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Oi prorroga inscrições para patrocínios culturais incentivados


O edital para seleção dos projetos estará disponível até 30 de novembro para todo o País

Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2009 – A Oi prorrogou para até o dia 30 de novembro as inscrições dos projetos culturais que concorrem a patrocínios da empresa no próximo ano. O Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2010  destinará recursos para o financiamento, total ou parcial, de projetos em todo o País aprovados em leis de incentivo à cultura. O objetivo da iniciativa é estimular a produção artística no País, valorizando a diversidade como elemento fundamental da identidade  nacional. As inscrições para o processo de seleção estarão disponíveis por meio do site www.oifuturo.org.br ou www.oi.com.br. Artistas e produtores culturais podem concorrer com mais de um projeto.

Apoiado em conceitos como  “acesso” e “inovação”, o programa incentiva iniciativas que valorizem talentos regionais e que possibilitem o intercâmbio de idéias e a convergência entre arte e tecnologia. Também são considerados  como aspectos relevantes a capacidade de formação de novas platéias, a criação de novas oportunidades de trabalho e de formação de artistas.

Desde 2001, a Oi investiu cerca de R$ 222 milhões na cultura brasileira. Mais de 680 projetos em segmentos variados,  como teatro, dança, festivais, artes visuais e cinema, já foram contemplados, atingindo um público estimado de 13 milhões de espectadores.

Seguindo o mesmo modelo das últimas edições, o Oi Futuro será responsável pela gestão do programa. As propostas serão avaliadas por comissões especializadas em cada uma das áreas culturais e o resultado será divulgado no site do Oi Futuro, em data a ser definida. Os projetos terão a confirmação do patrocínio condicionada à apresentação dos certificados válidos nas Leis de Incentivo à Cultura.

Em 2009, a Oi selecionou por meio do programa 132 projetos culturais, com investimento total de R$ 29,2 milhões, nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e São Paulo. Entre as iniciativas selecionadas, há mostras de cinema e artes visuais, longas-metragens, obras de teatro, shows de música, festivais de dança, novas tecnologias, cultura popular, literatura e patrimônio. Os projetos selecionados na edição passada do programa concorreram com mais de 4,3 mil propostas inscritas dos diferentes estados da área de atuação da companhia.

Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2010

Inscrições: de 15 de outubro até 30 de novembro de 2009

www.oi.com.br ou www.oifuturo.org.br

Mais informações: faleconosco@oifuturo.org.br

Sobre o Oi Futuro

Presente em várias cidades do país, o Oi Futuro tem a missão de democratizar o acesso ao conhecimento para acelerar e promover o desenvolvimento humano. Os programas do instituto têm como foco principal a promoção de um futuro melhor para as crianças e jovens do Brasil, reduzindo distâncias geográficas e sociais. São mais de 3 milhões de jovens atendidos pelos programas Tonomundo, Oi Kabum! Escolas de Arte e Tecnologia, NAVE, Oi Conecta e Novos Brasis. Na área cultural, O Oi Futuro atua como gestor do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e em Belo Horizonte (MG), além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. O Oi Futuro apoia ainda projetos aprovados pela Lei de Incentivo ao Esporte. Com isso, a Oi foi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos sócio-educativos inseridos na nova Lei.

Mais informações:

Comunicação Corporativa – Oi

Mariana Pitta

(21) 3131-3095

(21) 8876-6493

mariana.pitta@oi.net.br

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Mostra de Cinema Negro no CC Coxiponés


Quem gosta de audiovisual pode começar a se programar. Na segunda-feira  terá início no Cine Clube Coxiponés (UFMT), a Mostra de Cinema Negro, que acontecerá até o fim da semana. A Mostra que faz parte da Programação do Novembro Negro, leva ao público gratuitamente curtas e longas metragem sempre a partir das 18horas até o dia 19 de novembro. A abertura será feita pelos artistas Anselmo Parabá e Ogans do C.U.S.J.G. Ykaro Yury, Nicolah Correia, Helida Karine, as 19h sendo que as 19h20 o Grupo de Dança Ayoluwa também marca presença. A primeira projeção acontece a partir das 19h40.

