Goiânia Mostra Curtas


IMAGO 2009 http://bit.ly/ontnD


IMAGO 2009
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Anima Serra


Sexo & Cinema no Festival Imago


Cerca de 140 filmes animam este ano o IMAGO – Festival Internacional de Cinema Jovem.

O que distingue este ano o IMAGO, é uma reflexão irreverente sobre o sexo no cinema e muitas outras actividades paralelas que decorrem durante os 10 dias do festival.

Até 5 de Outubro, a Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, recebe a décima edição do IMAGO – Festival Internacional de Cinema Jovem.

O IMAGO integra três competições, duas para realizadores até aos 35 anos, sendo a principal dedicada à ficção ou animação experimental e o Docs in shorts dedicada a documentários.

Existe ainda o Open Space, uma competição aberta a todos os géneros com acesso restrito a autores até aos 25 anos.

O programa Sexo & Cinema do Festival Imago, exibe 15 sessões para maiores de 18 anos num programa elaborado que oferece a oportunidade de rever alguns dos maiores clássicos do cinema erótico mundial.

No total são 10 dias, 140 filmes, 46 deles nas duas competições, 50 videoclips, concertos e ainda, espectáculos com DJs.

Festival Internacional de Vídeo Universitário


Porto, 29 Set (Lusa) – A partir desta quinta-feira, um total de 72 jovens diretores de sete países, incluindo o Brasil, participam, no Porto, da 2ª edição do U.FRAME – Festival Internacional de Vídeo Universitário, informou nesta terça à Agência Lusa uma fonte da organização.

Organizado pela Universidade do Porto (UP), em parceria com a Universidade de La Coruña e a University of Texas at Austin, o festival acontece até domingo no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett (Palácio de Cristal).

O U.FRAME tem como objetivo reunir e premiar o que há de melhor nas universidades de todo o mundo nos múltiplos formatos de audiovisual.

Nesta edição, 72 jovens promessas do cinema provenientes de 27 escolas de sete países diferentes (Brasil, Portugal, Estados Unidos, Alemanha, Israel, Croácia e França) apresentam seus trabalhos na competição oficial, nas categorias Documentário, Ficção, Animação e Experimental.

A primeira edição do festival ocorreu no ano passado e contou com um público de mais de dois mil espectadores.

O U.FRAME pretende incentivar a aposta em formatos inovadores. Um dos exemplos é a inclusão, na competição destinada aos documentários, de um trabalho totalmente produzido dentro do mundo virtual do Second Life e realizado por Adriano Cerqueira, estudante de Ciências da Comunicação da UP.

Os filmes selecionados serão exibidos de quinta a sábado, entre 15h30 e 19h30, e a programação está disponível no site oficial do festival (www.uframe.org).

Os vencedores serão divulgados no sábado, às 21h, na festa de encerramento, que acontece no Círculo Universitário do Porto, com a presença do júri do festival.

O júri é composto por Sandra Martínez, Antonio Sanjuán e José Juan Videla (da Universidade de La Coruña), Vítor Almeida (Faculdade de Belas Artes da UP) e Nuno Rodrigues, diretor do Festival “Curtas de Vila do Conde”.

Além da exibição dos filmes, o programa do festival inclui três workshops e quatro aulas em áreas que abrangem a realização e a interpretação cinematográficas, mas também o cinema documental, a animação em 3D ou a produção de conteúdos em ambientes virtuais.

Participam nestas ações o ator Nuno Lopes (que dá aula de interpretação para cinema, televisão e novas mídias no sábado, às 14h), com Nuno Rodrigues (sobre Curtas em Vila do Conde, sexta-feira, 14h), enquanto Nuno Duarte, das Produções Fictícias, promove um workshop sobre Formação em Escrita para Computador.

viaLusa: Agência de Notícias de Portugal.

Comissão de Direitos Humanos


Comissão de Direitos Humanos e Minorias vai realizar a I Conferência Livre de Comunicação como etapa preparatória da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorrerá em Brasília, de 1º a 3 de dezembro. A etapa preparatória, proposta pelo deputado Luiz Couto (PT-PB), ainda não tem data marcada.

Segundo o parlamentar, a Confecom é uma reivindicação das organizações e movimentos que atuam na luta pela democratização da comunicação e pela promoção do direito humano à comunicação. “As conferências setoriais são instrumentos fundamentais para garantir a participação política da sociedade e fortalecer a democracia brasileira”, argumenta.

Políticas de Estado
Para Luiz Couto, o espaço de discussão com a sociedade é uma oportunidade para avançar na elaboração e implementação de políticas de Estado. “Os atores sociais saem da conferência com prioridades nacionais e elementos de planos de ação estratégicos definidos”, afirmou.

