHA TELA CHEIA – Salvador, BA;
CINECLUBE LUA DIGITAL – Salvador, BA;
CINECLUBE LEÃOZINHO – Salvador, BA;
CINECLUBE LUZ E SOMBRAS – Salvador, BA;
CINECLUBE CINEMA NAS ESCADARIAS DO PASSO – Salvador, BA;
CINECLUBE NOVA FLOR – Salvador, BA;
CINECLUBE O CINEMA VAI A ESCOLA_SALVADOR – Salvador, BA;
CINECLUBE ORLANDO SENNA – Lençõis, BA;
CINECLUBE ORUMILÁ – Salvador, BA;
CINECLUBE PAPA-JACA – Santo Antônio de Jesus, BA;
CINECLUBE PAULO AFONSO – Paulo Afonso, BA;
CINECLUBE PONTO DE CULTURA IPIRÁ – Ipirá, BA;
CINECLUBE PRIMEIRO DE MAIO – Salvador, BA;
CINECLUBE QUILOMBO XIS – Salvador, BA;
CINECLUBE QUILOMBO VERDE – Salvador, BA;
CINECLUBE ROBERTO PIRES – Salvador, BA;
CINECLUBE SAPHUSFILMES – Salvador, BA;
CINECLUBE SÓCIO AMBIENTAL DE VALÉRIA – Salvador, BA;
CINECLUBE YPIRANGA – Salvador, BA;
CINECLUBE TV PELOURINHO – Salvador, BA
CINECLUBE USINA DAS ARTES – Camaçari, BA;
COLETIVO LIBERTAI – Salvador, BA;
CINE TEATRO GLAUBER ROCHA – Guajeru, BA;
COMISSÃO PRÓ FEDERAÇÃO BAIANA DE CINECLUBES – Salvador, BA;
CUCA UNE BA – Salvador, BA;
FÓRUM PRÓ CIDADANIA – Salvador, BA;
INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO BAIXO SUL DA BAHIA – Ituberá, BA;
GRUPO AFRO COMTEMPORÂNEO ZAMBIÃ – Lauro de Freitas, BA;
GRUPO ORQUÍDEA NEGRA – Saúde, BA;
OUROCINE – Oriçangas, BA;
PONTO CINE – Salvador, BA;
PONTO CINE LIBERDADE – Salvador, BA;

CEARÁ:
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE CANA BRAVA – Cariús, CE;
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE CONTENDAS – Itatira, CE;
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE MILAGRES – Milagres, CE;
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MENINO JESUS DE ALEGRE II – Itatira, CE;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL CURUMINS DO SERTÃO – Farias de Brito, CE;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE AMIGOS DA ARTE GARATUJA – Tinguá, CE;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESTRELA BRANCA – Hidrolândia, CE;
ASSOCIAÇÃO IARENSE DOS AMIGOS E AMIGAS DA INFÂNCIA – Barro, CE;
ASSOCIAÇÃO RUSSANA DA DIVERSIDADE HUMANA – Russas, CE;
CENTRO COMUNITARIO DO MUNICIPIO DE BREJO SANTO – Brejo Santo, CE
CINE BRINCADEIRAS – Fortaleza, CE;
CINECLUBE CIADE – Irauçuba, CE;
CINE CURURU – Fortaleza, CE;
CINE ECOS – Guaramiranga, CE;
CINEFA7 – Fortaleza, CE;
CINE INTERVENÇÕES HUMANAS – Fortaleza, CE;
CINE GASTRÔ – Fortaleza, CE;
CINE MAIS CULTURA QUIXELÔ – Quixelô, CE;
CINE NAZARÉ – Fortaleza, CE;
CINE PARAMOTOQUINHA – Fortaleza, CE;
CINE SOBREMESA – Fortaleza, CE;
CINECLUBE ACARTES – Fortaleza, CE;
CINECLUBE AUDECÍLIO GARCIA – Aracati, CE;
CINECLUBE CASA BRASIL CAUCAIA – Caucaia, CE;
CINECLUBE DA UNIFOR – Fortaleza, CE;
CINECLUBE ESTAÇÃO – Independência, CE;
CINECLUBE FÁBRICA DE IMAGENS – Fortaleza;

