Mais de 150 entidades apóiam a Carta de Porto Alegre do 8.CBC


Companheir@s Cineclubistas

A Carta de Porto Alegre do 8 CBC – Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual continua repercutindo e recebendo apoio e um grande número de adesões. Em apenas dois dias de divulgação e mobilização, o documento já recebeu apoio de mais de 70 entidades nacionais, estaduais e municipais, que somadas as entidades subscritoras somam até o momento mais de 150 entidades.

Também quase uma centena de pessoas físicas, manifestaram adesão ao documento, dentre as quais, a de candidatos a Deputado Estadual e Federal por vários Estados, ampliando o número de apoiadores a quase 500 pessoas.

Confiram a Carta e a lista de apoiadores em

http://culturadigital.br/cbcinema/?p=1460

Informamos novamente que pretendemos encaminhar a versão final do documento às várias esferas executivas e legislativas do poder público e ainda, aos candidatos às eleições do próximo dia 3 de outubro.

Mas, a mobilização continua e neste sentido, visando ampliar e fortalecer o documento, o CBC estará durante os próximos 5 dias coletando assinaturas de entidades, pessoas físicas e jurídicas de todo o país em apoio à CARTA.

Assim, conclamamos TOD@S a continuarem mobilizados, a divulgar e apoiar massivamente o
documento, que em nosso entendimento, contempla nossas principais bandeiras de luta.

Para tanto solicitamos que encaminhem suas manifestações de apoio, quer como pessoas físicas, quer em nome de suas entidades, para:

cbc.articulacao@cbcinema.org.br

Solicitamos finalmente que na manifestação de apoio além do nome (pessoal e/ou da
entidade) conste o município e estado onde residem e/ou se localizam as entidades.

Grande abraço

João Baptista Pimentel Neto
Diretor de Articulação e Comunicação do CBC

Biblioteca Mundial Digital


A WDL já está disponível na Internet, através do site  www.wdl.org

Ela reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobre tudo, carácter patrimonial” , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser “com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas”.

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:
Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acede ao sítio global?
Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:
www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.
Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das “Fábulas” de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:
América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.

Campanha de apoio à Carta de Porto Alegre


Companheiros do Cinema Brasileiro,

Segue abaixo a versão revisada da Carta de Porto Alegre e das Moções aprovadas ao final do 8 CBC.

O CBC – Congresso Brasileiro de Cinema pretende agora encaminhar o documento às várias esferas executivas e legislativas do poder público e ainda aos candidatos às eleições do próximo dia 3 de outubro.

Neste sentido, visando ampliar e fortalecer ainda mais o documento, o CBC estará durante os próximos 7 dias coletando assinaturas de entidades, personalidades e pessoas físicas e jurídicas de todo o país em apoio à CARTA DE PORTO ALEGRE.

Isto posto, conclamamos TOD@S à mobilizarem-se e à apoiar massivamente o documento, que em nosso entendimento contempla nossas principais bandeiras de luta.

Para tanto solicitamos que encaminhem suas manifestações de apoio, quer pessoas como pessoas físicas, quer em nome de suas entidades, para:

cbc.articulacao@cbcinema.org.br

Solicitamos finalmente que na manifestação de apoio além do nome (pessoal e/ou da entidade) conste o município e estado onde residem e/ou se localizam.

Grande abraço

João Baptista Pimentel Neto
Diretor de Articulação e Comunicação do CBC

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Carta de Porto Alegre

8. Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual – Porto Alegre, Rs, 2010

O Congresso Brasileiro de Cinema, com a participação de 380 representantes de 64 entidades dos diversos segmentos das cadeias produtiva e criativa do cinema e do audiovisual dos 27 estados, reunido em sua oitava edição de 12 a 15 de Setembro de 2010, na cidade de Porto Alegre, tendo como objetivo avaliar e refletir sobre a implementação das políticas propostas no III CBC, ocorrido nesta cidade em 2000 e os desafios que se apresentam na atualidade, através das resoluções aprovadas manifesta:

Reiteramos a fidelidade aos princípios expressos na Convenção Internacional sobre a diversidade cultural da UNESCO e a crença no potencial da criatividade do nosso povo como importantes instrumentos para desenvolvimento cultural e afirmação da nação brasileira.