Desde 2003, foram realizadas mais de cinquenta conferências setoriais.

Notícias relacionadas:
Cinco estados já convocaram suas conferências de comunicação
Publicação de decreto agiliza debates da Conferência de Comunicação

Da Redação/NA
Colaboração – Laís Braz

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br

Goiamum2009: Mulheres no poder


A foto comprova!!!

No Nordeste, as moças exercem toda sua liderança no movimento cineclubista.

Da esquerda para a direita: Ana Leonor (SE), Lis Pain (AL), Liuba de Medeiros (PB), Luana Camargo (MA), Carolinne Vieira (CE), Nelson Marques (RN) e Gleciara Ramos (BA).

Goiamum2009: Carta dos Cineclubes do Nordeste


Diante do critico cenário de falta de acesso às produções audiovisuais nacionais e mundiais pela imensa maioria da população brasileira, os cineclubes do NE, através de suas entidades representativas: CNC – Conselho Nacional de Cineclubes e suas diretorias regionais, e, Federações Estaduais, como organizações que representam o publico, vêem reivindicar políticas publicas que atuem nestas lacunas para reverter esta critica realidade.

Como a nível Federal a ação do Cine Mais Cultura , do MINC, vem atuando na criação de cines, com uma previsão de mil e quinhentos pontos em todo o país até o final de 2010, propomos a institucionalização de políticas públicas por parte dos estados e municípios.

Mais de 80% das cidades do país não possuem nenhuma sala de cinema, e, a realidade desta maioria é de maior concentração populacional nas periferias, sendo que as poucas salas que existem nas capitais são em shopping, ou menos ainda, em algum lugar central da cidade. Diante deste quadro, para as políticas públicas obterem algum resultado, têm que atuar, preferencialmente, nestas periferias indo ao encontro do público.

Para tanto propomos editais específicos para cineclubes, contemplando:

1. Formação de agentes culturais cineclubistas ligados às Associações Comunitárias e outras entidades representativas existentes nas comunidades;
2. Sustentabilidade dos Cines já existentes para garantir a sua manutenção bem como o trabalho de comunicação e informação do público;
3. Criação de filmotecas cineclubistas abertas à comunidade em geral;
4. Atuação de cineclubes nas escolas contribuindo na formação básica do público e na educação em geral;
5. Capacitação para formalização das Associações sem fins lucrativos com conteúdo de legislação tributária e demais exigências burocráticas, incluindo à habilitação para a participação em editais;
6. Realização de Encontros e Festivais e Cineclubes em caráter Estadual e Regional;
7. Criação de consultorias técnicas, contábeis e jurídicas para entidades de representação cineclubistas com a finalidade de dar a estas suporte para todos os cineclubes que elas representam.

Para execução destes Editais propomos a transversalidades de atuação das Secretarias de Cultura, Educação, Fazenda, Justiça e Direitos Humanos, Reparação, Integração e outras Secretarias conforme realidade de cada Estado.

Solicitamos ainda, a luz da Constituição, o tratamento isonômico nesses Editais e em matéria tributária, uma vez que os cineclubes constituem Associações sem fins lucrativos de pequeno porte não devendo por tanto cumprir obrigações acessórias de complexidade burocrática, pois estas só resultam no cerceamento da organização das comunidades, impedindo suas participações nos editas e demais políticas públicas, que teriam a elas como legitimas receptoras dos benefícios destas políticas.

Natal, 24 de setembro de 2009.

CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Diretoria Regional do CNC BA – SE
Diretoria Regional do CNC AL – PB – PE
Diretoria Regional do CNC RN – CE – MA – PI
Federação de Cineclubes Bahia e Sergipe
Federação Pernambucana de Cineclubes
Demais Cineclubes presentes no Encontro dos Cineclubes do Nordeste no Goiamum Audiovisual.

RN lança edital do Cine+Cultu…


RN lança edital do Cine+Cultura
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Cine Mais Cultura divulga relatório de um ano de atividades


Cine Mais Cultura divulga relatório de um ano de atividades

Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Em 2006, depois de estabelecer diálogo permanente com a sociedade civil organizada, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv), lançou edital para difusão de obras audiovisuais – Pontos de Difusão Digital (PDD) – e, em paralelo, trabalhou internamente na construção da Programadora Brasil, apresentada oficialmente em fevereiro de 2007. Os PDDs possibilitaram a constituição de espaços destinados a exibições coletivas de audiovisual e a Programadora Brasil consolidou-se como importante empacotadora de conteúdo brasileiro, que o disponibiliza para sessões sem fins comerciais. Ao longo dos trabalhos da Programadora Brasil e do avanço das relações com a sociedade civil organizada, detectou-se a necessidade de união entre os dois programas – acrescentando-lhes oficina de capacitação para o manuseio do equipamento e a utilização plena das obras disponibilizadas; monitoria para auxílio e supervisão de suas atividades; além da criação de rede de comunicação permanente entre os pontos.