DISTRITO FEDERAL:
ASSOCIAÇÃO CULTURAL FAÍSCA – Taguatinga, DF;
ESPÍRITO SANTO:
CAREBA CINECLUBE – Linhares, ES;
CINECLUBE BADARÓ – Guaçuí, ES;
CINECLUBE CASA BRASIL VITÓRIA? – Vitória, ES;
CINECLUBE CASA DE CULTURA – Vila Velha, ES;
CINECLUBE CEET – Vitória, ES;
CINECLUBE CENTRAL – Vila Velha, ES;
CINECLUBE DA ABDeC-ES – Vitória, ES;
CINECLUBE COLORADO – Cariacica, ES;
CINECLUBE DA CPV – Vitória, ES;
CINECLUBE DAS ARTES – Vila Velha, ES;
CINECLUBE ECO SOCIAL – Águia Branca, ES;
CINECLUBE FALCATRUA – Vitória, ES;
CINECLUBE GAROTO – Vila Velha, ES;
CINECLUBE GUADALA – Vila Velha, ES;
CINECLUBE INDEPENDENTE ABERTO – Colatina, ES;
CINECLUBE ITAPOà– Vila Velha, ES;
CINECLUBE IMAGEM EM MOVIMENTO – Barra de São Francisco, ES;
CINECLUBE IMAGEM NOS TRILHOS – Vila Velha, ES;
CINECLUBE JECE VALADÃO – Cachoeiro do Itapemirim, ES;
CINECLUBE JUPARANà– Linhares, ES;
CINECLUBE KBÇA – Vitória, ES;
CINECLUBE LINHA EM MOVIMENTO? – Vila Velha, ES;
CINECLUBE LIONEL – Vila Velha, ES;
CINECLUBE MANGUERÊ – Vitória, ES;
CINE METRÓPOLIS – Vitória, ES;
CINECLUBE OLHO DA RUA – Vila Velha, ES;
CINECLUBE PARTICIPAÇÃO – Vila Velha, ES;
CINECLUBE RAÍZES – Dores do Rio Preto, ES;
CINECLUBE TERRA – Vila Velha, ES;
CINECLUBE VILA SÃO JOÃO – Vila Velha, ES;
CINECLUBE VOZES DO MORRO – Vila Velha, ES;
FUNDAÇÃO EBER TEIXEIRA FIGUEIREDO – Ecoporanga, ES;
QUARTA NO TUCUN – Cariacica, ES;

GOIÁS:
CINECLUBE CASCAVÉL – Goiânia, GO;
CINECLUBE FASAM – Goiânia, GO;
CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS – Jataí, GO;
CINECLUBE JOÃO BENNIO – Aparecida de Goiânia, GO;
CINECLUBE XÍCARA DA SILVA – Anápolis, GO;
ESPAÇO CULTURAL VILA ESPERANÇA – Goiás, GO;

MARANHÃO:
CINECLUBE CASARÃO 337- São Luís, MA;
CINECLUBE CASARÃO UNIVERSITÁRIO – São Luis, MA
CINECLUBE FORMAÇÃO PCJ- São João Batista, MA;
CINE CRIOULA – São Luis, MA;
CINE PROJETO KALU – São Luis, MA;

MATO GROSSO:
CINECLUBE COXIPONÉS – Cuiabá, MT
CINECLUBE FLORESTA – Alta Floresta, MT;
CINECLUBE INQUIETAÇÕES – Chapada dos Guimarães, MT

MATO GROSSO DO SUL:
CINE BRASIL – Campo Grande, MS;
CINECLUBE CRP14 – Campo Grande, MS;
CINECLUBE JOEL PIZZINI – Ivinhema, MS;
CINECLUBE PANTANAL – Corumbá, MS;
CINEMA DE HORROR – Campo Grande, MS