O primeiro filme exibido será Narciso Rap, que tem a direção de Jéferson De e duranção de 18 min. Narciso Rap narra a história de Narciso, um garoto negro de periferia, que ganha uma lâmpada mágica e pede ao gênio para ser visto branco pelos brancos e negro pelos negros. Outra obra exibida no primeiro dia será Xadrez das Cores, de Marco Schiavon. A história de Cida, uma mulher negra de 40 anos é o tema do filme. Ela vai trabalhar para Maria, uma velha de 80 anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Maria tripudiando em cima de Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio, por precisar do dinheiro, até que decide se vingar através de um jogo de xadrez.

A mostra também privilegia as produções locais. No último dia o público assistirá ‘A terra e o tempo’, Vozes do Quilombo, de Sérgio Brito. A partir de suas memórias pessoais e coletivas, mulheres e homens das comunidades remanescentes do Complexo Quilombo Mata Cavalo, em Mato Grosso, falam sobre as origens do Quilombo, a vida comunitária, do trabalho coletivo, das festas e, principalmente, sobre histórias da luta pela retomada, permanência e posse definitiva das terras que pertenceram aos ancestrais, mas, que ao longo do tempo, milhares de hectares foram ‘adquiridos’ por outras mãos. Um documentário onde a história é contada por aqueles que vivem e experimentam na pele, cotidianamente, a interminável tentativa de silenciamento e de exclusão perpetrados pela cultura dominante.

A Mostra de Cinema Negro é uma oportunidade do grande público entrar em contato com um universo audiovisual envolvente e que por sua temática promove a conscientização. Escolas podem participar levando alunos e promovendo uma reflexão sobre a questão racial através do audiovisual. A Mostra é uma realização da Instituto Mandala, Coletivo de Hip Hop- Maloca, Terra do Sol Empreendimentos Culturais e Gaepac Pró-yby .Conta com o apoio da Universidade Federal de Mato Grosso através da Coordenação de Cultura e da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC)

Projeto da Difusão Cultural d…


Projeto da Difusão Cultural de Atibaia é um dos 300 projetos aprovados para os Pontos de Cultura em SP
http://bit.ly/2Oi1fG

@ZVinagre oi vinagre valeu…a…


@ZVinagre oi vinagre valeu…a difusao cultural de atibaia emplacou mais este. rsrsrsr

Festival de Curtas de BH na reta final


A maratona de exibição dos 116 filmes do 11º Festival Internacional de Curtas de BH está em sua reta final. Termina nesta sexta-feira, dia 13, a edição especial deste ano. Aproveite a oportunidade de ver as últimas sessões das mostras Vanguardas e Neovanguardas, Campo Imperfeito e Curtas Brasil 2008, e os programas dos festivais de Bafici (Argentina), Locarno (Suíça), Oberhausen (Alemanha) e Vila do Conde (Portugal).

Um dos destaques da programação desta quinta-feira é a exibição de filmes das mostras de festivais internacionais. A Mostra Bafici – Festival Internacional de Cine Independente de Buenos Aires – exibirá, às 17h15, o longa-metragem argentino “Castro”, de Alejo Moguillansky. Já na Mostra Vila do Conde, às 17 horas, serão projetados quatro títulos: “História trágica com final feliz”, de Regina Pessoa; “Suspeita”, de José Miguel Ribeiro; “China, China”, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata; e “Beacon”, de Christoph Girardet e Matthias Müller.

Na sexta, não deixe de participar da sessão comentada da Mostra Curtas do Brasil 2008, às 16h30, que exibirá: “Super barroco”, de Renata Pinheiro (PE), “Osório”, de Heloisa Passos e Tina Hardy, (PR); “O menino que plantava invernos”, de Victor Hugo Maciel Sansão Borges, (SP); “Sumi”, de Marina Fraga, Japão e Brasil (RJ); “Triangulum”, de Melissa Dullius & Gustavo Jahn (Alemanha/Egito/Brasil). João Maria de Araújo, montador de “Super Barroco”; Tina Hardy, diretora de “Osório”; e Marina Fraga, diretora de “Sumi participarão do bate-papo.