No final de 2007, com o lançamento do Programa Mais Cultura, estas frentes foram consolidadas e materializadas na ação Cine Mais Cultura, com a palavra “acesso” como carro-chefe e a missão de trabalhar pelo protagonismo da população na gestão cultural. Assim, o Cine Mais Cultura vem para integrar, ampliar e intensificar a utilização do audiovisual nas soluções para os desafios impostos pela Nova Política Social para o Brasil: Eixo Cultura, inclusive trazendo mais corpo aos temas sinalizados – destacam-se a ação conjunta para a integração sócio-cultural das regiões do país e fortalecimento da difusão audiovisual; a formação e o aprimoramento sustentável dos cineclubes e exibidores não comerciais em geral, em especial daqueles que atuam fora dos grandes centros urbanos ou em suas periferias; e a colaboração na organização da exibição sem fins lucrativos no país.

Em ação, o Cine Mais Cultura será responsável pela implantação, organização e capacitação de um circuito de pelo menos 1.600 Cines até dezembro de 2010, de maneira que persigam a sustentabilidade da rede formada e que a mesma se comunique com as demais redes, especialmente a cineclubista.

As oficinas de capacitação de 5 (cinco) dias de duração acontecem por meio de parceria firmada entre o Cine Mais Cultura e o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros. Estas são conduzidas por cineclubes filiados ao Conselho e direcionadas a pelo menos 01 (uma) pessoa da sociedade civil por Cine. Dentre seus objetivos estão levar o conhecimento da prática da exibição contínua e regular aos representantes dos Cines integrantes da Ação; bem como o fortalecimento da rede criada e o oferecimento de oportunidade para que ela se comunique com outros circuitos existentes, como o circuito SESC, por exemplo. Embora o Cine Mais Cultura não seja uma ação para cineclubes ou para criação de dos mesmos, reconhece-se a importância do movimento para a formação e organização do público e a prática cineclubista como a mais consistente dentro do espectro não comercial. A ação investe esforços e recursos para tornar a atividade de exibição dos Cines – além de prazerosa – uma importante ferramenta de aproximação entre os envolvidos, desde o realizador (por meio de suas obras) até o público. Integração e interação cultural e social.

Confira o relatório na íntegra.

viaCine Mais Cultura divulga relatório de um ano de atividades – Notícias :: Cine Mais Cultura ::.

Cine+Cultura: RN lança edital


Difusão Audiovisual

Rio Grande do Norte lança edital para a seleção de 20 Cines Mais Cultura

Por meio do Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, o governo do Rio Grande do Norte lançam nessa quinta-feira, dia 1º de outubro, edital estadual para selecionar 20 Cines Mais Cultura, com investimento de R$ 300 mil – 66% recursos federais e 33% contrapartida do estado.

A cerimônia acontece às 9h, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, em Natal, e contará com a presença do coordenador de Rede do Cine Mais Cultura, Rodrigo Bouillet, autoridades do governo do estado, prefeitos de 167 municípios, secretários de educação e cultura, ONGS, produtores e artistas.

O Cine Mais Cultura é uma ação do Programa Mais Cultura para promover o acesso da população a obras audiovisuais e apoiar a difusão da produção audiovisual brasileira por meio da exibição não comercial de filmes. A prioridade é atender localidades rurais e urbanas que não possuem cinema, localizadas nos Territórios da Cidadania e nas periferias dos grandes centros urbanos.

Apenas 8,7% dos municípios brasileiros possuem salas comerciais de cinema, revela os dados compilados pelo Anuário de Estatísticas Culturais/2009, do Ministério da Cultura.

Edital – Podem participar do edital entidades privadas sem fins lucrativos que desenvolvam ou queiram desenvolver ações de exibição de obras audiovisuais e contribuir para a formação de plateias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras.

As inscrições devem ser feitas até o dia 9 de novembro e os projetos enviados para o Núcleo de Produção Digital, Rua Jundiaí, 641, Tirol, Natal (RN), CEP 59020-120.