MINAS GERAIS:
CASA BRASIL OBRA KOLPING – Belo Horizonte, MG;
CENTRO DE REFERENCIA DA CULTURA NEGRA DE VENDA NOVA – Belo Horizonte, MG;
CINECLUBE CARCARÁ? – Viçosa, MG;
CINECLUBE CINEMA COMENTADO- Montes Claros, MG;
CINECLUBE CUPARAQUE- Cuparaque, MG;
CINECLUBE CURTA CIRCUITO- Belo Horizonte, MG;
CINECLUBE FACE UFMG- Belo Horizonte, MG;
CINECLUBE GUAXUPÉ – Guaxupé, MG;
CINECLUBE HUMBERTO MAURO- Belo Horizonte, MG;
CINECLUBE ITAJUBÁ- Itajubá, MG;
CINECLUBE JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE- Belo Horizonte, MG;
CINECLUBE JOAQUIM RIBEIRO SADI- Ipatinga, MG;
CINECLUBE PARAÍSO – São Sebastião do Paraíso, MG;
CINECLUBE DA ESQUINA- Uberlândia, MG;
CINECLUBE SOCIAL – Belo Horizonte, MG;
CINE BRASA – Sabará, MG;
FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO – Belo Horizonte, MG;
FUNEC – Viçosa, MG;
INSTITUTO HUMBERTO MAURO – Belo Horizonte, MG;
LUZ DA LUA AÇÃO CULTURAL E TURISMO – Araçuaí, MG;
PONTO DE CULTURA FÁBRICA DO FUTURO – Cataguases, MG;
PONTO DE CULTURA IMAGEM E AÇÃO – Contagem, MG;
CINECLUBE OFICINA DE IMAGENS – Belo Horizonte, MG;

PARÁ:
ASSOCIAÇÃO QUILOMBOLA DE AFRICA E LANJITUBA – Moju, PA;
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DOS BAIRROS URAIM II e III – Paragominas, PA;
CINECLUBE ARGONAUTAS – Belém, PA;
CINECLUBE ALEXANDRINO MOREIRA – Belém, PA;
CINECLUBE AMAZONAS DOURO – Belém, PA;
CINECLUBE BOCA DA MATA – Redenção, PA;
CINECLUBE COLETIVO MARGINÁLIA – Belém, PA;
CINECLUBE CORREDOR POLÔNES – Belém, PA;
CINECLUBE NANGETU – Belém, PA;
CINECLUBE REDE APARELHO – Belém, PA;
LABIRINTO CINEMA CLUBE – Paraupebas, PA;

PARAÍBA:
CINECLUBE APÔITCHÁ – Lucena, PB;
CINECLUBE CASARÃO 34 – João Pessoa, PB;
CINECLUBE CASA DA JUVENTUDE – Pilões, PB;
CINECLUBE CHARLES CHAPLIN – Aparecida, PB;
CINECLUBE FREI PASCOAL – Pocinhos, PB;
CINECLUBE JOMARD MUNIZ DE BRITO- João Pessoa, PB;
CINECLUBE MÁRIO PEIXOTO- Campina Grande, PB;
CINESOCIAL – João Pessoa, PB;
PONTO DE DIFUSÃO DIGITAL FORTALEZA SANTA CATARINA- Cabedelo, PB;
PROJETO CINESTÉSICO – João Pessoa, PB
TINTIN CINECLUBE – João Pessoa, PB;

PARANA:
CINECLUBE ARAGUAIA – Cascavél, PR;
CINECLUBE PROJETO OLHO VIVO – Curitiba, PR;
KINOARTE – Londrina, PR;

PERNAMBUCO:
CINE CALIFÓRNIA – Recife, PE;
CINECLUBE ALTERNATIVO SÃO JOSÉ – Afogados da Ingazeira, PE; ? – Recife, PE;
CINECLUBE DISSENSO – Recife, PE;
CINECLUBE DO BOM JARDIM – Bom Jardim, PE;
CINECLUBE DO INSTITUTO LULA CARDOSO AYRES? – Recife, PE;
CINECLUBE CENTRO ESCOLA MANGUE – Recife, PE;
CINECLUBE ESTAÇÃO CULTURAL? – Arcoverde, PE;
CINECLUBE ESTRELA DE OURO? – Aliança, PE;
CINECLUBE FLORESTANO – Olinda, PE;
CINECLUBE GALPÃO DAS ARTES? – Limoeiro, PE;
CINECLUBE IAPÔI – Goiana, PE;
CINECLUBE MACAÍBA – Olinda, PE;
CINECLUBE REVEZES – Recife, PE;
COCADA CINECLUBE – Cabo de Santo Agostinho, PE;
NASCEDOURO CINECLUBE – Olinda, PE;