Além de filmes, o encerramento desta 11ª edição, traz muita música. O SamBaCana e suas atrações marcam o encerramento do Festival de Curtas de BH. A festa acontecerá nesta sexta, às 22h, no Centro da Comunidade Luso-Brasileira (Rua Curitiba, 746 – Centro – atrás da Galeria do Ouvidor). O som contagiante fica sob a responsabilidade dos djs da noite Rafael Soares e LuizGa – Dioni Luxus. A noite contará com Bar do Graveola e o lixo polifônico com promoções e aparições inusitadas!

Convites: R$5,00 (promoção de 22h às 23h), R$ 10,00 (com o nome na lista a qualquer hora. Enviar nome para o email sambacanagroove.bh@uol.com.br até 17h da sexta!) ou R$ 15,00 (sem o nome na lista).

Para mais informações sobre o Festival de Curtas de BH e sua programação, acesse o site www.festivaldecurtasbh.com.br ou ligue (31) 3236.7400.

Seminário Entendendo a Convenção no Itaú Cultural


SID/MinC promove último encontro da série nos dias 17 e 18 deste mês, em São Paulo

São Paulo será sede, nos dias 17 e 18 de novembro, do último encontro do ano do Seminário da Diversidade Cultural – Entendendo a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

O evento reunirá, mais uma vez, gestores públicos e privados para discutir os conceitos, objetivos e princípios diretores da Convenção, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2005 e ratificada pelo Brasil em 2007.

Promovido pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Seminário conta, nesta edição, com a parceria do Instituto Itaú Cultural, local da realização do evento, e do Observatório da Diversidade Cultural.

A Convenção da Unesco, já adotada em 103 países, tem como principal objetivo proteger e promover a diversidade das expressões culturais, materializadas e transmitidas principalmente pelas atividades, bens, serviços culturais, línguas e costumes de cada comunidade. Além de reafirmar o direito soberano dos Estados de formular e implementar suas políticas culturais, a Convenção disponibiliza uma série de medidas que as Partes podem adotar para proteger e promover a diversidade das expressões culturais em seu território.

“A Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais foi criada exatamente porque a diversidade cultural no mundo corre perigo. A globalização econômica e financeira e o progresso das tecnologias de informação e comunicação facilitaram a circulação dos bens e serviços, o que resultou em uma maior interação cultural. O problema é que essa interação tem acontecido de maneira profundamente desigual, com um fluxo de bens e serviços culturais direcionado principalmente dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento”, alerta Giselle Dupin, coordenadora de Articulação, Formulação e Conteúdo da SID/MinC e membro da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção.

“O exemplo mais visível desse desequilíbrio é a oferta de filmes no mundo. As grandes produtoras cinematográficas são norte-americanas e detêm cerca de 90% do mercado mundial de audiovisual, incluindo filmes e programas para a televisão”, cita Giselle, que fará palestra no Seminário sobre os princípios básicos da Convenção e do andamento das negociações com o Comitê Intergovernamental.

O secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula, participa da solenidade de abertura do evento, pela manhã, e na parte da tarde fala sobre as ações que estão sendo desenvolvidas para a proteção e a promoção das expressões representativas da diversidade cultural do país e como as políticas públicas de Cultura no Brasil estão respondendo aos desafios da Convenção. Participam da mesa de abertura, como convidados, o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, e a presidente do Itaú Cultural, Milú Villela.

Ainda no dia 17, o evento também terá como palestrantes Hirton Fernandes, coordenador de Culturas Populares da Secretaria de Cultura da Bahia, André Sturm, coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e João Baptista Pimentel Neto, conselheiro do CBDC – Centro Brasileiro da Diversidade Cultural.  No dia 18, proferem palestras sobre a Diversidade Cultural e a participação da Sociedade Civil José Márcio Barros, do Observatório da Diversidade Cultural; Azelene Inácio Kaingang, socióloga indígena do Mato Grosso; João Batista da Luz, representante da Comunidade Quilombola dos Arturos de Minas Gerais; e Renata Katsue Yuba, representante da Comunidade Japonesa Yuba de São Paulo.

Confira a programação no Blog do Seminário: blogs.cultura.gov.br/diversidadecultural.