As iniciativas selecionadas receberão kit com telão (4mx3m), aparelho de DVD player, projetor digital, mesa de som de quatro canais, quatro caixas de som, amplificador, dois microfones sem fio, dentre outros equipamentos. Também poderão escolher até 104 DVDs de obras brasileiras do catálogo da Programadora Brasil (filmes de ficção, documentário e animação em curta, média e longa metragens de todas as épocas, para todos os públicos). O acervo completo da Programadora Brasil reúne atualmente 494 obras organizadas em 154 programas (DVDs).

O resultado da seleção será divulgado no Diário Oficial da União, no Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte e nas páginas eletrônicas do Programa Mais Cultura (mais.cultura.gov.br), da ação Cine Mais Cultura (www.cinemaiscultura.org.br), da Programadora Brasil (www.programadorabrasil.org.br), dos Territórios da Cidadania (www.territoriosdacidadania.gov.br) e da Fundação José Augusto (www.fja.rn.gov.br).

Capacitação – Além de fornecer equipamentos e acervo, o Cine Mais Cultura realiza oficinas de capacitação cineclubista com o objetivo de qualificar os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos com introdução à história do cinema e linguagem cinematográfica; prestar informações sobre questões relevantes e atuais relativas à atividade exibidora, como direitos autorais e sustentabilidade. O trabalho é desenvolvido com apoio de um manual produzido em parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).

Parceria – O edital estadual é fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura e o governo do Rio Grande do Norte para a implantação descentralizada das ações do Mais Cultura. O Programa integra a Agenda Social do Governo Federal e marca o reconhecimento da cultura como necessidade básica e importante vetor para o desenvolvimento social, econômico e sustentável do país. Tem como principal objetivo promover o acesso da população aos bens e serviços culturais.

viaMinistério da Cultura – MinC » Difusão Audiovisual.

Conferência Municipal de Cult…


Conferência Municipal de Cultura de Atibaia acontece em outubro
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Conferência Municipal de Cultura de Atibaia


– Proc. 20.087/07
D E C R E T O Nº 5.983
de 21 de setembro de 2009

Convoca a II Conferência Municipal de Cultura e torna público o seu Regimento Interno.

O PREFEITO MUNICIPAL DA ESTÂNCIA DE ATIBAIA, usando das atribuições legais que lhes são conferidas pelo Art. 73, Incisos IX, da Lei Orgânica do Município, e pelo disposto na Portaria nº 65, de 11 de setembro de 2009, do Ministério da Cultura.

D E C R E T A

Art. 1º – Fica convocada a II Conferência Municipal de Cultura – CMC, etapa integrante da II Conferência Nacional de Cultura.

Art. 2º – A II CMC será realizada nos dias 19 e 20 de outubro de 2009, na Avenida 9 de julho, nº 185 (Fórum da Cidadania), das 19h às 22h, na cidade de Atibaia.

Art. 3º – Na forma do Anexo que integra este Decreto, fica instituido o Regimento Interno da II Conferência Municipal de Cultura, devidamente aprovado pelo Conselho Municipal de Cultura.

Art. 4º – A II CMC terá como tema geral: “Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento”.

Art. 5º – Durante a II CMC, será realizada a eleição dos membros do Conselho Municipal de Cultura, através de votação em urna, conforme dispõe o Regimento constante do anexo.

Art. 6º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA DA ESTÂNCIA DE ATIBAIA, PALÁCIO “JERÔNIMO DE CAMARGO”, aos 21 de setembro de 2009.

– José Bernardo Denig
PREFEITO MUNICIPAL

– Edson Antonio Gonçalves
SECRETÁRIO DE CULTURA E EVENTOS

Publicado e Arquivado na Secretaria de Governo, na data supra.

– Cleide Maria Gonçalves de Sant’Anna
SECRETÁRIO DE GOVERNO

ANEXO
CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA DE ATIBAIA 2009

REGIMENTO INTERNO

CAPÍTULO I
DA CONFERÊNCIA

Art. 1º – A II Conferência Municipal tem como objetivo:

I – discutir a cultura local nos seus aspectos da memória, de produção simbólica, da gestão, da participação social e da plena cidadania;

II – propor estratégias para o fortalecimento da cultura como centro dinâmico do desenvolvimento sustentável;

III – promover o debate pela população em geral e em especial pelos artistas, produtores culturais, conselheiros, agentes e gestores públicos, investidores e demais protagonistas da cultura, valorizando a diversidade das expressões e o pluralismo das opiniões;

IV – propor estratégias para universalizar o acesso dos brasileiros à produção e à fruição dos bens e serviços culturais;

V – propor estratégias para a consolidação dos sistemas de participação e controle social na gestão das políticas públicas de cultura;

VI – aprimorar e propor mecanismos de articulação e cooperação institucional entre os entes federativos e destes com a sociedade civil;

VII – fortalecer e facilitar a formação e funcionamento de fóruns e redes de artistas, agentes, gestores, investidores e ativistas culturais;

VIII – propor estratégias para a implantação do Sistema Municipal de Cultura.