PIAUÍ:
CINECLUBE ABD ANTARES – Terezina, PI;
CINECLUBE CULTURA AO ALCANCE DE TODOS – Floriano, PI;
CINECLUBE AMIGOS DA BIBLIOTECA – Floriano, PI;
CINECLUBE DA ASSOC. DE MORADORES DO BAIRRO BELA VISTA – Colônia do Gurguéia, PI;
CINECLUBE DE TERESINA – Teresina, PI;
CINEPERIFERIA – Terezina, PI;
FUNDAÇÃO ROSANGELA ROCHA – Terezina, PI;

RIO DE JANEIRO:
ASSOCIAÇÃO CASA DO ARTESÃO DE PORCÍUNCULA – Porciúncula, RJ;
ASSOCIAÇÃO COMITÊ RIO DA AÇÃO DA CIDADANIA – Rio de Janeiro, RJ;
ASSOCIAÇÃO DAS ARTES PARA A INTEGRAÇÃO GLOBAL CENA URBANA – Rio de Janeiro, RJ;
ASSOCIAÇÃO DE MULHERES EMPREENDEDORAS DO BRASIL – Rio de Janeiro, RJ;
CAÇHAÇA CINEMA CLUBE – Rio de Janeiro, RJ;
CENTRO DE ESTUDOS E AÇÕES SOLIDÁRIAS DA MARÉ – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE ABDeC/RJ – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE ANKITO – Nilópolis, RJ;
CINECLUBE APOENA – São Pedro da Aldeia, RJ;
CINECLUBE ATLÂNTICO NEGRO – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE BECO DO RATO – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE BURACO DO GETÚLIO – Nova Iguaçu, RJ;
CINECLUBE CURTA O CURTA – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE DE ARTES DA UERJ – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE DIGITAL – NOva Iguaçu, RJ;
CINECLUBE DONANA – Belford Roxo, RJ;
CINECLUBE FGV – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE FUTURO FELIZ – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE GALINHO DE QUINTINO – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE ONDA VERDE?– Guapamirim, RJ;
CINECLUBE GUANDU- Japeri, RJ;
CINECLUBE GRAND CAFÉ LIMA BARRETO- Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE LUMIAR – Nova Friburgo, RJ;
CINECLUBE MACABA DOCE- Macaé, RJ;
CINECLUBE MOVIOLA- São Gonçalo, RJ;
CINECLUBE NÓS NA FITA – Niterói, RJ;
CINECLUBE NOSSO TEMPO- Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE NOVA ERA DIGITAL- Nova Iguaçu, RJ;
CINECLUBE OUTROS TEMPOS – Niterói, RJ;
CINECLUBE PARATY – Paraty, RJ;
CINECLUBE PHOBUS – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE PLANO GERAL – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE PUC DOCUMENTÁRIO – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE SALA ESCURA – Niterói, RJ;
CINECLUBE SEM TELA – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE SUBURBIO EM TRANSE – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE SUBVERCINE – Rio das Ostras, RJ;
CINECLUBE TELA BRASILIS – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE TIJUCÃO – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE TUPINAMBÁ – Araruama, RJ;
CINECLUBE UNISUAM – Rio de Janeiro, RJ;
CINECLUBE XARÉU- Arraial do Cabo, RJ;
CINEGOTEIRA – Mesquita, RJ;
CINE BELÉM- Japeri, RJ;
CINE BEM TE VI – São Gonçalo, RJ;
CINE CHEGA MAIS – Rio de Janeiro, RJ;
CINE MOFO- Duque de Caxias, RJ;
CINE OLHO – Niterói, RJ;
CINE RURAL SOBRADO CULTURAL SANTO ANTONIO- Bom Jardim, RJ;
CINE VISÃO COLETIVA – Rio de Janeiro, RJ;
CINESIND – Rio de Janeiro, RJ;
CUCA RJ – Rio de Janeiro, RJ;
Espaço Utopya – Rio de Janeiro, RJ;
GALERIA DE ARTE DO ICHF – Niterói, RJ;
MATE COM ANGU – Caxias, RJ;
MICROCINE CINEMA BRASIL- Rio de Janeiro, RJ;
NAV CINECLUBE – Niterói, RJ;
NICTHEROY CINE CLUBE – Niterói, RJ;
OI CINECLUB – Rio de Janeiro, RJ;
SUA ESCOLA NO CINECLUBE – Rio de Janeiro, RJ;