Seminário da Diversidade Cultural – Esse é o quinto e último encontro de uma série realizada ao longo deste ano, e que terá continuidade em 2010, pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura para divulgar a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. O primeiro, voltado para os gestores da região Sudeste, aconteceu no mês de junho, em Belo Horizonte. O segundo foi realizado em Sousa, na Paraíba, reunindo gestores públicos e privados de Cultura de todo o semiárido nordestino. Em agosto, em Boa Vista, foi a vez dos gestores da região Norte. O quarto encontro reuniu gestores do Centro-Oeste, em Campo Grande, nos dias 6 e 7 deste mês.

Outras informações sobre o Seminário: (61) 2024-2383, com Júlia Tolentino.

(Heli Espíndola, Comunicação SID/MinC)

Red de Microcines de Bolívia


El Centro Cutural Yaneramai con el apoyo del Grupo Chaski del Perú, La Fundación  “Educación Para el  Desarrollo” Fautapo, Escuela Municipal de Artes de El Alto,  Consejo Nacional del Cine (CONACINE) y más de trecientos directores de cine alrededor del mundo, lanza oficialmente este 19 de noviembre a horas 10:30, el proyecto Red de Microcines Bolivia, mismo que tendrá lugar en la Alcaldía Quemada de la ciudad de El Alto.

La agenda del día presentara el proyecto en su totalidad, se realizará la convocatoria pública para la inscripción de personas interesadas en ser gestores audiovisuales y coordinadores zonales, mismo que serán los responsables de sostener y replicar el proyecto, el lanzamiento de la Muestra Cine y Vida, misma que estará compuesta por películas de diversas partes del mundo caracterizadas por un alto valor educativo, cultural y de entretenimiento, actividad que tiene por objetivo en una primera etapa mostrar a la población los beneficios que trae el cine para el desarrollo y crecimiento de la población.

Así mismo se lanzará el primer microcine, mismo que funcionara en la Escuela Municipal de Artes de El Alto, gracias al apoyo de La Fundación  “Educación Para el  Desarrollo” Fautapo, a su vez se informará  sobre la apertura de los 4 siguientes microcines que se irán abriendo en los siguientes 3 meses.

También se mostrara a través del documental atrapa sueños los logros que el Grupo Chaski del Perú logró en beneficio de la población y el cine en dicho país con el proyecto Red de Microcines.

La Red de microcines Bolivia son espacios de difusión audiovisual, de esparcimiento y de encuentro donde se exhibe la diversidad y riqueza cinematográfica cargada de valores humanos y culturales, propiciando la comunicación, la participación y el debate en torno a las problemáticas y estéticas planteadas en las películas; conforman a su vez núcleos de actividad cultural  y económica en el cual intervienen de manera activa personas, instituciones, agrupaciones de diferentes ciudades, comunidades y culturas.

Además, los microcines son una base eficaz para la creación de una industria audiovisual propia, activando la cadena productiva característica de la industria cinematográfica (producción, distribución, exhibición o difusión), pero acorde a la realidad social, cultural y económica de cada país. Un microcine es una micro empresa, es decir, un medio generador de recursos económicos y creador de fuentes de empleo.

De este modo se abre un nuevo panorama para la cinematografía de nuestro país en beneficio de la población.

IX Cine Chinelo no PE


Nos próximos dias 27 e 28 desse mês de novembro, será realizada a IX edição da mostra de audiovisual Cine Chinelo NoPE. Um dos atrativos do evento é a Sessão Caldo-de-Cana, que é feita minutos antes de iniciar as exibições. O principal objetivo da mostra é a desglamourização do cinema, além da tentativa de estreitar os laços entre o publico e os realizadores do audiovisual pernambucano. Vale ressaltar que o Cine Chinelo é um espaço aberto e democrático, onde profissionais, amadores e aventureiros têm o direito de levar seu vídeo para exibi-lo ao publico, uma forma de fomentar a produção cinematográfica no Estado.