Parágrafo único – A Conferência Municipal de Cultura, é o cumprimento da etapa que precede a realização das Conferências Estadual e Nacional, envolvendo a mobilização de setores da sociedade civil e a intersetorialidade do Poder Público, sob a liderança do Conselho Municipal de Cultura.

Art. 2º – A II Conferência Municipal tem como tema:

I – PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL: produção de arte e de bens simbólicos, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação;

II – CULTURA, CIDADE E CIDADANIA: cidade como espaço de produção, intervenção e trocas culturais, garantia de direitos e acesso a bens culturais;

III – CULTURA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: a importância estratégica da cultura no processo de desenvolvimento;

IV – CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA: economia criativa como estratégia de desenvolvimento;

V – GESTÃO E INSTITUCIONALIDADE DA CULTURA: fortalecimento da ação do Estado e da participação social no campo da cultura.

Art. 3º – A II Conferência Municipal de Cultura contará com as seguintes etapas:

a) recepção e credenciamento dos participantes;

b) solenidade de abertura;

c) orientações sobre os trabalhos;

d) exposição do tema;

e) votação e discussão dos trabalhos em grupo, de acordo com os eixos temáticos, os quais serão acompanhados por 2 (dois) coordenadores e 01 (um) redator eleito pelos participantes dos mesmos eixos.

f) entrega de documento, contendo a conclusão dos trabalhos mencionados na alínea “e” deste artigo à Mesa Diretora;

g) eleição dos Delegados à Conferência Estadual de Cultura;

h) proclamação dos Delegados eleitos à Conferência Estadual de Cultura;

i) eleição dos membros do Conselho Municipal de Cultura;

j) encerramento.

CAPÍTULO II
DA COMISSÃO ORGANIZADORA

Art. 4º – A Comissão Organizadora será composta pelos seguintes membros escolhidos pelo Conselho Municipal de Cultura e pelo Prefeito Municipal:

Isis Gonçalves
Elsie da Costa
Márcio Zago
Daniel Abicair
Roberta Forte
Nicole Kubli
Elizabeth Verdegay
Vania Beija Napier
Ruth Rubbo do Santos Reis

Lígia Borghi Brasilio de Lima
Solange Aparecida Perdiza Gonçalves
Lisandra Cristina Ferreira
Ana Regina Palhano Bertolo
Agnaldo Villaça de Oliveira
Lilian Vogel
João Batista Pimentel Neto

CAPÍTULO III
DOS PARTICIPANTES

Art. 5º – São participantes da Conferência Municipal as pessoas, maiores de 16 (dezesseis) anos, inscritas antecipadamente através do email – conselhodeculturaatibaia@gmail.com, a partir de 01 de outubro, e na abertura da II Conferência.

§ 1º – Os representantes da Sociedade Civil e os do Poder Público terão direito a voz, a priorizar propostas e a votar em Delegados, desde que possuam domicílio eleitoral em Atibaia, mediante exibição do título de eleitor.

§ 2º – Os convidados terão direito a voz e não a voto.

Art. 6º – Serão credenciados como Delegados os representantes do Poder Público Municipal e da Sociedade Civil.

Parágrafo único – Os candidatos a Delegado deverão exibir, no ato do credenciamento, título eleitoral de Atibaia.

CAPÍTULO IV
DA MESA DIRETORA

Art. 7º – A II Conferência Municipal será coordenada por uma Mesa Diretora designada pela Comissão Organizadora, sendo responsável pela condução dos trabalhos.

Parágrafo único – A Mesa diretora será composta por 4 (quatro) membros.

Art. 8º – À Mesa Diretora compete dirigir os trabalhos e resolver as questões de ordem que lhe forem submetidas podendo, para tanto, contar com o apoio de assessorias para a elaboração do relatório final da Conferência, o qual deverá ser encaminhado à Comissão Estadual, no prazo estabelecido no Regimento da II Conferência Nacional de Cultura.

CAPÍTULO V
ELEIÇÃO DOS DELEGADOS À CONFERÊNCIA ESTADUAL

Art. 9º – Os candidatos a Delegados do Poder Público votarão entre si, o mesmo acontecendo com representantes da Sociedade Civil.