Reconhecemos os avanços já conquistados nesta última década nas políticas públicas do audiovisual, mas queremos mais. Queremos o cinema e o audiovisual como atividade plenamente sustentável, inovadora, consistente cultural e economicamente e acessível a toda população brasileira.

A revolução tecnológica na era da convergência digital constitui sem dúvida o maior avanço da humanidade nos últimos séculos. Tão grande ou maior que a velocidade das transformações, são os desafios a serem enfrentados, com paradigmas que apontem também para a profunda transformação do homem. Precisamos ousar. Precisamos sonhar e agir sem medo de transformar o sonho em realidade. É preciso, sobretudo unir a sociedade para as grandes transformações necessárias em todas as áreas do conhecimento humano. É longo o caminho a ser percorrido, muito já foi feito, muito mais há por fazer.

É preciso não só desonerar a carga tributária sobre os insumos e serviços do audiovisual como também ampliar os recursos e os instrumentos próprios de financiamento da atividade. E, antes de tudo, é preciso desburocratizar e aperfeiçoar o processo de aprovação e avaliação dos projetos culturais tendo em conta o pacto federativo e a diversidade cultural, dentro de um pensamento sistêmico que aponte um projeto amplo de desenvolvimento sustentável do audiovisual.

Entendemos que a nova lei de incentivo a cultura em tramitação e também propostas como vale cultura, pontos de cultura, salas de exibição, bibliotecas apontam para a democratização da ação cultural e da economia criativa. Não obstante, alertamos que tais iniciativas poderão perder-se se não houver regulamentação das atividades, dentro do marco da Convenção da diversidade Cultural da UNESCO. Além dessa salvaguarda, necessário é ,também, ter mecanismos nacionais de distribuição e exibição e políticas que favoreçam a inserção da produção do cinema e do audiovisual no mercado nacional e internacional. Apontamos a urgência na implementação de fundos setoriais regionais de fomento ao audiovisual, dentro de um ambiente de co-produção e intercâmbios.

Nós queremos que o cinema nacional seja realmente expressão da diversidade e da universalidade da nossa cultura, herdeira de povos originários e transplantados que aqui se amalgamaram. Queremos o cinema e o audiovisual brasileiro em todas as salas e em todas as janelas de exibição. Todos os municípios brasileiros devem ter salas de cinema multiusos e o nosso conteúdo deve estar em todos os circuitos de televisão, aberta, paga e em todas as plataformas existentes, notadamente no cinturão de banda larga que interligará todos os municípios brasileiros, bem como nas universidades e nas escolas. Para isso reivindicaremos a digitalização de acervos audiovisuais e sua acessibilidade ao público, através de filmotecas virtuais, com portais federais e estaduais.

Sabemos que a ampliação da demanda acarreta em novos desafios para os produtores. É preciso uma política consistente de formação de quadros para o audiovisual envolvendo desde a formação de técnicos ao fomento de pesquisas e cursos técnicos, com publicações especializadas que acompanhem o desenvolvimento do setor.

Não se constrói o futuro sem conhecimento e valoração da história. O esforço pela preservação deve ser responsabilidade de todos os envolvidos. Nós queremos não a guarda estática da produção, mas a memória viva, servindo para a formação da juventude, disponível nas grades de programação televisiva e nos centros de formação. E aqui enfatizamos nosso apoio a maior profusão de emissoras públicas de TV educativa, visíveis em todas as plataformas, reconhecendo a importância de TV regional com janelas de intercâmbio, transmitindo para todo o país.