RIO GRANDE DO NORTE:
CINE MAIS CULTURA CECOP – Natal, RN;
CINECLUBE NATAL – Natal, RN;
CINECLUBE MOSSORÓ – Mossoró, RN;
CINECLUBE SONS DA VILA – Natal, RN;

RIO GRANDE DO SUL:
CINECLIO – Santiago, RS;
CINECLUBE ABELIN NAS NUVENS – Silveira Martins, RS;
CINECLUBE CASA DE CULTURA DE JAGUARÃO – Jaguarão, RS;
CINECLUBE GIOCONDA – Porto Alegre, RS;
CINE COMO LE GUSTA – Caxias do Sul, RS;
CINECLUBE LANTERNINHA AURÉLIO – Santa Maria, RS;
CINECLUBE UNIFRA – Santa Maria, RS;
CINECLUBE VAGALUME – Caçapava do Sul, RS;
CINECLUBE 8VIRTUAL – Porto Alegre, RS;
CLUBE DE CINEMA DE IJUÍ – Ijuí, RS;
CINE8 – Porto Alegre, RS;
CINE KAFUNÉ – Porto Alegre, RS;
INSTITUTO TROCANDO IDÉIA DE TECNOLOGIA SOCIAL – Porto Alegre, RS;

RONDÔNIA:
CINE CEREJEIRAS – Cerejeiras, RO
CINECLUBE DA ASSOCIAÇÃO ART TOTAL – Porto Velho, RO;
CINEOCA – Porto Velho, RO;

RORAIMA:
PONTO DE CULTURA A BRUXA ESTA SOLTA – Boa Vista, RR;