Parágrafo Único – O Município de Atibaia, em face de sua classificação como de grande porte (de 100.001 à 900.000 habitantes), elegerá:

a) 05 (cinco) Delegados e 05 (cinco) Suplentes – de 50 a 100 participantes;

b) 10 (dez) Delegados e 10 (dez) Suplentes – de 101 a 200 participantes;

c) 20 (vinte) Delegados e 20 (vinte) Suplentes – de 201 a 400 participantes;

d) 30 (trinta) Delegados e 30 (trinta) Suplentes – para qualquer número acima de 400 (quatrocentos) participantes.

Art. 10 – Os candidatos a Delegado para a Conferência Estadual apresentar-se-ão à Plenária, mencionando o nome e o tipo de representatividade, respeitando-se a paridade.

§ 1º – Serão considerados eleitos os candidatos que obtiverem maior número de votos da Plenária.

§ 2º – Em caso de empate, o desempate será feito pela escolha do candidato de maior idade, mediante apresentação de documento oficial hábil.

Art. 11 – Após a definição dos Delegados, os mesmos preencherão a Ficha de Identificação que será entregue à Mesa Coordenadora, para encaminhamento à Conferência Estadual, juntamente com o Relatório Final.

CAPÍTULO VI
ELEIÇÃO MEMBROS CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA

Art. 12 – Após a eleição dos Delegados para a Conferência Estadual, a Plenária elegerá 8 (oito) membros da sociedade civil para integrarem o Conselho Municipal de Cultura, sendo 4 (quatro) titulares e 4 (quatro) suplentes.

Art. 13 – Somente poderão ser eleitos os indicados por entidades e instituições representativas da sociedade civil do Município de Atibaia, nas áreas de antropologia, arqueologia, arquitetura e urbanismo, artes performáticas, artes plásticas, história, letras e comunicação (Lei Complementar nº 544, de 24 de outubro de 2007).

Art. 14 – Para se candidatarem os interessados deverão se inscrever na Secretaria Municipal de Cultura e Eventos, até o dia 08 de outubro.

§1º – A entidade deverá fornecer, no momento da inscrição, o nome completo do candidato titular e seu suplente e apresentar Título de Eleitor, de ambos, com domicílio eleitoral em Atibaia, telefone para contato, email, Estatuto Social, Ata da eleição da atual diretoria e Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ.

§2º – O Conselho Municipal de Cultura verificará, no dia 9 de Outubro de 2009, se todos os documentos mencionados no parágrafo anterior foram devidamente entregues, remetendo após a inscrição à Comissão Organizadora da II CMC.

§3º – Sendo o caso, o Conselho notificará o interessado para eventuais correções, tendo como prazo limite as 17h do dia 19 de Outubro de 2009, na Secretaria de Cultura e Eventos.

Art. 15 – O resultado dessa eleição será devidamente publicado na Imprensa Oficial local, através de Decreto, constando também o nome dos membros nomeados pelo Prefeito Municipal, conforme estabelece a Lei Complementar nº 544, de 24 de outubro de 2007.

CAPÍTULO VII
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 16 – Os Delegados eleitos na II Conferência Municipal, assumem o compromisso de participar da Conferência Estadual.

Art. 17 – A Conferência só será válida se reunir um mínimo de 25 (vinte e cinco) participantes, com representação da sociedade civil e da área governamental.

Art. 18 – A Mesa Diretora resolverá os casos omissos não contemplados pelas disposições deste Regimento Interno.

Memória: Uma boa notícia para o cinema brasileiro


A Prefeitura de Volta Grande pretende reformar o local e preservar as relíquias do artista. O precursor do cinema brasileiro foi um mineiro, natural do município de Volta Grande. Humberto Mauro nasceu em 1897 e dedicou a maior parte dos seus 86 anos a arte de filmar. Autodidata e aventureiro por excelência, o ‘poeta das imagens’ reinventou o cotidiano e a simplicidade do povo das Minas Gerais.

A Prefeitura de Volta Grande quer transformar a casa onde o cineasta viveu em um Centro Cultural. Filho mais velho de um imigrante italiano com uma mineira poliglota, Humberto Mauro é considerado o maior cineasta brasileiro de todos os tempos. Desde cedo se dedicou à música, tocando violino e bandolim. Depois estudou mecânica e trabalhou na instalação de energia elétrica nas fazendas da região de Cataguases, onde morou boa parte da vida. Mas foi o cinema sua grande paixão. Aos 26 anos, trocou uma coleção de selos por uma máquina fotográfica e a partir daí a imagem virou um fascínio. Da máquina fotográfica para a filmadora foi questão de tempo. Ao longo da carreira, o talentoso mineiro fez mais de 350 filmes, entre longas, curtas-metragens e documentários. Em 1936, fundou ao lado de Roquete Pinto o Instituto Nacional do Cinema Educativo e foi o primeiro brasileiro a representar o país num festival internacional de cinema. Na casa construída em 1945, ele passava férias com a família e foi onde passou os últimos anos de vida, morrendo em 1983, aos 86 anos.