Este ano, a mostra será realizada num outro local. Durante 5 anos as exibições foram realizadas na Rua da Moeda, no bairro do Recife Antigo e agora, os filmes serão (projetados) exibidos na Rua da Alfândega – entre o Paço Alfândega e a Igreja Madre de Deus -, também no Recife Antigo. “Tal mudança foi influenciada por questões de produção e para um melhor aproveitamento do evento. Na Rua da Moeda tínhamos que apagar 11 postes. Além disso, era necessário fechar três ruas e colocar 15 cavaletes de interdição, vinha carros por todos os lados e com eles os faróis, a interferência luminosa no telão”, conta Gê Carvalho, coordenador geral e idealizador da mostra.

A sessão Caldo-de-Cana recebe os filmes das 18h as 20h ou até concluir os 150 minutos propostos para cada dia. Os realizadores devem levar seus filmes na Rua da Moeda, no Bar do João, onde terá um banner indicativo e de fácil visualização. Mas é necessário que o material seja entregue em DVD e o quanto antes para o interessado não correr o risco de ficar de fora da exibição. Por isso a produção do Cine Chinelo NoPE aconselha chegar cedo. “Alguns realizadores não conseguem chegar a tempo e ficam fora da sessão. Outros voltam no outro dia mais cedo e conseguem exibir seus filmes. È bom testar a mídia em casa. Vale se programar para participar”, afirmou o coordenador.

Segundo Carvalho, outra mudança adotada se refere aos dias da semana para realização da mostra. Ao invés de quarta-feira e quinta-feira, o Cine Chinelo será na sexta e no sábado. Isso favorece os realizadores e a participação e permanência do publico no evento, já que por diversas vezes tinham que ir embora mais cedo porque no outro dia tinham seus afazeres logo cedo. “Muita gente precisava ir embora porque tinha aula ou outro compromisso no dia seguinte”, disse.

Quando a sessão Caldo-de-Cana terminar, o cantor CINVAL coco grude faz o som da sexta (27). No sábado (28), a banda Mandala se apresenta pela primeira vez no evento. Enquanto as bandas tocam, o telão será tomado por vjs que chegarem lá na hora com seus sets e se plugarem ao Cine Chinelo NoPE. O Acesso o toda programação é livre e a surpresa é certa. Quais filmes irão passar? Outra novidade é a Bula Cinematográfica, que nesta edição, será o texto integral da Carta de Tabor ou Carta dos Direitos do Publico.

O Cine Chinelo NoPE foi aprovado no II Edital do Audiovisual de Pernambuco desenvolvido pela FUNDARPE e pelo Governo do Estado, e conta com o apoio da Fundação de Cultura Cidade do Recife e Prefeitura da Cidade de Recife, FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes, além dos apoios da Casa da Moeda e do Bar do João, um parceiro desde o inicio da mostra.

Informações

Gê Carvalho – 92031488 / 32313815

Araribóia Cine


De 20 a 25 de novembro acontece a oitava edição do ARARIBÓIA CINE, um festival de cinema brasileiro e temático que vem trazer para Niterói o melhor da produção de curtas e longas metragens.

Nesta edição, as sessões organizadas em torno do tema “Retratos” terão como foco os personagens heróis e os anti-heróis.O homenageado desse ano é o niteroiense Ricardo Miranda. O cineasta terá uma mostra especial com a trajetória de sua carreira.

A sessões acontecem no Sesc Niterói, no Cine Arte UFF e  no MAC .

Entrada franca!

Cine+Cultura: Prorrogadas as inscrições do edital do Ceará


Cada um dos projetos selecionados receberá equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV e 104 filmes do acervo da Programadora Brasil

A Secult informa que prorrogou as inscrições para o Edital Cine Mais Cultura para cineclubes, que seguem abertas até dia 7 de dezembro de 2009. O edital é uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, e irá selecionar 45 cineclubes. Cada um dos 45 projetos selecionados receberá equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV, 104 filmes do acervo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação para a atividade exibidora.