SÃO PAULO:
CINECLUBE 5 ELEMENTOS – São Paulo, SP;
AFROCINE – São Carlos, SP;
ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE E CULTURAL PENA BRANCA – São Paulo, SP;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA ALIANÇA – São Paulo, SP;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ZERO MM – Santo André, SP;
ASSOCIAÇÃO RENASCER EM DEFESA DA VIDA E DA CIDADANIA – São Paulo, SP;
CASA DE CULTURA DO GRAJAÚ – São Paulo, SP;
CENTRO RIOCLARENSE DE ESTUDOS CINEMATOGRÁFICOS – Rio Claro, SP;
CINE DE AMÉRICO BRASILIENSE – Américo Brasiliense, SP;
CINE BALBINOS – Balbinos, SP;
CINE BECOS – São Paulo, SP;
CINE RECREIO – Santa Gertrudes, SP;
CINECLUBE ALDIRE PEREIRA GUEDES – Bauru, SP;
CINECLUBE ANHEMBI – São Paulo, SP;
CINECLUBE BARDOCA – São Paulo, SP;
CINECLUBE BELAVISTABELA – São Paulo, SP;
CINECLUBE BRAD WILL – Itu, SP;
CINECLUBE BURIQUIOCA – Bertioga, SP;
CINECLUBE CASA DE CULTURA DE SOROCABA – Sorocaba, SP;
CINECLUBE CASINHA – São Paulo, SP;
CINECLUBE CAUIM – Ribeirão Preto, SP;
CINECLUBE CIDADÃOS ARTISTAS – Ribeirão Pires, SP;
CINECLUBE CINE PAVÊ – São José dos Campos, SP;
CINECLUBE CINEMA DIGITAL – Diadema, SP;
CINECLUBE CINEMA NOS BAIRROS – Lins, SP;
CINECLUBE CINEMANDO DE SOLA – Franca, SP;
CINECLUBE CINESCADÃO – São Paulo, SP;
CINECLUBE CIRCUS – Assis, SP;
CINECLUBE CONSCIÊNCIA – Jundiaí, SP;
CINECLUBE DARCY RIBEIRO – São Paulo, SP;
CINECLUBE DO CDCC – São Carlos, SP;
CINECLUBE DE BRAGANÇA – Bragança Paulista, SP;
CINECLUBE EMBU DAS ARTES – Embu das Artes, SP;
CINECLUBE HUMBERTO MAURO – Piracicaba, SP;
CINECLUBE JACARÉ – São Paulo, SP;
CINECLUBE JAÚ – Jaú, SP;
CINECLUBE JAIRO FERREIRA – São caetano do Sul, SP;
CINE JUACRIS – São Paulo, SP;
CINECLUBE NOSSA TELA – São Paulo, SP;
CINECLUBE OSVALDO DE OLIVEIRA – Itu, SP;
CINECLUBE PAC LEE – São Paulo, SP;
CINECLUBE PARATODOS – Botucatu, SP;
CINECLUBE PILAR DE MAUÁ – Mauá, SP;
CINECLUBE PIRACAIA – Piracaia, SP;
CINECLUBE PÓLIS – São Paulo, SP;
CINECLUBE SÃO LUCAS São Paulo, SP;
CINECLUBE SÃO ROQUE – São Carlos, SP;
CINECLUBE SATED – São Paulo, SP;
CINECLUBE SPOUTNIK – São Paulo, SP;
CINECLUBE TÁ NA TELA – São Paulo, SP
CINECLUBE WALTER DA SILVEIRA – São Paulo, SP;
CINECLUBE VILA BUARQUE – São Paulo, SP;
CINECLUBE VLADIMIR HERZOG – Peruíbe, SP;
CINEMETÔ CINECLUBE – São Bernardo do Campo, SP;
CINEUFSCAR – São Carlos, SP;
CLUBE DE CINEMA DE AVARÉ – Avaré, SP;
CLUBE DE CINEMA DE MARÍLIA – Marília, SP;
CUCA SÃO PAULO – São Paulo, SP;
CINECLUBE TIRADENTES – São Paulo, SP;
CINECLUBE ZINAMONTOMANTA – Diadema, SP;
COLETIVO VÍDEO POPULAR – São Paulo, SP;
CONJUNTO HABITACIONAL MORADIA POPULAR – São Bernardo do Campo, SP;
DIFUSÃO CINECLUBE – Atibaia, SP;
ESPAÇO CULTURAL CIRCO SÃO XICO – São José dos Campos, SP;
MUCCA MUDANÇA COM CONHECIMENTO CINEMA E ARTE – São Paulo, SP;
NÚCLEO DE CINEMA IAV – Campinas, SP;
PROJETO ARRASTÃO – São Paulo, SP;
PHOTOCINECLUBE CHAPARRAL – Embu das Artes SP;
PORTAL AFRO INSTITUTO CULTURAL São Paulo, SP

SANTA CATARINA:
CINECLUBE ARMAÇÃO – Florianópolis, SC;
CINECLUBE DA ALIANÇA FRANCESA – Florianópolis, SC;
CINECLUBE DA CASA DE CULTURA DE JAGUARÃO – Juaguarão, SC;
CINECLUBE CARIJÓ – Florianópolis, SC;
CINECLUBE CATAVÍDEO – Florianópolis, SC;
CINE CLUBE DA FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC – Florianópolis, SC;
CINECLUBE IEDA BECK – Florianópolis, SC
CINEINDEPENDENTE – Caçador, SC;
CINECLUBE LAGUNA – Laguna, SC;
CINECLUBE NAÇÃO FAVELA – Florianópolis, SC;
CINECLUBE PROJETANDO ARTE – Palhoça, SC;
CINECLUBE SOL DA TERRA – Florianópolis, SC;

SERGIPE:
CASA CURTA-SE – Aracaju, SE;
CINUFS – Aracaju, SE;
SÃO LÁZARO – Aracaju, SE;
CINECLUBE CASA DE CULTURA DE ESTÂNCIA – Estância, SE;

TOCANTINS:
CINECLUBE CANTO DAS ARTES – Palmas, TO;
INSTITUTO TABOKAÇU – Palmas, TO;
CINE SUCUPIRA – Miranorte, TO;

Informações detalhadas sobre as entidades e cineclubes subscitores podem ser acessadas através do link abaixo:

Cineclubes Filiados ao CNC – Conselho Nacional de Cineclubes

João Baptista Pimentel Neto
Diretor de Comunicação do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
FILMES SÃO FEITOS PARA SEREM VISTOS!

Visite:
www.culturadigital.br/cineclubes/
www.cineclubes.org.br