O imóvel ainda pertence à família de Humberto, mas foi alugado há dois meses para a Prefeitura de Volta Grande. De acordo com o secretário municipal de Cultura, Luiz Flávio de Castro, o local esteve abandonado por oito anos. As portas, janelas e o assoalho de madeira estão comidos de cupim. O telhado precisa ser reformado e toda a parte elétrica e hidráulica da casa tem que ser trocada. A memória, porém, está preservada. Em todos os cômodos os móveis ainda são mantidos da forma como eram enquanto Humberto estava vivo. No quarto do cineasta, por exemplo, a cama, a poltrona de leitura, o guarda-roupas e a penteadeira. Tudo no mesmo lugar, como se estivesse á espera do dono. No quintal da casa, a estrutura também está praticamente intacta, apesar da ação do tempo. Nos fundos da casa, o cineasta construiu o estúdio Rancho Alegre, local de muito trabalho, onde ele filmou várias cenas e reunia o povo da cidade para a exibição de alguns filmes.

O pouco que restou, no entanto, é considerado verdadeira relíquia, como umas películas de alguns filmes dirigidos por ele. Além dos filmes guardados em embalagens do Instituto Nacional do Cinema, também ficaram uma grua, um spot de iluminação e chaves de luz feitas pelo próprio Humberto. A idea da Prefeitura de Volta Grande é comprar a propriedade e transformá-la num Centro Cultural. Segundo o Luiz Flávio, a administração municipal ainda não tem recursos para concretizar a iniciativa.

Outro objetivo é criar a Associação Humberto Mauro (Assuma). De acordo com o secretário, a associação seria responsável por administrar o Centro Cultural, promovendo ações e atraindo turismo para a cidade. Além disso, na casa onde o cineasta viveu seria feito um museu com algumas peças que restaram do acervo da família e que atualmente ficam na Secretaria de Educação. São algumas fotos, cartazes de flimes, um projetor, spot de luz e a cadeira de diretor personalizada. Um legado cinematográfico de grande importância para a cultura nacional.

Fonte: Megaminas

Humberto Mauro – pequena biografia

O século 19 estava a três anos de seu fim quando Humberto Duarte Mauro nasceu, numa fazenda, em Minas Gerais. Ninguém podia imaginar que o recém-nascido, filho do imigrante italiano Caetano Mauro e da mineira Tereza Duarte, seria um pioneiro em uma nova arte e o maior diretor dos primeiros tempos do cinema nacional. Cinema era uma novidade bem distante daquela fazenda em Volta Grande, na Zona da Mata: fazia apenas dois anos que os irmãos Lumière haviam exibido sua primeira sessão cinematográfica, em Paris, na França.

Nos seus primeiros anos de vida, Humberto mostrou interesse pela mecânica e pela música. Tocava violino e bandolim nas horas vagas – e estudava engenharia em Belo Horizonte.
Mauro deixou a escola no fim do primeiro ano e foi se juntar aos pais na nova casa, em Cataguases. A eletricidade começava a ser instalada nas cidades do interior: essa revolução tecnológica fascinou o rapaz. Seu primeiro trabalho foi instalar eletricidade em fazendas e sítios locais. Ele também construiu o primeiro aparelho de receptor rádio em Cataguases.

Foi para o Rio de Janeiro, a capital federal, em 1916, onde trabalhou como eletricista por quatro anos. Ao fim desse período, voltou para Cataguases e se casou com Maria Vilela de Almeida, a dona Bebê.

Interessado em fotografia, Mauro comprou uma câmara Kodak, em 1923, e conheceu Pedro Cornello, italiano que era o principal fotógrafo da cidade. Os dois logo descobriram um ponto em comum: a paixão pelo cinema. Juntos, compraram uma pequena filmadora Pathé-Baby de 9,5 mm. Foi com essa câmera doméstica que Mauro e Cornello filmaram “Valadião, o Cratera”, um curta-metragem de aventura.

Sua intenção era convencer um empresário local a investir numa produtora em Cataguases. Na época isso era possível, pois o cinema brasileiro estava pulverizado em várias empresas regionais, não havia uma companhia grande que centralizasse a produção de filmes. Assim, o iniciante cinema brasileiro cresceu nos anos 1920, com a proliferação desses pequenos produtores.