Esses pontos selecionados serão os Cines Mais Cultura – ação que faz parte da Agenda Social do Governo Federal e e atuará sobre o tripé tecnologia digital, conteúdo e capacitação cineclubista. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 20 de novembro de 2009. Os interessados poderão conferir o edital no site http://www.cinemaiscultura.org.br e no site http://www.secult.ce.gov.br.
Os editais têm como foco pessoas jurídicas sem fins lucrativos e visam contemplar bibliotecas comunitárias, pontos de cultura, associações de moradores e até mesmo escolas e universidades públicas que favoreçam o encontro do público com a produção audiovisual nacional. s propostas selecionadas serão distribuídas igualitariamente pelos 14 (catorze) Fóruns Regionais de Cultura e Turismo do Ceará (anexo X), priorizando os indicadores do Programa Mais Cultura.

Tripé: Tecnologia Digital, Capacitação e Conteúdo
O edital disponibilizará para os novos 45 Cines Mais Cultura, contemplados por este edital de 2009, o equipamento necessário para instalar salas de exibição digitais. São eles: uma tela para projeção de 210 polegadas (4m X 3m), um projetor de vídeo com potência de luz de 2.200 ANSI Lumens, um aparelho leitor de DVD, uma mesa de som de 4 canais, quatro caixas não amplificadas de potência de 250 watts, um amplificador com 1200Wrms de potência, dois microfones sem fio de alcance de 150 metros e uma Câmera Filmadora Digital Mini DV 3CCD ( Panasonic – modelo NV-GS320PL-S) com função Photo shot para tirar fotos no Cartão SD e monitor LCD em cores de 2,7 polegadas wide.

Já as oficinas de capacitação cineclubista têm como objetivo qualificar de maneira prática os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos com introduções à história do cinema e linguagem cinematográfica; e oferecer informações sobre questões relevantes e atuais relativas à atividade exibidora como direitos autorais e sustentabilidade. Outra meta é estimular os responsáveis pelos Cines Mais Cultura ao diálogo com a comunidade local para a participação efetiva nas atividades. Esse trabalho será desenvolvido com apoio de um manual de capacitação produzido para o programa, por meio de parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).

Após receber os equipamentos e a capacitação, os Cines receberão filmes e vídeos do catálogo da Programadora Brasil, programa realizado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (www.programadorabrasil.org.br). Pela iniciativa, filmes e vídeos nacionais são encartados em DVD e licenciados para exibição pública, por meio de permissão de uso. A Programadora reúne hoje um acervo de 330 obras nacionais, organizados em 103 programas (DVDs). São filmes históricos e contemporâneos, curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros. Ao longo de dois anos, cada Cine Mais Cultura poderá solicitar até 12 programas por trimestre de trabalho e fazer uma nova solicitação após a entrega dos relatórios das atividades. Os Cines terão que exibir por ano 60% de conteúdo nacional, podendo ser ou não da Programadora Brasil, com total liberdade de escolha dos títulos das suas sessõe

Hermano Figueiredo receberá título de cidadão honorário de Maceió


A Câmara Municipal de Maceió aprovou, nesta quinta-feira (12), a concessão do título de Cidadão Honorário ao cineasta Hermano Figueiredo, diretor de filmes como Mirante Mercado e São Luis Caleidoscópio. O projeto foi apresentado pelo vereador Ricardo Barbosa (PSOL) que considera a trajetória do artista dentro do cinema alagoano uma justificativa clara e suficiente para torná-lo um cidadão maceioense.

A entrega do título ainda será marcada pela Câmara Municipal, que depende tanto da disponibilidade de dias neste fim do ano para realizar a sessão especial, quanto pela vinda de Hermano Figueiredo, que atualmente está morando no Rio de Janeiro, trabalhando como coordenador nacional do Projeto Olhar Brasil. Confira abaixo quem é Hermano Figueiredo.

Quem é Hermano Figueiredo?

Hermano Figueiredo é um pernambucano nascido em Campina Grande-PB, que se considera “mais alagoano que o pé de pau da praça Rayol” (referindo-se à árvore centenária localizada no bairro do Jaraguá, em Maceió). Sua história com o cinema vem desde menino, mas foi na década de 70 que iniciou um trabalho não-mercadológico com o sétima arte, organizando exibições de filmes no Cine Teatro do Parque e no Cine Art Palácio, em Recife. Embrenhou-se pelos caminhos do teatro, mas trocou-o pelo cinema. Aliás, trocou, não. A veia teatral (e a paixão pelo que faz) se revela em uma simples apresentação de filme, o que lhe valeu o adjetivo de “cineclubático-performático” no meio cinematográfico. “Queria compartilhar com outros os filmes que queria ver”, simplifica. Em 1978, no Cine Teatro do Parque, anunciou O pagador de promessas, de Anselmo Duarte, mas lá o público teve uma surpresa: era Encouraçado Potekim, de Sergei Eisenstein, proibido pela ditadura brasileira, que seria exibido.