Reconhecemos o esforço na condução da formulação de uma nova lei de direito autoral e demos nossa contribuição apontando as especificidades do audiovisual. Cabe-nos agora, a responsabilidade de acompanhar a tramitação do novo projeto de lei com vistas a preservar os direitos dos autores do audiovisual. E, como complemento desse esforço, decidimos apoiar a institucionalização de uma associação de gestão coletiva dos direitos autorais do audiovisual.

Aos nossos futuros governantes e representantes nos legislativos estaduais e federais que serão eleitos, recomendamos a imediata aprovação de projetos de lei e propostas fundamentais ao avanço e fortalecimento do audiovisual e da cultura brasileira, tais como, o PLS 116, os PLs 6722 (PROCULTURA), PL6835 (Plano Nacional de Cultura), PL 5798 (VALE CULTURA), as PECs 416 (SISTEMA NACIONAL DE CULTURA), PEC 49 (CULTURA COMO DIREITO SOCIAL), PEC 324 (AMPLIAÇÃO DOS RECURSOS DESTINADOS A CULTURA PELA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS), solicitamos ainda mudanças na Lei 8.666 adequando-a a natureza das atividades artísticas e culturais, a regulamentação do Capítulo 5 e do Artigo 221, da Constituição Federal, a renovação da PL 102 –artigo 1º do Audiovisual e finalmente, a prorrogação pela ANCINE,até após a eleição presidencial, da Consulta Pública sobre a IN22.

Finalmente anunciamos, que, neste oitavo Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual, o futuro bateu à porta e nós a abrimos.

Viva o cinema e o audiovisual brasileiro.

Porto Alegre, 15 de setembro de 2010.

Moções do 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual

Reconhecendo o esforço e espírito democrático demonstrados pelo Ministério da Cultura na condução da formulação de uma nova lei de direito autoral, o CBC – Congresso Brasileiro de Cinema e os participantes do 8 CBC – Congresso Brasileiro de Cinema e do Audiovisual aprovam esta Moção de Apoio a proposta apresenta pelo MinC, que entendemos como necessária e modernizadora, no sentido de garantir e preservar o direito dos autores e dos mecanismos de acessibilidade também necessários à garantia dos direitos do público. Decidem, ainda, apoiar a institucionalização de uma associação de gestão coletiva dos direitos autorais dos vários segmentos que compõem a cadeia produtiva do audiovisual.

Moção de apoio a imediata criação de um agente financeiro próprio do Audiovisual Brasileiro para gerir os recursos, financiamentos e fundos públicos de toda a cadeia produtiva

Moção de apoio ao fortalecimento do Conselho Superior do Cinema como formulador das políticas cinematográficas para execução pela Ancine, nos termos da Lei.

Moção de apoio ao aumento urgente do orçamento da SAV para a realização das propostas apresentadas durante o 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual.

Moção de apoio e congratulação com as novas ações criativas de distribuição de filmes brasileiros a exemplo do programa “Vá ao Cinema” instituído pela secretaria estadual de cultura de São Paulo que vem multiplicando o acesso da população aos filmes brasileiros, estimulando os distribuidores e exibidores a programar os nossos filmes, remunerando produtores e diretores com a renda líquida que resultante das exibições.

Moção de apoio as TVs Públicas na transição do Sistema Analógico de TV para o Digital.

Moção de apoio a flexibilização das taxas para exibição de filmes independentes latino americanos no Brasil estimulando a exibição de filmes desses países no Brasil mediante a contrapartida da exibição de filmes brasileiros naqueles países nas mesmas condições.

Moção de apoio ao tratamento diferenciado e incentivo a produtores, realizadores e empresas do audiovisual que atuem no fortalecimento do patrimônio cultural imaterial brasileiro, leia-se, rito, festejos a saberes populares cultivados pela oralidade do povo, integrando o MINC-SAV ao Programa Nacional do Patrimônio Imaterial PNPI.

Moção de Apoio ao programa de comercialização de curtas-metragens em todas as telas.