Nesse clima, Mauro e Cornello conseguiram financiamento para seu projeto. Compraram uma filmadora 35 mm no Rio de Janeiro e centenas de metros de película: começaram a rodar “Os Três Irmãos” – filme que nunca foi terminado. Com mais dinheiro, de um novo financiador, fundaram a Phebo Sul América Filmes. O primeiro filme da Phebo, dirigido por Mauro, foi “Na Primavera da Vida”, de 1926. Mauro não só dirigiu, mas escreveu e foi co-autor dos roteiros, atuou em pequenos papéis, operou a câmera, colaborou nos cenários e na iluminação.

Sua segunda produção foi “Tesouro Perdido”, que teve sua primeira exibição em Cataguases, e depois foi apresentado no Rio, ganhando o prêmio de melhor filme do ano, em 1927. A Phebo cresceu e foi reorganizada, com o nome de Phebo Brasil Filmes. Agora Mauro tinha recursos para fazer filmes em que ele podia desenvolver sua criatividade. O primeiro dessa leva, “Brasa Dormida”, foi distribuído pela Universal Pictures. Tornou-se um clássico que estimulou o cinema de arte no Brasil e colocou Mauro entre os melhores diretores do cinema mudo no mercado mundial.
Apesar do sucesso, a Phebo não tinha dinheiro suficiente para bancar a tecnologia sonora do novo cinema falado. Para sorte de Mauro, um colega convidou-o para dirigir na Cinédia, uma companhia formada no Rio de Janeiro. É dessa época a comédia romântica “Lábios Sem Beijos”.

Seu último filme na Cinédia foi “A Voz do Carnaval”, um musical de1933 sobre o carnaval carioca, co-dirigido por Adhemar Gonzaga. Esse foi o primeiro filme falado de Mauro e lançou Carmen Miranda na carreira cinematográfica.

Mas eram poucas as oportunidades de trabalho no mercado cinematográfico. Assim, Mauro dirigiu documentários para sobreviver: “As Sete Maravilhas do Rio de Janeiro”, “Inauguração da Sétima Feira Internacional de Amostras da Cidade do Rio de Janeiro”, “General Osório” e “Pedro II”.
O próximo filme, “Favela dos Meus Amores”, teve trilha musical de astros renomados, hoje clássicos da MPB: Noel Rosa foi para um filme dirigido por Mauro, “Cidade Mulher”, de 1936. No mesmo ano, o cineasta entrou para o Instituto Nacional do Cinema Educativo, fundado por Edgar Roquette-Pinto, e rodou mais de 300 documentários. Filmou ainda os longas-metragens “O Descobrimento do Brasil”, “Argila”, e “O Canto da Saudade”, este de 1952.

Sua última realização foi “Carro de Bois”, de 1974. Foi um documentário rodado em sua terra natal, Volta Grande.

Homenageado no Festival de Cannes, em seu último ano de vida, Mauro também serviu de inspiração para uma geração de cineastas brasileiros, como Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos.

fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u653.jhtm

Fest Cineamazônia acontecerá em dezembro


Fest Cineamazônia (Festival de Cinema e Vídeo Ambiental da Amazônia) será realizado no período de 7 a 12 de dezembro, mantendo o local em Porto Velho. O motivo para a alteração no calendário se deu para que pudesse adequar às agendas dos convidados. Anteriormente o festival seria realizado de 9 a 14 de novembro.

Entre os convidados está o diretor Vincent Carelli, do documentário `Corumabiara´, premiado no Festival de Gramado. Outros filmes convidados são: Crianças da Amazônia, de Denise Zmekhol, e Espírito de Porco, dos jornalistas Chico Faganello e Dauro Veras.

A programação do Fest Cineamazônia não sofre alteração. Segundo o curador Jurandir Costa, o público estará assistindo aos filmes inscritos nos espaços alternativos e simultâneos através da Mostra Competitiva, Mostra Paralela, A Escola Vai ao Cinema, Cinema no Beiradão, Mostra Arco Iris, Cinema nos Bairros, e Cinema nos Terreiros.

Também estão mantidas as oficinas técnicas durante o festival e os debates com diretores dos filmes. Para esta 7ª edição, o Fest Cineamazônia recebeu mais de 200 inscrições de produções de curtas-metragens.

O Fest Cineamazônia tem o apoio cultural do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual, Semed, Secel, Bancada Federal de Rondônia, Senadora Fátima Cleide, Senador Valdir Raupp, Deputado Federal Eduardo Valverde e Deputada Federal Marinha Raupp.

Os curtas premiados no Festival participam como convidados da Mostra Competitiva do V FAIA – Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual que acontecerá em janeiro de 2010.