Na década de 80, continuou sua peregrinação pelo cineclubismo, tornando-se uma das lideranças nacionais. Para ele, um filme sempre era mais do que uma projeção: era um espetáculo, uma possibilidade de ação social. O cinema itinerante invadiu grotas, vilas, favelas e bairros da periferia de cidades como Campina Grande, Maceió, Fortaleza e Natal. Hermano acabou revelando sua paixão também detrás das câmaras, em produções como São Luís Caleidoscópio, sobre a cultura popular do Maranhão; Choveu, e daí?, relatando experiências de convivência com o semi-árido alagoano e O que vale no Vale, que aborda o cooperativismo no Vale da Paraíba. Recentemente, lançou A última feira, retratando o derradeiro dia de funcionamento da histórica feira de Arapiraca, já cantada por Hermeto Pascoal. O curta, de 17 minutos, já foi premiado no Festival de São Carlos e exibido no Festival de Tiradentes.

O convite para participar do Festival de Cinema de Maceió pela então prefeita Kátia Born acabou aproximando-o ainda mais de terra, onde acabou se fixando, em 1998 (“Apesar do festival praticamente não ter existido”, denuncia). Mirante Mercado, seu penúltimo filme, é uma declaração de amor à cidade. Não uma declaração formal e simples, ressaltando suas belezas naturais, mas ao seu povo. “Existem inúmeras Bahias, São Paulos, Alagoas. Você escolhe que Estado, que País você quer ver. Eu escolhi a Alagoas de um povo forte, criativo, belo”, conta.

No filme, Hermano colhe depoimentos de pessoas que nunca chegaram a ter uma carteira de trabalho. Mirante Mercado era um nome de uma antiga linha de ônibus em Maceió, mas é também uma contraposição: mirante representa beleza, sonho; enquanto que mercado dá a idéia de trabalho, de luta pela sobrevivência. Na tela, personagens inusitados: poeta de feira, amolador de tesoura, vendedor de veneno, um carroceiro que se intitula o homem-motor-sem destino, o vendedor de amendoim que, com sua lábia peculiar vende produtos “diet, light e kuat” e diz que não “nasceu para ser mais um”. Hermano também não. E assim segue, revelando os Brasis dentro de Alagoas e do Brasil.

Encontro reúne Coalizões de todo o mundo em Salvador


Durante quatro dias, representantes de organizações culturais de mais de 40 países de todos os continentes, além de autoridades e especialistas brasileiros, vão discutir propostas sobre a diversidade cultural num mundo globalizado, a implantação da “Convenção da Unesco Sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais” e o papel da sociedade civil na construção de uma cultura da paz.

O evento é organizado pelo CBDC – Centro Brasileiro Pela Diversidade Cultural e esta é a primeira vez em que um encontro mundial de Coalizões é realizado num país do hemisfério sul. Os debates e seminários são abertos à participação do público.

Data : 4 a 8 de novembro

Horário: 9h às 17h30

Local Hotel Sol Victoria Marina (Salvador)

Informações: (71) 3117-1442

Organização:
FICDC – Federação Internacional das Coalizões pela Diversidade Cultural
CBDC – Coalizão Brasileira pela Diversidade Cultural

Realização:
Centro Brasileiro da Diversidade Cultural/ Associação Cultural SIMBORA

Patrocínio:
Ministério da Cultura/Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural

Apoio Institucional:
Governo do Estado da Bahia/Secretaria Estadual de Cultura

Apoio:
CBC – Congresso Brasileiro de Cinema
CCDC – Coalizão Canadense pela Diversidade Cultural
RDEB – Instituto de Radiodifusão do Estado da Bahia/ TVE-Ba

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