Moção de Apoio ao fortalecimento e ampliação do programa Cine+Cultura.

Moção de apoio a abertura da Cinemateca Capitólio do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Moção de agradecimento a congratulações à Fundacine pelo apoio e organização do 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual.

Moção de agradecimento ao Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Prefeitura Municipal de Porto Alegre pelo apoio para a realização do 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual

Revista de Cinema lança edição especial sobre o CBC


A Revista de CINEMA lança para o 8º Congresso de Cinema Brasileiro uma edição especial sobre o CBC, com o objetivo de tornar mais conhecido e difundido em todo o setor do audiovisual as principais e atuais questões de toda a cadeia produtiva.

Nesta edição você confere:

  • Matéria especial sobre o 8º encontro que pretende reunificar todas as tendências dentro do CBC, e os temas que serão discutidos durante três dias em seis Grupos de Trabalho
  • Entrevistas com: Rosemberg Cariry, atual presidente do CBC, sobre o 8º Congresso e a necessidade de união da classe; Newton Cannito, atual Secretário do Audiovisual, anunciando os novos rumos da pasta e os projetos de inovação audiovisual; Alfredo Manevy, Secretário Executivo do Ministério da Cultura, ressaltando as conquistas no audiovisual; e Manoel Rangel, presidente da Ancine, sobre a importância do CBC para a criação da Ancine.
  • Artigos de diretores do CBC e personalidades que participaram do seu desenvolvimento: Edina Fujii, empresária, relata a necessidade de o país ter uma forte infraestrutura e aponta os caminhos para isso; Orlando Senna, ex-Secretário do Audiovisual faz uma reflexão sobre o século das luzes eletrônicas; Augusto Sevá, cineasta, relata as reuniões que antecederam a volta do CBC dois anos antes do 3º CBC em Porto Alegre; Gustavo Dahl, o primeiro presidente do CBC e da Ancine faz um balanço dos dez anos de retorno da sigla e suas conquistas; Assunção Hernandes, produtora, relata os primeiros desafios para se formar o CBC e as principais realizações do 4º Congresso; Geraldo Moraes, cineasta, defende uma ação mais forte voltada para o cinema independente; Paulo Boccato, ex-diretor do CBC, aponta os ciclos de mudanças no audiovisual e afirma que um novo está se iniciando; Silvio Da-Rin, ex-Secretário do Audiovisual, relembra a missão do 8º CBC de rever o “pacto que nos uniu”; e Marcos Marins relata os primeiros passos da criação do CBC.
  • A homenagem do 8º CBC ao seu presidente de honra, Nelson Pereira dos Santos.
  • O desenvolvimento do Nordeste com a criação de um grupo, Asterisco.
  • Um Making Of com as melhores fotos dos bastidores das reuniões do CBC.
  • E por fim um histórico do CBC mostra os primeiros anos da Associação na década de 50.

O 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual acontecerá no Hotel Plaza São Rafael. Para participar dos painéis, é necessária inscrição prévia e as vagas são limitadas. As atividades são gratuitas. As inscrições podem ser feitas através do e-mail contato.8cbc@cbcinema.org.br ou liegenardi@lnconsultoria.com.br
Maiores Informações em:
8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual

Confira também o site do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Serviço

8º. Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual

De 12 a 15 de setembro de 2010.

Hotel Plaza São Rafael, Av. Alberto Bins, 514

Porto Alegre – RS

Realização

CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

FUNDACINE – Fundação Cinema RS

Patrocínio

Ministério da Cultura – Secretaria do Audiovisual

Prefeitura de Porto Alegre

Apoio

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Assessoria de Imprensa Nacional:

Foco Jornalístico – www.focojornalistico.com.br / 11 3023.5814 / 3023.3940

Regina Cintra – regina@focojornalistico.com.br / 11 9169.2312

Deborah Piha – deborah@focojornalistico.com.br

Assessoria de Imprensa em Porto Alegre:

Ana Mota Comunicação – www.anamota.net / 51 3372.2600

Ana Mota – ana@anamota.net

Internet e mídias sociais:

Planeta Tela – www.planetatela.com.br / 11 5575 1092

Carolina Bressane – carolinabressane@planetatela.com.br

Celso Sabadin – celsosabadin@planetatela.com.br

Diretoria de Articulação e Comunicação do CBC:

João Baptista Pimentel Neto – comunicações@cbcinema.org.br

09/2010


Programação do 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual


Evento marca 10 anos do CBC como entidade permanente e recebe Nelson Pereira dos Santos como presidente de honra

Será entre os dias 12 e 15 de Setembro o 8º. Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual (CBC), que reunirá profissionais e especialistas de todo o País, com o objetivo de articular e acumular uma discussão ampla que contemple os mais diversos segmentos do audiovisual no Brasil.

Com o tema “O que nos separa já sabemos, mas o que nos une?”, o 8º Congresso foi lançado oficialmente no último dia 11 de agosto, durante o 38º Festival de Cinema de Gramado e contou com a presença de seu presidente, Rosemberg Cariry, além do corpo diretivo, composto por Edina Fujii (Finanças), João Baptista Pimentel Neto (Articulação e Comunicação), Cicero Aragon (Executivo) e Antonio Leal (Projetos e Captação de Recursos).

Através de grupos de trabalho (GTs), painéis de discussão e atividades culturais, o Congresso colocará em pauta questões que norteiam e determinam a produção audiovisual atualmente. Produção, infra-estrutura, film comission, co-produções internacionais, pesquisa, preservação, crítica, políticas públicas, novas mídias, convergência, exibição, direitos autorias e do público são alguns dos temas que serão analisados e debatidos pelos participantes.

“Será sem dúvida nenhuma uma grande discussão das diversas cadeias e segmentos que abrangem o audiovisual em seus aspectos mais amplos. Admitindo-se a palavra audiovisual como guarda-chuva para a produção de filmes, vídeos, desenhos animados, programas e seriados de TV, jogos eletrônicos, softwares, músicas, conteúdo para telefonia móvel e para todas as convergências digitais, em trânsito na revolução tecnológica contemporânea”, afirma Rosemberg Cariry.

A idéia é que os quatro dias do Congresso resultem em propostas e diretrizes que norteiem a atividade do segmento nos próximos anos. Vale lembrar que foi do 3º CBC, realizado em 2000, também na capital gaúcha, que saiu a resolução de apoio à criação de um órgão gestor da atividade cinematográfica no âmbito do Governo Federal, que viria a ser a Ancine, constituída no ano seguinte.

Não por acaso, dez anos depois, o CBC volta à Porto Alegre para, além de dar continuidade, celebrar esse marco histórico na integração e articulação de profissionais do setor. Para isso, recebe como presidente de honra ninguém menos que Nelson Pereira do Santos, cineasta dos mais respeitados, premiados e reverenciados da cinematografia brasileira.

Entrevista feita recentemente com Rosemberg Cariry pode ser conferida através do link: http://culturadigital.br/cbcinema/?p=1072

A programação completa pode ser conferida abaixo.

O 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual acontecerá no Hotel Plaza São Rafael. Para participar dos painéis, é necessária inscrição prévia e as vagas são limitadas. As atividades são gratuitas. As inscrições podem ser feitas através do e-mail contato.8cbc@cbcinema.org.br ou liegenardi@lnconsultoria.com.br

Maiores Informações em:
8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual
Confira também o site do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

PROGRAMAÇÃO 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA E AUDIOVISUAL

12 A 15 DE SETEMBRO – PORTO ALEGRE / RS – HOTEL PLAZA

12/9 – DOMINGO

12h às 18h30 – Credenciamento

19h – Abertura

20h30 – Homenagem a Nelson Pereira do Santos – Presidente de Honra do 8 CBC

13/9 – SEGUNDA-FEIRA

Das 8h30 às 12h30 – Grupos de Trabalho

GT 1: INFRA-ESTRUTURA e PRODUÇÃO

GT 2: DISTRIBUIÇÃO / EXIBIÇÃO e DIFUSÃO CULTURAL

GT 3: FORMAÇÃO / PESQUISA / PRESERVAÇÃO e CRÍTICA

GT 4: TVs / NOVAS MÍDIAS e CONVERGÊNCIAS DIGITAIS

GT 5: DIREITO AUTORAL / DIREITOS DO PÚBLICO e GESTÃO COLETIVA

GT 6: POLÍTICAS PÚBLICAS / ARRANJOS PRODUTIVOS e AÇÕES ESTRATÉGICAS

Almoço

Das 14h30 às 16h30 – Grupos de Trabalho

Das 17h00 às 19h00 – Painel de Abertura: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: FONTES e MODELOS DE FINANCIAMENTO

MODERADOR: CÍCERO ARÁGON

20h30 – Jantar

14/9 – TERÇA-FEIRA

Das 8h30 às 10h30 – Painel 01: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: INFRAESTRUTURA e PRODUÇÃO

MODERADOR: GERALDO VELOSO

Das 11h00 às 13h00 – Painel 02: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: DISTRIBUIÇÃO, EXIBIÇÃO e DIFUSÃO CULTURAL

MODERADOR: BETO RODRIGUES

Almoço

Das 14h30 às 16h30 – Painel 03: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: FORMAÇÃO, PESQUISA, PRESERVAÇÃO e CRÍTICA

MODERADOR: CARLOS BRANDÃO

Das 17h00 às 19h00 – Painel 04: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: TVs, NOVAS MÍDIAS e CONVERGÊNGIAS DIGITAIS

MODERADOR: CHICO FAGANELLO

20h – Jantar

21h30 – Programação Cultural

15/9 – QUARTA-FEIRA

Das 8h30 às 10h30 – Painel 05: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: DIREITO AUTORAL, DIREITOS DO PÚBLICO e GESTÃO COLETIVA

MODERADOR: JOÃO BAPTISTA PIMENTEL NETO

Das 11h00 às 13h00 – Painel 06: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: POLÍTICAS PÚBLICAS, ARRANJOS PRODUTIVOS e AÇÕES ESTRATÉGICAS

MODERADOR: ROSEMBERG CARIRI

Almoço

Das 14h30 às 18h30 – PAINEL DE ENCERRAMENTO: Apresentação e aprovação das propostas do GTS E DAS RESOLUÇÕES FINAIS DO 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA E AUDIOVISUAL

19h00 – Solenidade de encerramento do 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA E AUDIOVISUAL

21h00 – Jantar de Confraternização

Serviço

8º. Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual

De 12 a 15 de setembro de 2010.

Hotel Plaza São Rafael, Av. Alberto Bins, 514

Porto Alegre – RS

www.cbcinema.org.brculturadigital.br/cbcinema

Realização

CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

FUNDACINE – Fundação Cinema RS

Patrocínio

Ministério da Cultura – Secretaria do Audiovisual

Prefeitura de Porto Alegre

Apoio

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Assessoria de Imprensa Nacional:

Foco Jornalístico – www.focojornalistico.com.br / 11 3023.5814 / 3023.3940

Regina Cintra – regina@focojornalistico.com.br / 11 9169.2312

Deborah Piha – deborah@focojornalistico.com.br

Assessoria de Imprensa em Porto Alegre:

Ana Mota Comunicação – www.anamota.net / 51 3372.2600

Ana Mota – ana@anamota.net

Internet e mídias sociais:

Planeta Tela – www.planetatela.com.br / 11 5575 1092

Carolina Bressane – carolinabressane@planetatela.com.br

Celso Sabadin – celsosabadin@planetatela.com.br

Diretoria de Articulação e Comunicação do CBC:

João Baptista Pimentel Neto – comunicações@cbcinema.org.br

09/2010